Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
A diferença entre eu e você, é que enquanto você acha que está tudo perdido, é exatamente isso que eu quis que você pensasse. Aprenda a confundir o inimigo e não a dar palco para ele.
Eu queria muito, mas muito mesmo, que você sentisse o mesmo.
Eu queria muito, mas muito mesmo, entender o porquê de você simplesmente ter parado de sentir aquilo que parecia no começo.
Eu queria muito, mas muito mesmo, ao menos entender tudo isso e o porquê de ter acontecido da maneira que aconteceu.
Eu queria muito, mas muito mesmo, entender o que foi que eu fiz de errado — qual foi a palavra que eu disse, ou qual o segundo atrasado que eu errei.
Eu queria muito, mas muito mesmo, que você me amasse como disse no início — não como amigos, mas como um casal.
Eu queria muito, mas muito mesmo, te entender e te ter. Eu só queria, mas muito mesmo, que você aceitasse ser amada em voz alta por mim.
Eu queria não querer te querer. E, no fundo, eu queria — mas queria muito mesmo.
"Beber café puro é um pacto diário: eu escolho o essencial, mesmo que seja difícil, em vez do prazer imediato e fácil."
Senhor, eu recebo hoje o Teu livramento. Jesus, intercede por mim, porque sem a Tua presença eu não sou nada. Cura onde dói, não deixa que a ansiedade tome conta da minha mente. Guia os meus passos e que seja sempre o Senhor a falar e a tomar decisões por mim. “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31) Deus te fortaleça hoje; que Ele renove suas forças, te dê paz e te guie em cada passo. Amém.
Bom Dia Paz E Graça.
Pra hoje? Um poema!
Eu amei
Em mim não existe arrependimento, eu amei, mas, não tive tempo e nem condições de amar, eu amei na adversidade.
No contrário das ondas, no andar contra o vento, no desespero da dor.
Na insônia de minhas noites, na solidão das minhas dores, eu amei na inutilidade que meu ser devora, na ausência de saúde em mim.
No pensar de uma canção de outrora, no pesar de quem não fui bastante, na incerteza do meu choro em pranto.
Amei sem poder amar, mas, amei!
Obs. Esse é um trecho do meu livro: O último dia, do último mês.
Colibri Dourado
Colibri Dourado
Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.
Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.
Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.
Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.
Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.
Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.
Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...
E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.
Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.
Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.
Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.
Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.
Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.
Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.
Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...
E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.
Se eu fosse um poeta, a minha musa inspiradora se chamaria melancolia! Ela esteve por trás de todas as reflexões que fiz em minha vida e de 90% dos pensamentos que compartilhei com o mundo!
Hoje faz exatamente 5 dias que perdi meu filho... Eu presenciei a morte, pois vi meu filho parar de respirar. Até então me pareço uma pedra, parece que minha vida virou de ponta-cabeça.
Estou muito cansada da vida...
Eu não sei qual parte mais gosto nela, se é seu cabelo cacheado ou o jeito que me olha, ou a maneira que me faz sentir bem, só sei que a cada segundo eu queria estar com ela, sei dos seus medos, eu só queria ser seu porto seguro, falar com ela todos os dias me parece tão bom como se fosse a primeira vez, me sinto como se eu fosse um quebra cabeça e só ela sabe como me completar.
Entre papos e beijos que nunca batemos,
todos os beijos e papos que nunca demos.
Eu entendo.
Mas o tempo… o tempo ainda respira entre nós.
E, pelas regras silenciosas do universo,
das probabilidades e dos amores intensos,
a gravidade há de nos unir,
a entropia há de nos poupar,
e o tempo — esse mesmo tempo —
ele contará.
Anderson Delfino @d
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