Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais
Quando se pede alguma coisa para alguém e não te dão, isso se chama negar.
Mas, se te oferecem e depois te tiram é rejeição.
A.
Os limites da mente humana estão intimamente ligados ao se acreditar ou não se é possível cumprir seus objetivos, a diferença entre vencedores e perdedores é o que cada um acredita e o que fazem para realizar seus anseios.
O que eles pensam ouvindo meu nome?... Se isso acontece, culpo o sistema educacional que não prioriza relacionamentos saudáveis!
Quando se tem fezes no coração e não na cabeça, planeja-se a vingança. Estando esta cheia, desiste-se, depois de tanto lha querer.
“O eu responsável – a consciência da consciência – não existe como coisa nem como estado: existe apenas como tensão permanente em direção a mais consciência, mais responsabilidade, mais abrangência e maior integração. A consciência cresce na medida em que se reconhece, e não pode reconhecer-se senão abrindo-se permanentemente a conhecimentos que transcendem o seu patrimônio anterior. A abertura para a transcendência – para aquilo que está para além do horizonte atual de experiência – é portanto um dado permanente da estrutura da consciência. Suprimi-la é falsear na base a situação de conhecimento.
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu 'eu'– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo?
Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do 'eu' é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do 'eu' é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
'Quando morremos, vemos, desde cima, o nosso corpo inerte. É a prova de que jamais 'tivemos' um corpo, apenas passamos por ele como inquilinos. Mas, se não possuímos um corpo, como podemos possuir tudo o mais que ele utiliza, manipula, desfruta e padece? Esta é a verdade dura e sublime: nada possuímos além de um 'eu'.Os místicos que nos pedem para eliminar o 'eu' querem que façamos algo que eles mesmos não podem fazer — e que, aliás, se fosse feito, não seria de utilidade alguma.Podemos nos livrar de sucessivas idéias do eu surgidas ao longo da nossa existência, mas livrar-nos do eu propriamente dito seria livrar-nos de quem nos livra dessas idéias.Falar em 'alma' não resolve grande coisa. Se fôssemos a nossa 'alma' não poderíamos contemplá-la e julgá-la. Concepções erradas sobre o eu estão na base de toda ética formulada em termos de 'egoismo' e 'altruísmo'. NENHUMA conduta moral, seja a de um santo, a de um 'serial killer' ou a de um zé-mané, pode ser descrita nesses termos."
Devemos estabelecer o hábito não do pensar positivo, mas sim do pensar correto, que considera o negativo para, somente depois, poder transcendê-lo, resolvendo-o de modo objetivo e realista, com foco no positivo, no melhor - isso, sim, é otimismo lúcido, resolutivo, produtivo e criativo.
Ainda que eu rasteje por não conseguir andar eu não deixo Jesus por nada desse mundo. Nem tampouco negocio os valores da Cruz!
*Bom* *Dia*🌞
Pedir desculpas não tirara sua honra, apenas te fará crescer uma nova pessoa dentro de si mesmo(a), reconhecer seus erros jamais te prejudicará mas sim criará a oportunidade de um novo recomeço.
"Deus não deu o livre arbítrio apenas para decidir entre o bem e o mal, mas também para forjar o seu futuro."
A mediocridade é rapidamente contagiante, se tão somente não for combatida eficazmente. Todos nós temos hábitos desagradáveis...
O forte não pode ser amado, por que o amor dispensado a ele, é remetido ao fraco, que é incapaz de se amar.
A.
A consequência do primeiro erro é a certeza do não continuar, como do nada se ganha num jogo, mas se insistir, perderá tudo, e mais... É o valor da tentativa contra a permissão do insistir. É para doer menos a frustração por errar do que a vergonha por não tenta. O irônico é que nunca se saberá o certo sem medir as consequências. Sempre precisamos repetir o erro para confirmá-lo.
Se você quer 'provar que Deus existe' — ou que não existe –, tem de admitir a existência de um domínio chamado 'existência', que O transcende e no qual Ele está ou não está. Isso é coisa de maluco.
O raciocínio lógico tem em si as razões da sua 'validade', mas não da sua cognoscibilidade. O raciocínio lógico seria impossível sem a percepção intuitiva da igualdade de duas proposições. Não há 'conhecimento racional', só conhecimento intuitivo.
Como percebo a unidade de duas proposições num silogismo? É por outro silogismo, e mais outro e mais outro ainda, ou é por uma intuição imediata da forma?
Intuição é: percepção imediata de uma presença.
Por baixo ou para além da intuição, só existe o 'conhecimento por presença' que a torna possível.
Em vez de se esforçar para 'provar' alguma coisa, o filósofo se dedica a perceber e expressar depois de aprender a abrir-se à presença.
Todas as nossas intuições são instantâneas. Só o conhecimento por presença me informa da continuidade do mundo. A razão pode reforçar as razões de crer nela, mas não pode 'prová-la', já que toda possibilidade de prova se assenta nessa mesma continuidade.
'Provar' é coisa de contabilistas e policiais. O filósofo pode estimular a intuição para que seus ouvintes percebam o que ele percebeu, mas não provar algo a quem não percebeu nada - e quem percebeu não precisa de prova.
Provas só servem para dar validade social a uma crença esquemática, que simboliza de maneira distante e vaga alguma intuição originária.
Um filósofo de verdade não faz a mínima questão de que suas conclusões adquiram validade social - apenas de que sejam confirmadas por quem percebeu o que ele percebeu.
Minha própria continuidade não pode ser percebida como objeto de meus pensamentos, mas se impõe a mim de maneira avassaladora como condição 'sine qua non' da minha possibilidade de pensar. Que não dizer, então, da continuidade do Ser como um todo?
As provas da existência de Deus demonstram a NECESSIDADE LÓGICA dessa existência, não a sua FACTUALIDADE. Ademais, toda prova lógica só pode demonstrar a existência de 'algum' deus, no sentido genérico, não a de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, mas, como este é o único Deus que existe, a prova genérica é necessariamente insatisfatória. A fé exige algo mais.
Dizer que existe alguma prova lógica da existência de Deus É O MESMO que dizer que a existência de Deus é logicamente necessária.
[...] Só disse que não se pode atribuir a Ele a 'existência' no sentido em que este termo se aplica às coisas criadas.
[...] a lógica, por si, não pode provar a existência de nada, apenas a necessidade lógica dessa existência, mas, como não existe existência genérica e o próprio Deus não é uma generalidade e sim uma PESSOA real e concreta, a prova lógica deixa escapar o principal, a não ser que seja complementada pelo conhecimento intuitivo direto da AÇÃO divina no mundo, Aí a certeza não é só a da existência de 'algum' Deus, e sim a do NOSSO Deus.
Para encerrar esta coisa: Se a lógica pudesse provar algo mais que a necessidade lógica da existência de um Deus genérico, se ela pudesse, partindo da existência das coisas criadas, provar a existência do NOSSO Deus, a revelação seria inteiramente desnecessária e a Encarnação seria apenas uma redundância. Fim de conversa.
Dou por pressuposta a teoria de Sto. Tomás e tento raciocinar A PARTIR DELA em vez de simplesmente repeti-la. Tal é a obrigação do filósofo. Por essa via, pergunto: Se provamos apenas a necessidade lógica, maximamente cogente, da existência de 'um' Deus criador, provamos apenas a existência de um Ser genérico, não a do NOSSO Deus, Esse Ser genérico existe independentemente e acima das Três Pessoas da Trindade? Se respondemos 'sim', somos muçulmanos; esse Ser é exatamente o que se entende por 'Allah'. Mas se sabemos, pela Revelação, que o Único Deus que existe é o das Três Pessoas, é claro que não podemos nos contentar com a prova lógica e temos de levar a investigação adiante.
Sto. Tomás, na 'Suma Contra os Gentios', deixa claro que a prova da existência de Deus pela dos seres contingentes é válida igualmente para os cristãos, os judeus e os muçulmanos. É portanto evidente que essa prova trata de 'um' Deus genérico e não do NOSSO Deus em particular.
O ruim por si só se destrói, mas não antes da reivindicação do bem em desequilíbrio. No fim último, estabelece-se a harmonia, quando o pêndulo parar. Excessos são ruins.
"Vejo agora você
Mas parece que você não me vê
Tento me aproximar
E vejo você se afastar.
Se pelo menos eu soubesse se esse sentimento é mesmo correspondido
Se pelo menos você parasse de me confundir
Uma hora diz que está a me amar
Na outra no meu rosto nem quer olhar.
Diz que comigo ama conversar
Mas quando te chamo estas apenas a vizualizar
Nenhuma resposta recebo
E isso está começando a me causar medo.
Quero pelo menos um sinal
Pois o amor é um sentimento fatal
Fatal para meu pobre coração
Que já cansou de sentir a solidão."
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