Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais
Gosto da simplicidade... De pessoas simples, que nada prometem, simplesmente vao e fazem. Gosto de gente que sorri à toa e que curte cada detalhe da vida. Gosto de gente que sabe ser gente, que nada programa, que nada prospecta, mais que simplesmente chega e acontece nas nossas vidas! Priscilla Rodighiero
“O Tumblr sabe o que eu sinto, do que gosto e de quem amo,
sabe dos meus problemas, do que eu quero e de quem desejo,
é meu diário, é meu refugio, é minha vida.”
Eu gosto de ser só. Sozinho eu me descubro, eu me decifro. Na solidão eu aprendo a gostar do bom e a dar valor ao ruim. No desprezo eu me acho, me choco com a realidade que é ser eu. Minha solidão é o meu refugio, minha melhor amiga.
Eu gosto do ato..
gosto do dominio ..
gosto quando teu corpo , responde aos meus extintos.
gosto do teu cheiro, teu sabor, tua carne...
gosto dessa sua arte , dessa sua voracidade..
gosto quando tua vida.. vem fazer morada na minha...
" Gosto de quem olha com doçura, nunca perde o encanto. Gosto de quem se arrepia com uma música, sente uma lágrima rolar com um filme e se alegria com uma lambida de cachorro. Gosto de quem sorri ao ver uma criança, de quem mantém seu lado puro, de quem entende que a vida é melhor quando a gente observa o que acontece com olhos inocentes. "
Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de palavrar. As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas. Talvez porque a sensualidade real não tem para mim interesse de nenhuma espécie - nem sequer mental ou de sonho -, transmudou-se-me o desejo para aquilo que em mim cria ritmos verbais, ou os escuta de outros. Estremeço se dizem bem. Tal página de Fialho, tal página de Chateaubriand, fazem formigar toda a minha vida em todas as veias, fazem-me raivar tremulamente quieto de um prazer inatingível que estou tendo. Tal página, até, de Vieira, na sua fria perfeição de engenharia sintáctica, me faz tremer como um ramo ao vento, num delírio passivo de coisa movida.
Como todos os grandes apaixonados, gosto da delícia da perda de mim, em que o gozo da entrega se sofre inteiramente. E, assim, muitas vezes, escrevo sem querer pensar, num devaneio externo, deixando que as palavras me façam festas, criança menina ao colo delas. São frases sem sentido, decorrendo mórbidas, numa fluidez de água sentida, esquecer-se de ribeiro em que as ondas se misturam e indefinem, tornando-se sempre outras, sucedendo a si mesmas. Assim as ideias, as imagens, trémulas de expressão, passam por mim em cortejos sonoros de sedas esbatidas, onde um luar de ideia bruxuleia, malhado e confuso.
Não choro por nada que a vida traga ou leve. Há porém páginas de prosa que me têm feito chorar. Lembro-me, como do que estou vendo, da noite em que, ainda criança, li pela primeira vez numa selecta o passo célebre de Vieira sobre o rei Salomão. «Fabricou Salomão um palácio...» E fui lendo, até ao fim, trémulo, confuso: depois rompi em lágrimas, felizes, como nenhuma felicidade real me fará chorar, como nenhuma tristeza da vida me fará imitar. Aquele movimento hierático da nossa clara língua majestosa, aquele exprimir das ideias nas palavras inevitáveis, correr de água porque há declive, aquele assombro vocálico em que os sons são cores ideais - tudo isso me toldou de instinto como uma grande emoção política. E, disse, chorei: hoje, relembrando, ainda choro. Não é - não - a saudade da infância de que não tenho saudades: é a saudade da emoção daquele momento, a mágoa de não poder já ler pela primeira vez aquela grande certeza sinfónica.
Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, como pessoa própria, a sintaxe errada, como gente em que se bata, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.
Sim, porque a ortografia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha.
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa frequência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim
Tira a máscara que cobre o seu rosto
Se mostre e eu descubro se eu gosto
Do seu verdadeiro jeito de ser
Eu gosto mesmo é de gente que sente, que rasga o coração, fala sem medo, sem culpa,e (quando precisa) até sem pudor.Nada é tão bonito quanto uma alma transparente e um coração que não tem medo de se expor.
Gosto de você,
gosto quando me sorri
e me faz questionar a causa da sua alegria.
Gosto quando senta ao meu lado
e me fala coisas banais
só para ocupar o momento.
Gosto de você
quando se faz de menino carente
e me rouba beijos, me pede carinhos.
Quando se mostra um homem maduro
protege-me
acalma-me num longo abraço.
Gosto de você
quando viaja comigo nos meus sonhos,
fazendo de conta que são os seus.
Quando me ajuda contar as coisas que vivi
como se tivesse vivido também.
Gosto quando fica orgulhoso
em estar ao meu lado.
quando me faz sentir um rainha
ao me dar tanta atenção.
Gosto de você
sempre,
mesmo quando não está em um bom dia,
mesmo que sua cabeça esteja com preocupações
pois elas jamais tiram de você
o humor que tanto te move.
Gosto,
gosto muito de você,
pois você sabe muito bem como
me fazer gostar sempre
e sempre querer estar junto de você!
Chuva com gosto de vinho,
Sm de jazz ao fundo,
O gosto amargo, desfrutando a fundo minha alma,
O vinho é de doçura, que jogo-lhe a garrafa ao chão.
Ridículo veneno doce,
Devias ser de tão mais amargo que minha saudade...
sou romântica sentimental e chorona
gosto de receber flores, bilhetinho no ímã da geladeira torpedos de bom dia, boa noite e de eu te amo. Adoro ser convidada pra dar um rolé, sair jantar fora, ir ao cinema, mas não pensa que sou tola e me contento assim facilmente, quando está comigo é a hora que prova se de fato todas as outras atitudes correspondem as minhas expectativas.
Estar perto nem sempre é estar junto.
Abraçar não é apenas dar os braços.
Beijar não é um simples toque de lábios, é a entrega do seu interior a alguém que você aprendeu a confiar.
Porque eu gosto é de calor, Zé, e que de preferência me arda na pele. Frio, pra mim, só a dois e um cobertor de testemunha. E, ainda assim, vai ter calor.
COMO SE FOSSE DESPEDIDA
Aquele beijo, pensei que fosse o último nosso.
Teve um gosto diferente imaginei...
Havia uma gota de saudade
E distância misturada
com a lágrimas do seus olhos...
Aquele nosso até mais, vou morrer de saudades.
Foi como um adeus...
Pois não vi mais você
Tudo ficou difícil tudo ficou distante..
Sei lá.
A sua imagem vem na memória
me passa um flash dos bons momentos oportunos que tivermos
Não perdi a esperança muito menos a coragem
Vamos nos ver novamente
nossa alma sente isso nossos corações
sentem isso...
Tenha apenas paciência meu amor...
Poema
E era tudo
Era a carne
Era a pele e era o toque
Era o cheiro e o gosto
Era a paixão e o cuidado
E era tudo
Era tudo, mas não era a alma
E sem a alma, a carne apodreceu
A pele enrijeceu
O cheiro perdeu o odor
E o gosto o tal sabor
A paixão ficou sem palpitação
E o cuidado perdeu o afago
Porque era tudo, mas não era amor.
Gosto da rotina do meu dia a dia, da simplicidade da minha vida, da eternidade dos meus afetos, do aconchego do meu mundinho.
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