Ja Chorei de tanto Rir
Poesia: 2/12/22
Me arrependo de não ter admirado mais aquele sorriso
Lindo, bonito e espetacular
Perfeição que se fala?
Também tinha aquele olhar que me seduzia e me lembrava o luar
Acho q um foi feito para o outro
Como o Céu e o Mar
Nome: Que pena
Saudades de te falar, conversar e dizer.
Eu não sou muito observador,
Porém, o óbvio é notável
Meu palpite pode ser certeiro
Você não quer mais meu afeto e atenção
Meu ego não deixa eu falar,
Mas com o tempo eu vou deixando pra lá
É uma pena, porque ainda vamos conviver por mais 1 ano
O clima meio desagradável vai ficar
Eu e Deus sabemos o real motivo por não ter dado certo,
Eu fiz algo errado e ocultei
Aprendi a lição, se houver outra chance com alguém
Serei verdadeiro e se isso for um problema
Então nada poderei fazeres.
Eu estava cego, eu estava surdo.
E por causa disso, demorei pra ver o que estava diante dos meus olhos.
Um homem, mas não um homem qualquer, e sim o Nazareno, que me amou e ainda me ama. Infelizmente eu demorei para encontrar este amor que sempre esteve diante dos meus olhos. A minha ignorância me fez cego, a minha ignorância me fez surdo.
Título: não quero um amor irreal
não quero um quero um amor irreal
não quero só uma ficada
não quero vc lá e eu aqui
quero amar só mais uma vez
mas dessa vez que que seja pra sempre
até que a morte nos sepere
que o presente não venha ser ausente
mas que a gente possa compartilhar
dores
carinhos
tristezas
e muitas alegrias
eu só não quero viver algo ilusório
como eu ja vivi algumas vezes e no fim eu vi a garota que eu gostava seguindo um caminho diferente do meu
Não quero um amor irreal, quero um amor real
que tenha princípios
Quero amar a minha futura namorada, minha futura companheira, minha futura esposa dá mesmo maneira que Cristo amou a igreja.
Em pleno século 21 e as universidades abrindo seus portões para esquizofrênicos darem palestrassobre homens feitos de barro e mulheres feitas de costelas.
A poesia do meu silêncio é definida pelo fato de não ter para onde ir, assim mergulho em mim para não voar em direção ao vazio que me cerca.
Penso no Futuro enquanto me afogo no Presente, acorrentado ao Passado que me puxa de volta para a origem da caverna, uma caverna tão escura, mas o Futuro me ilumina em um convite lúdico de volta para casa, uma casa tão iluminada, infelizmente o Presente me afoga, me afoga.
Observe enquanto me afogo no vazio e naturalmente continue a caminhar em círculos infinitos de dor e amor, enquanto me afogo no vazio por não compreender o círculo da dor e do amor, então apenas continue, caminhando, em círculos infinitos, enquanto eu me afogo no vazio simplesmente porque decidi apenas seguir em frente.
Escrevo minha respiração nesta folha para que você possa sentir o ar que me consome nesta combustão através de uma chama de misericórdia surgida no interior da caverna que me aprisiona agora e diante dos teus olhos se faz a minha ausência, então te deixo esta folha, onde habita o ar, que consome a minha respiração, escrita aqui.
As palavras são adornos do coração, sua melodia nossa pulsação, quando cada verso destila nossos sentimentos, nada é em vão.
Livre-se das sombras que inundam seu coração
Feche os olhos e abra um sorriso
Lembre-se de que nada é em vão
Quando tudo parecer perdido
Encontrarás a solução
Lembre-se, nada é em vão...
É sempre 8 ou 80
Minha mente sempre bem intensa
Sentimentos que vem e vão
Nem sei se estou são
Minha vida é uma música
Começa no Si e termina no Dó
Meu estomago sempre dá um nó
Toda vez que ela muda
Será que estou vivendo errado
Pela dúvida paguei caro
Sou um autosabotador nato
Cansado pelo fato
Fato esse que não aprendo
As vezes sou bem lento
Pertenço, mas não me encaixo
Perco, mas não saio
O tempo devora tudo
A vida é escrava do tempo
Ele jamais volta atrás
Nem corre antes da hora
O tempo escolhe o momento
E os momentos completam o tempo
Nada será como antes
Nem o ontem pode ser renovado
E o velho nunca remontado
A vida segue seu rumo
Pelos caminhos que formam o mundo
Te mostrei o caminho
Mesmo estando sozinho
Nada mudará
E o que foi
É tudo o que será.
