Ja Chorei de tanto Rir

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Nunca espere nada de uma pessoa,você só vai se decepcionar.Fique feliz,você já fez sua parte em querer o bem dela.

Já perdi as contas de quantas vezes em minha vida me questionei sobre minhas inclinações e vontades. Sempre tive medo de julgamentos e nunca fui tão confiante como eu queria. Perdi as contas de quantas vezes escolhi me esconder atrás do que os outros dizem ser o melhor para mim, ou para eles, eu nunca soube distinguir a diferença. Mas por muito tempo eu tive medo de ser eu mesma, sempre fiz aquilo que os outros esperavam que eu fizesse. Em muitos momentos eu preferi sofrer calada, não suportava a ideia de ser apontada por outras pessoas, então eu me calava.
Só que um dia eu percebi que eu estava errada. Que viver daquele modo não estava fazendo de mim uma pessoa melhor e que mesmo não agradando a todos eu pelo menos estava sendo eu mesma. Finalmente eu fiz uma escolha em minha vida onde eu não estava me importando com outras pessoas. Nessa escolha era simplesmente eu. E não que a partir de agora eu vá optar pelas melhores escolhas ou que vão me fazer feliz e satisfeita, claro que não. Mas, independentemente de qual o desfecho eu sei que de todas eu terei uma lição. Do que foi bom vi que poderia continuar sendo bom ou melhor e do que foi ruim vi que poderia não mais fazer, mas também refiz muitas coisas por não acreditar que fosse tão ruim assim, errei muitas vezes e em outras me surpreendi. Engraçado, como acreditar mais em mim fez como que eu realmente me tornasse uma pessoa melhor, porque simplesmente eu estava sendo eu mesma, sem influências ou medos. E não importa o tamanho do meu problema, eu sei o tamanho da minha força e mais do que isso do Deus que me acompanha e não me abandona em nenhum momento.
Eu sei que não importa o tamanho da tempestade eu vou passar por ela, sei que vou fraquejar, que vou cair, mas sei também que vou me reerguer e vou sair de cabeça erguida. Sei que vou me arrepender de muita coisa, mas também me orgulhar de muitas outras. Não que eu vá ser melhor do que ninguém, porque eu não acredito que exista alguém melhor que os outros. Mas serei a melhor dentro das minhas limitações, serei a melhor diante dos meus medos e receios. Serei a melhor diante das minhas qualidades e mais do que isso eu serei eu mesma. E apenas isso já fiz de mim alguém especial o suficiente para entender que não existe ninguém melhor que eu. Porque eu sou única e só eu posso fazer aquilo que minha existência nessa vida pede de mim. Só eu posso evoluir diante das minhas dificuldades, só eu posso ser melhor do que eu já fui um dia. E essa consciência de mim que faz com que eu queria cada dia evoluir mais, mesmo sabendo que vou fraquejar, mesmo sabendo que nem tudo são flores. E eu sei que nada é tão ruim que não possa piorar e nada é tão bom que não possa ser ainda melhor!

Que nunca me falte a força e coragem de lutar para seguir sempre em frente, meu caminho já está trilhado, só preciso saber por onde andar.

Quando você acalmar o seu coração, vai perceber que Deus já acalmou a tempestade e paralisou o vento que atormentava a sua vida. O medo impede você de ver o Senhor agindo em seu favor.

A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.

Já diz o velho ditado: quem tá junto, tá junto.

As pessoas se afastam porque já observaram, sentiram, dialogaram e, por fim, cansaram de ser trouxas.

Eu já sou dramática demais, para ter que aturar drama alheio.

Nem sei por onde começar essa carta que já nasce atrasada... Justo eu que sempre soube lidar tão bem com as palavras, agora estas estão fugindo-me entre os dedos. Logo eu que sempre fui a dona da verdade, agora não sei o que te falar. Onde encontrar palavras em uma madrugada silenciosa, onde o mundo dorme e eu permaneço aqui acordada. São exatamente 3:45hs e tudo é um silêncio assustador que eu não sei se um dia o tempo apaga. Queria saber de você. A verdade é que achei que seria melhor assim. Talvez tenha sido! Mas o meu coração não se convence disso. Tenho pensado em muitas coisas, em tudo que eu nunca te contei. A verdade foi que eu menti. Sim! Eu nunca te amei, eu estava naquela relação por conveniência, comodismo talvez. Você sempre fez tudo por mim, procurar outro pra quê? Eu não tinha essa necessidade. Te trai muitas vezes. Você nunca desconfiou, caso contrário você soube disfarçar muito bem. Apesar das minhas besteiras, era para você que eu voltava. Confesso que até a tristeza era mais feliz do seu lado. Obrigada por ter me amado tanto. Desculpe por eu nunca ter te dato o devido valor! Não precisa responder essa carta, sei que talvez você nem vai abri-la e eu te entendo perfeitamente. Até qualquer dia desses em qualquer esquina da vida.

Dizem por aí que a vida imita a arte. Eu já acho o contrário, acho que a arte que imita a vida!♀️

Ás vezes, tudo o que você quer, você já tem ... basta organizar as prioridades.

A interpretação que fazemos do outro é apenas um fragmento de tudo o que já conhecemos e projetamos sobre aquele indivíduo. Assim, para nós, o outro é mais uma extensão de nós mesmos do que de sua própria essência.

Muitos "amigos" só aplaudirão depois que você já estiver no topo da montanha. Não espere incentivos durante a escalada!

Muitas noites mal dormidas,muitas, sem dormir, choros, incertezas e subestimações. Mas já dizia o poeta: Quem acredita sempre alcança...
Senti uma solitude de 365 dias, privações e frustrações.
Enquanto uns viviam o presente, eu vivia em um futuro incerto.
Tropecei e cai por vezes,com o grito engasgado na garganta, restavam somente as lágrimas.
Finalmente,hoje me levanto sem limitações, as lágrimas,são de emoção.Transpassam pelos olhos e escorrem por pele, alma e coração,e o que era amargo, torna-se doce.

Já estou morto, mas não há sangue nem uma cena do crime. Já estou morto, mas ninguém percebeu — e nunca irá perceber. Por dentro, já sou vazio; minha alma se esgotou. Meus olhos perderam o brilho, e minha mente encontra-se no limite. Minha decomposição já se iniciou, não a da pele ou dos órgãos, mas a da minha pura e única essência. Estou lentamente me esvaindo, perdendo de mim mesmo, sem poder fazer nada além de espectar o meu próprio sofrimento lento, duradouro e mortal."

Pastores que pedem voto para concorrer à política já conseguiram vagas para ocuparem uma posição no inferno.

John Donne já sugeria que nenhum homem poderia existir sozinho. Ele afirma que nós somos todos interligados, e que a perda de um ser humano é também a nossa perda. Nesse mesmo sentido, a morte de uma pessoa é a nossa própria morte, ou seja, cada vez que os sinos dobram, a humanidade perde algo precioso: uma vida, e, com ela, toda uma história. O som dos sinos é um lembrete de nossa própria mortalidade, de nossa própria fragilidade.

Cabe ao professor transmitir ao aluno o que a Humanidade já aprendeu acerca de si mesma e da natureza, tudo o que ela criou e inventou de essencial.

"Gritamos por sinais quando a resposta já está escrita no silêncio da nossa intuição; o óbvio não precisa de tradução, precisa de coragem."

O arranco da morte

Pesa-me a vida já. Força de bronze
Os desmaiados braços me pendura.
Ah! já não pode o espírito cansado
Sustentar a matéria.

Eu morro, eu morro. A matutina brisa
Já não me arranca um riso. A rósea tarde
Já não me doura as descoradas faces
Que gélidas se encovam.

O noturno crepúsculo caindo
Só não me lembra o escurecido bosque,
Onde me espera, a meditar prazeres,
A bela que eu amava.

A meia-noite já não traz-me em sonhos
As formas dela - desejosa e lânguida -
Ao pé do leito, recostada em cheio
Sobre meus braços ávidos.

A cada instante o coração vencido
Diminui um palpite; o sangue, o sangue,
Que nas artérias férvido corria,
Arroxa-se e congela.

Ah! é chegada a minha hora extrema!
Vai meu corpo dissolver-se em cinza;
Já não podia sustentar mais tempo
O espírito tão puro.

É uma cena inteiramente nova.
Como será? - Como um prazer tão belo,
Estranho e peregrino, e raro e doce,
Vem assaltar-me todo!

E pelos imos ossos me refoge
Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre!
O corpo que foi meu! que lodo impuro!
Caiu, uniu-se à terra.