Ja Chorei de tanto Rir

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⁠A perplexidade do viver é permanecer vivo na memória, mesmo quando o corpo já não caminha entre nós.

Inserida por OSMANFREITAS

⁠Quando vier a primavera, e se eu ja estiver morto, as flores florirão da mesma maneira que na primavera passada, as arvores não serão menos verdes igual da ultima leva da primavera passada.
A realidade não precisa de mim, as pessoas não precisam de mim. Sinto uma alegria enorme em pensar que minha morte não tem importancia alguma.
Se eu soubesse que amanhã morria, e a primavera fosse depois de amanhã, morreria contente, por que ela era depois de amanhã, se esse é seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real, e que tudo esteja certo, e gosto porque assim seria mesmo que eu não gostasse, por isso, se eu morrer agora morro contente, por que tudo é real, tudo está certo.
Podem dançar e bailar ao lado de meu caixão se quiserem, se quiserem podem até rir de minha morte, não tem preferencia pra quando já não puder ter preferencias...
“O que for será“

Inserida por marsola

⁠Você já se perguntou: "Tenho confiado na graça de Deus para me transformar, ou apenas me apoiado na intenção de mudar?"

Inserida por macjhogo

⁠" SER OU NÃO SER "

Pois é: ser ou não ser! Eis a questão…
Serei o que já sou sem o saber
ou não serei o que nem sei dizer
já visto que ando sempre à contramão?

É para ser ou não? Vou me abster…
Não tenho, para tanto, compreensão
e já nem sei se sou quem sou, então…
Melhor nem crer que sou do que descrer!

Me dizem para ser, mas não o são…
Contesto e já escuto um palavrão
que não condiz também com o ordenado…

Não ser, ou ser… Questão ainda aberta
que põe meus pés na via, a mim, deserta
sem dar resposta alguma ao questionado!

⁠" A MORRER "

Durante o tempo todo já sabia
que ao fim, na apoteose, o seu enredo
não mais teria encanto e nem segredo
restando só manter a fantasia!

Fez de confete o anseio seu, o medo,
e a serpentina envolta na magia
foi toda essa paixão que lhe envolvia
que, bem sabia, acabaria cedo.

Mas desfilou seu sonho na avenida
completamente tendo, a alma, cingida
a congelar, o tempo, um só instante…

Viveu intensamente o seu momento
com todo o ardor real do sentimento
como a morrer pra tudo o mais restante.

⁠Não existe pressa para quem está aprendendo a sentir. Sentir já é demora suficiente

Inserida por Luiza_Grochvicz

⁠Tem gente que vive leve não porque não sente, mas porque já aprendeu a carregar o peso sem se esquecer de respirar.

Inserida por Luiza_Grochvicz

Hoje não existe o tal de casamento tudo que tem que acontecer já a conteceu, por isso não flui mais casamento ⁠

Inserida por Edpoeta74

⁠Quem experimenta o amor, já sabe o sabor de Deus.Ter fé
é saber amar. Que
Deus nos abençoe e nos proteja das ciladas dos inimigos, visíveis e invisíveis

Inserida por SolSorte

⁠🌿 “Ele Me Viu Quando Eu Me Perdi”
Eu já me perdi tantas vezes…
Nos braços errados,
nas palavras vazias,
na pressa de ser amada por quem nem sabia amar.

Me vesti de sorrisos,
mas por dentro… eu só chorava.
Me calei pra não incomodar,
me entreguei pra não ser esquecida.

E mesmo assim…
eles foram.
Levaram partes de mim
como se eu não fosse mais do que um momento qualquer.

Mas Ele ficou.

Ficou quando eu desabei sozinha no quarto.
Ficou quando minha alma gritou em silêncio.
Ficou quando eu pensei que ninguém me escolheria.
Ficou quando eu achei que não era mais digna dEle.

Porque Ele me viu…
quando eu já não via mais valor em mim.

Ele viu a menina machucada
e a chamou de preciosa.
Viu a filha quebrada
e a chamou de restaurada.

“Não temas”, Ele disse.
“Eu sou contigo.
Eu te tomo pela mão direita
e digo: Não te deixarei.”

(Ele jurou. E Ele cumpre.)

E agora…
Eu não corro mais atrás de quem vai embora.
Eu caminho ao lado de Quem sempre permanece.

Eu sou a que foi esquecida por muitos,
mas escolhida por Deus.
A que caiu, sim —
mas caiu nos braços certos.

Inserida por ana_clara_xavier

⁠Como uma manteiga posta suavemente em uma frigideira que há tempo já estava quente, esperando-a.
Desliza escorregando da colher bem devagar e quase não se soltando. Até que se desprende da colher se despreguiçando.
E em uma perfeita transição da colher para a frigideira, toca seus pés na superfície dura e quente e se derrama alongando, se deitando, derretendo-se toda a molhar a frigideira por todos os lados.
Consegue ouvir o som da cena? O chiado da manteiga, se assentando a frigideira e escorregando devagar, é uma sinfonia de gemidos.
Um prazer mordiscado.

Inserida por alvesiury

⁠Já amei demais, já esperei demais, já acreditei demais… Agora, eu observo. E se não for recíproco, prefiro minha própria companhia.

Inserida por danrattess

"... ⁠Eu ficarei orgulhoso de receber a explicação,
já que me vivo a Quintanar de amar,
o amor em sua extensão.

Até resgatei um modesto conceito,
desses que se declara numa ciranda de amigos,

- O amor, é tão somente, o infindo sopro, se fazendo vida..."

Extrato Carta a Mia Couto

Inserida por carlosdanieldojja

⁠"A Fúria que Não Tem Nome"
(versos de fogo para uma alma que já cansou de engolir fumaça)

I
Há um nó aqui dentro.
Não sei há quanto tempo ele mora em mim,
mas sei que ele cresceu.
Como tumor que ninguém vê,
mas todo mundo sente o cheiro.
Um cheiro doce de podridão.
Um perfume de promessas esquecidas,
de perdões que eu concedi,
mas que ninguém nunca me pediu.

II
Quantas vezes calei?
Mais do que se conta com dedos,
mais do que se escreve com sangue.
Porque sim, já sangrei.
E ninguém percebeu.
Ou perceberam...
mas disseram que era drama.

III
Eles sempre dizem.
Drama.
Mimimi.
Vitimismo.
Mas não vi ninguém rindo quando precisei sorrir por todos.
Não vi ajuda quando o peso era meu,
mas as mãos? Nunca.

IV
Segura tua raiva, diziam.
Seja maior.
Engole.
Sorria.
Concilie.
Ceda.
Por quê?
Por que sempre eu?
Por que sempre os bons precisam ajoelhar?
Por que sempre quem ama é quem apanha mais?

V
Ah, como me disseram que isso passaria.
Que o tempo cura.
Mas o tempo só deixa a ferida cheirar mais forte.
Ela não cicatriza.
Ela lateja.
Ela me acorda às 3 da manhã,
quando lembro do que fiz por quem não faria nada por mim.

VI
Fui escudo.
Fui abrigo.
Fui chão.
E agora sou caco.
Cacos que ninguém quer varrer.
Porque ferem.
E ninguém quer se cortar com os pedaços da dor que causaram.

VII
Quanta covardia com nome de amor.
Quantas mentiras com cheiro de cuidado.
Quantas mãos estendidas, mas só para me empurrar.

VIII
Sabe aquela vontade de gritar?
Ela já virou música dentro de mim.
Sinfonia de gritos mudos.
Orquestra de socos que nunca dei.
De tapas que minha alma levou —
e que ninguém viu,
porque eram com palavras.
E palavras doem mais.

IX
Às vezes quero quebrar tudo.
Mas não por fúria.
Por justiça.
Por sanidade.
Por mim.

X
Já perdi a conta de quantas vezes repeti:
"tá tudo bem."
Mentira.
Nunca esteve.
Mas era mais fácil assim.
Mais fácil do que explicar um coração que transborda raiva
e ninguém quer ouvir.

XI
Agora chega.
Se você leu até aqui,
sinta.
Não fuja.
Essa ardência nos olhos não é fraqueza.
É acúmulo.
É história.
É verdade que ninguém quis escutar.

XII
Deixa arder.
Deixa queime.
Não por vingança.
Por libertação.
Mas escolha bem:
não se torne quem te quebrou.
Não mude tua essência —
mude tua direção.

XIII
O ódio, sim, é uma faca.
Mas quem segura decide onde cortar.
Se nas correntes…
ou nos outros.

XIV
Olha em volta.
Olha dentro.
Lembra de tudo.
Lembra de cada vez que engoliu seco.
De cada ‘deixa pra lá’.
De cada ‘tanto faz’.
De cada ‘isso passa’.

XV
Agora, grita por dentro.
Mas grita alto.
Até que só reste o eco.
Até que tua garganta interna sangre.
E então…
silêncio.

XVI
Porque depois do grito, vem a decisão.
Não te direi quem merece tua fúria.
Teu ódio.
Tua ruptura.
Teu fim.
Mas eu sei que você sabe.
E saber já é o começo da vingança que liberta.

Inserida por vct_games

Mina da praia

⁠Mina da praia, mina de amor
Vais chorar por mim?
Mina que conheci ali,
Já sente o que senti?

Tão claro quanto preto e branco,
O nosso amor se encontrou,
Entre linhas, entre artes,
Nossas emoções se formam,
Meta ventus, lista e mar...
Meu amor, vou sempre te amar.

Mina que conheci na praia,
Copacabana, Santos, bar,
Mina que nunca mais vi,
Espero que esse amor
Não venha a se acabar.

E ao escurecer do dia,
Estrelinhas vão me dizer
Que entre mar e almirante estarão
Somente por você...

Inserida por WalyssonLima

⁠Não Me Encolho

O que eu sei é o que eu senti.
E isso já diz muito sobre mim.
Sobre minha capacidade de sentir, de estar presente, de querer algo além da superfície.
E por mais que isso doa agora, sei que não é fraqueza. É força.
É coragem de não viver na superfície.
É coragem de não me encolher por medo de ser “demais”.

Então escrevo. Não para ele, mas para mim.
Para lembrar que sentir não é erro.
E que a falta de resposta do outro não invalida a minha entrega.

Inserida por claiverolivrs

⁠já pensou

Um dia da vida 2 pessoas estarem verdadeiramente prontas e se encontrarem

Dividirem suas dores e expectativas

E decidirem amparar-se se compreenderem e viverem uma grande história

Creio que isso é maior que o tal do amor

Narrado e poetizado por muitos e vivido tão poucas vezes por poucos

Inserida por emersonadriano

⁠Devo continuar?
Ou já desisti sem saber?
Se eu parar agora, será autossabotagem?
Ou apenas exaustão disfarçada de escolha?

Eu gosto do que faço.
Mas por que é tão difícil?
Por que parece que o mundo
sempre quer mais do que eu posso dar?

Ser bom não basta.
Ser bom não paga as contas,
não abre portas,
não põe comida na mesa.

Preciso de mais.
Mais resultados, mais reconhecimento,
mais do que apenas um "você está indo muito bem".

Investir... ou desperdiçar meu tempo?

Essa pergunta me assombra como uma sombra.

Qual é o meu valor?
Será que eu tenho um?

Às vezes sinto que não tenho.

Às vezes sinto que sou apenas mais uma pessoa
tentando parecer inteira
com pedaços mal se segurando.

Mas eu não quero voltar.

De volta àquele lugar escuro,
frio e sem rumo.

Com medo de quê?
De fracassar? De ter sucesso?
De me olhar no espelho
e não saber quem eu sou?

Eu não sei.
Mas eu ainda estou aqui.
E talvez...
talvez seguir em frente
seja o grito mais alto que eu possa dar.

Inserida por KervenWebert

⁠“Quem não assume riscos já escolheu perder oportunidades.“

Rafael Serradura, 2025

Inserida por Serradura

⁠" DISTANTE "

Se foi! Distante vai na longa estrada
e já não tem mais volta ao que antes era!
Se fez simples momento, uma quimera
a ser posta de lado e abandonada!

Deixou, como registro nessa esfera,
resquícios, cicatrizes da jornada
porquanto a alma inquieta, ali, marcada,
neste abandono insiste, em triste espera.

As gotas de um riacho correm, leves,
cientes que os instantes curtos, breves,
não mais retornarão ao leito de águas…

Distante vai, na longa estrada, o amor
deixando, aos lábios teus, o dissabor
e o gosto tão amargo de tuas mágoas!



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