Isso Ja Nao me Pertence mais

Cerca de 781120 frases e pensamentos: Isso Ja Nao me Pertence mais

Horário de verão é igual ex vitalício. O relacionamento termina, mas a gente já fica apreensiva porque ano que vem sabe que vai voltar!

Inserida por LiAzevedo

Eu estou tão calma, mas tão calma, que já estou começando a sentir medo de mim...

Inserida por LiAzevedo

Eu só falei porque meu coração já começava a disputar espaço com as palavras em minha garganta.
Sairia um ou o outro.
Eu optei pela saída das palavras!

Inserida por LiAzevedo

Quando você enterra um amor que já morreu, passado o luto, você se descobre vivo(a) novamente. Quando você tenta matar um amor enterrando-o vivo, você morre, e ele nunca!

Inserida por LiAzevedo

Sabe quem menos está preocupada(o) se eu me casei, se eu já tive filhos, se estou rica, se alguém me banca?
Eu.

Inserida por LiAzevedo

Já parou pra pensar que quando você puxa o tapete de alguém, geralmente sobe muita poeira e ela vai toda para trás, exatamente onde você está? Cuidado com os pulmões.

Inserida por LiAzevedo

Você já parou pra constatar que todas as vezes em que alguém ou a vida me puxa o tapete, eu aproveito para fazer uma coisa que eu adoro: voar!
Já parou pra pensar que você não voa porque suas asas podem estar atrofiadas pela inveja?
Nós somos iguais.
Ambos temos asas.
Tente usar as suas, quem sabe você para com essa mania chata de me olhar de baixo pra cima!

Inserida por LiAzevedo

A única coisa que você deveria ter feito era ter fugido de mim. Já que se deixou ficar, faça-me o favor de permanecer então!

Inserida por LiAzevedo

Se eu já tentei te encontrar em outras pessoas?
Algumas vezes.
Muitas vezes.
E o que aconteceu?
Até hoje eu estou ME procurando.

Inserida por LiAzevedo

O mundo já acabou tantas vezes para mim, e eu o reinventei, que se acabar hoje também, só vou ter o trabalho de reconstruí-lo mais uma vez!
E quer saber?
Isso fica mais fácil a cada reconstrução.

Inserida por LiAzevedo

1- Tenho uma sósia que se chama Laura. Já me confundiram com ela em Goiânia, na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, na cidade de Goiás, Uruaçu, dentre outros lugares (Se algum dia falarem que fiz alguma coisa errada, foi ela).


2 - Evangélica, saia nos joelhos, nenhuma maquiagem, cabelos na cintura, já cantei e preguei, quando criança, para públicos enormes.


3 - Pulei a primeira série. Fui direto para a segunda.


4 - Minha primeira expulsão de sala de aula se deu na quinta série, na companhia de uma amiga que está no meu face. Fingi que fui embora e fui para o banheiro até a aula terminar. Aluna exemplar, fui obrigada a falsificar a assinatura da minha mãe para não apanhar.


5 - Cheguei atrasada na 2° fase da OAB na primeira vez em que prestei. Tava de ressaca. Passei no exame seguinte.


6 - Minha primeira viagem internacional foi para Inglaterra, e como a grande maioria das posteriores, foi para transformar chifres em asas. Funciona. Sempre.


7 - Sou sonâmbula (bato altos papos dormindo, saio, ando, portanto, se algum dia alguma coisa também acontecer, lembre-se: sou sonâmbula) .


8 - Odeio cantadas iniciais, abordagens etc. Pelas redes sociais então, putz!! Bloqueio quem fica me mandando "Oi, linda", "Bom dia, tarde, noite". Sou eu quem toma a iniciativa. Sempre.


9 - Adoro estrada, dirigir na BR, sozinha, e ouvindo Duffy.


10 - Só tive coragem para postar o que escrevo depois que uma amiga do face me descobriu no site pensador. E falou assim: é você, não é? Gratidão eterna, Rosangela Dumont!


11 - Quando entrei na polícia minha família achava que eu seria a Cadete Laverne Hooks ( -Por favor, senhor! Mãos na parede senão eu chamo a tia Nice!). Coincidência ou não, nascemos no mesmo dia do mês de maio, e temos a mesma altura. Pouca altura!


12 - Em Albufeira, no Algarve, em Portugal, eu não queria sair e a Lu Albernaz me "obrigou". Na rua das boates, bebi todos os shots de tekilas, vodkas e outros oferecidos às mulheres. Os meus e os dela. Subimos e descemos a rua várias vezes. No final, ela também me obrigou a ir embora. Áh, e cantei "Ai se eu te pego", no karaokê em Vilamoura. Não há vídeos ou outras testemunhas do fato que me conheçam. Assim espero.

Inserida por LiAzevedo

⁠Um beijo de leve a acordou, interrompendo o sono tranqüilo que experimentava já nas primeiras horas da manhã. Era ele que continuava ali, do outro lado da cama. Trazia um lindo sorriso nos lábios, mas os olhos denunciavam a angústia de uma noite em claro, mesmo estando ao lado de seu maior desejo, o desejo de tantos anos...
De propósito, ela apenas sorriu e voltou a fechar os olhos. Tudo estava confuso. A cabeça, recostada a um travesseiro que não usava habitualmente - é, ele se esquecera de que ela dormia sempre sem travesseiro – doía, pesava, rodava. Talvez precisasse de mais uma dose para se equilibrar entre tantos sentimentos contraditórios, ambíguos, desconexos. Qualquer coisa. Uísque, vodca, tequila, licor, gim, cachaça! Qualquer paliativo que tornasse aquele momento menos sofrido, doloroso, indigesto, seria muito bem vindo! Mas o que se via à frente era um lindo café da manhã: suco, leite, biscoitos amanteigados, uma fatia de queijo, café, torradas, e uma flor a ornamentar aqueles longos minutos tão repletos de espinhos. Para seu desespero, nada de álcool!
Não precisava se vestir. Ainda estava vestida. Sentou-se à cama, arrumou os cabelos, passou as mãos pela blusa na tentativa de desamarrotá-la, e lentamente percorreu com os olhos cada detalhe daquele quarto que já conhecia tão bem. O quadro à parede era o mesmo, abstrato, em tons de dourado e de salmão. A cama era a mesma, confortável, grande, quadrada. O closet era o mesmo. As paredes ainda mantinham o mesmo tom. Ele era o mesmo. Então, o que mudara?
Ele continuava inerte, à espera de alguma palavra, algum gesto, algum carinho, alguma explicação. Sua impaciência contrastava com o olhar perdido dela, que não se fixava em ponto algum. O silêncio era tão perturbador que nenhum dos dois conseguia sequer deixar escapar por entre os lábios um mero bom dia.
Subitamente, como se saísse de um estado hipnótico, ela calçou os sapatos, levantou-se e, a passos lentos, caminhou até a poltrona onde deixara sua bolsa. Tomou em mãos a chave do carro, observou sua imagem ao espelho, voltou-se para ele, olhou-o nos olhos, deu-lhe um beijo à face, e saiu.
Dessa vez não batera a porta como já fizera outras tantas. Muito ao contrário, fechou-a com tanto cuidado que nenhum som se ouviu propagar naquele corredor que já fora palco de tórridas cenas de paixão ou de total descontrole emocional, como já diziam alguns. O fato é que ela não tinha mais o direito de machucar quem lá dentro ficara.
Nada naquele apartamento mudou. Nada naquele corredor mudou. Nada nele mudou. Mas ela já não era mais a mesma. E isso era motivo suficiente para não mais voltar aos braços daquele que um dia ela tanto amara...

Inserida por LiAzevedo

⁠Eu escrevo sobre o passado e principalmente sobre o que/quem já está e permanecerá lá.

Inserida por LiAzevedo

⁠Há sempre alguma coisa que já morreu nos eleitores da direita. Geralmente são os sonhos.

Inserida por LiAzevedo

⁠Natal en Rose


Era véspera de Natal. Ela tinha apenas sete anos, mas já sabia que Papai Noel não descia pela chaminé. Sempre muito curiosa, já conhecia a identidade do bom velhinho que todo o ano visitava-lhe durante a noite, enquanto ela dormia o sono dos anjinhos.

Ainda assim, aquele seria um Natal diferente! Havia uma promessa a ser cumprida!

As horas iam e vinham-se, e o sol teimava em não abandonar aquelas pessoas ávidas por compras, presentes, abraços, carinhos, ceias! E ela continuava a aguardar a noite.

A madrugada de Natal!

Enfim, a lua ofusca o sol, e a noite ostenta o auge da sua beleza, ao vestir-se das luzes natalinas já à sua chegada!

De repente, silêncio.

A ansiedade continuava estampada em seu rosto infantil, mas ela precisava dormir. Dormir para que o Papai Noel chegasse! Só não conseguia...Com seus olhinhos desobedientes, rolava de um lado e outro da cama, contava carneirinhos, e nada adiantava. Estava feliz, todavia não conseguia dormir!
Lentamente, a maçaneta da porta do quarto gira. Era o Papai Noel!

Ela fecha os olhos para não decepcioná-lo, e o vulto de duas pessoas adentra o quarto, balbuciando coisas que não conseguia ouvir. Cochichavam. Ela, ainda com os olhinhos fechados, sente quando lhe beijam a face e ouve quando a porta é cuidadosamente encostada pelo lado de fora.

Rapidamente abre os olhos!

No meio do quarto estava ela, a promessa! Suntuosa, rainha, elegante, majestosa!

Sorrateiramente, desce da cama, contorna o tão esperado presente de todo o ano, admira-o, volta a contorná-lo, acaricia-o. Não podia acender a luz. Descobririam que ela não dormia! Mesmo assim, radiante de felicidade, volta a abraçá-lo, pois mesmo sem o ver, podia senti-lo, conseguia tocá-lo...

No horizonte, os primeiros raios de sol despontam-se.

Papai Noel adentra novamente o quarto para despertá-la, e quem sabe participar da surpresa em seus olhinhos brilhantes! Mas dessa vez, o velhinho apenas sorri da cena que acabara de presenciar: sua pequena estava ali, deitada ao chão, profundamente adormecida, agarrada aos aros de seu presente de Natal.

Carinhosamente despertada, vê que seu presente é cor de rosa, exatamente como ela sonhara! Uma bicicleta rosa! E mesmo sem sair de seu quarto, ela já sentia o vento a despentear-lhe os cabelos, a tocar-lhe a face! A partir dali, desbravaria as pacatas ruas de sua cidade, a equilibrar-se pelas avenidas do lugar que a vira nascer, e agora a pedalar sua bicicleta, inclusive, bem maior que ela!

A vida agora seria rosa, cor de rosa!

- Tão simples...- sonhava seu olhar pueril...
- Pena que não será sempre assim! – lamentou seu Papai Noel, silenciosamente.

E ele tinha toda razão! Mas ainda hoje, sempre que a vida insiste em mudar de cor, as lembranças e sensações desse Natal a retiram do cinza e escombros que por vezes a vida adulta impõe-lhe, e ela sai por aí, pelo mundo, a pedalar mais uma vez sua bicicleta cor de rosa, como se em Mara Rosa estivesse, completamente livre...

Inserida por LiAzevedo

Amor, às vezes eu paro pra pensar em tudo o que eu já vivi, em todos os caminhos que percorri, e fico tentando entender como a vida conseguiu fazer os nossos destinos se cruzarem. E, quanto mais eu penso, mais eu acredito que nada disso foi por acaso.
Eu sempre te disse que nunca tinha sentido um amor de verdade por ninguém. Você foi a primeira pessoa que despertou isso em mim. É um sentimento tão novo e tão intenso que, às vezes, eu me pego perdida, sem saber exatamente como lidar com tudo o que eu sinto. Mas existe uma coisa da qual eu nunca duvido: você foi a mulher que a vida escolheu para mim.
Eu sei que essa nova rotina tem diminuído o nosso tempo juntas. A distância e a saudade apertam, e nem sempre é fácil. Mas também vejo o quanto nós duas estamos fazendo dar certo, mesmo com todas as dificuldades. Isso só me faz ter ainda mais certeza de que estamos construindo algo verdadeiro.
E eu acredito, de coração, que todo esse esforço vai valer a pena. Quando finalmente estivermos uma ao lado da outra, vamos olhar para trás e perceber que cada dia de saudade foi o preço de uma felicidade que sempre valeu a pena esperar.
Eu te amo, minha escolha, meu destino e o amor da minha vida.

Inserida por cinthia_camargo

⁠Acho que tenho uma interpretação muito solta de trabalho porque penso que apenas estar vivo já é tanto trabalho em alguma coisa que você nem sempre quer fazer. Nascer é como ser sequestrado. E depois vendido como escravo.

Andy Warhol
The Philosophy of Andy Warhol: From A to B and Back Again (1975).
Inserida por pensador

Tantos amigos já conheci, tantas alegrias com eles eu vivi, tantos laços me envolvi e tantos outros esqueci.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164

Inserida por NaraNubia

Você já percebeu que a vida é sempre um aprendizado?
A começar pela concepção;
Ser semente e vir a ser gente;
Aprender a mamar;
Aprender a andar e a falar;
Aprender a amar o outro e o irmão;
Aprender a escrever e a ler;
Aprender que chorar é necessário, e te faz desabafar;
Aprender que ouvir não; talvez seja mais propício que o sim;
Aprender a namorar; e a aceitar a rejeição;
Aprender a sorrir, mesmo quando existe algum fim;
Aprender a ser mãe, ser pai e ser lição;
Aprender que filho tem que voar, mesmo sem a sua permissão;
Aprender a envelhecer; ter rugas e se reconhecer;
Pois o bom é saber viver, ensinar e aprender;
E nada disso não teria valor se fosse apenas “TER”.
O ensinamento desta lição é reconhecer que o melhor da vida é você conseguir “SER”.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164

Inserida por NaraNubia

Sorria! Você está vivo! E já está no lucro.

Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164

Inserida por NaraNubia