Isso Ja Nao me Pertence mais

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Ja parou pra pensar. Por mais que a humanidade se divida em povos, culturas e crenças, todos nós chegamos ao mundo pelo ventre de uma mulher.

Toda vez que você pensar que poderia ter feito mais, continuará sofrendo. No fundo, você já fez tudo o que pôde, deu o seu melhor para agradar quem nunca mereceu o seu cuidado. Um dia você vai entender que todo esse esforço foi em vão, viva o tem melhor para você.

⁠Você já passou por coisas piores.

Essa dificuldade é só mais uma prova de que você irá vencer em nome de Jesus. Amém! 🙏

⁠COPO CHEIO
O copo já estava cheio
Talvez só mais uma gota
Para mudar o seu plano
Como esvaziar o receio
Dessa situação tão tosca
Prum taura já veterano
Há que buscar um esteio
E acertar bem na mosca
Para enxugar o Oceano!

⁠A pessoa já acostumada à perversão, ao contrário, irá sempre moderar, procederá da maneira mais abjeta, mas com uma aparência de ordem e de decoro, cuja pretensão é a de levar vantagem sobre os senhores.

Fiódor Dostoiévski
Uma criatura dócil. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.

Já bati muitas palmas pra maluco dançar, só para agradar. Agora estou mais seletiva nas minhas escolhas. Se gosto, aplaudo. Se não gosto deixo passar.

O PREÇO DA EVOLUÇÃO




Já faz algum tempo que venho me observando com mais atenção. Nesse processo de autoanálise, aprendi algo valioso: o preço da evolução.




Como se diz popularmente, abri a caixa de Pandora.

A expressão vem do mito grego em que Pandora, a primeira mulher, recebeu uma jarra contendo todos os males da humanidade — como a doença, a guerra e a tristeza — e, por curiosidade, a abriu, liberando-os no mundo. Restou apenas a esperança no fundo da caixa.




É mais ou menos isso.

No grupo do qual faço parte, dizemos que “é olhar os pontos cegos, é acender a luz no quarto escuro”.




Um dos momentos mais reveladores foi entender meu padrão de funcionamento — onde estavam as manias, os repertórios e as marcas deixadas pela infância. Nosso corpo e nossa mente se adaptam da melhor forma possível para sobreviver. Afinal, era (e muitas vezes ainda é) sobre isso: sobreviver, apesar de tudo.




Ao longo desses dois anos, compreendi que todas as circunstâncias estão interligadas por decisões e ações — tomadas ou não.

Passamos a enxergar tudo com outros olhos.

Como costumamos dizer: com os óculos divergentes.




Hoje, perceber os acontecimentos e entendê-los antes que se tornem complexos demais para resolver é simplesmente extraordinário.




Recentemente, identifiquei um ponto cego.

Quando somos crianças, precisamos de proteção, de um ambiente acolhedor e seguro, onde nossa integridade e nosso intelecto possam se desenvolver sem dependências emocionais.




Mas percebi algo doloroso: a pessoa de quem eu esperava proteção eu tinha medo… medo pela minha própria sobrevivência.

E isso é profundamente problemático na formação de uma criança.




Ela quer desesperadamente ser abraçada, acolhida, acalentada — mas teme, porque justamente quem deveria protegê-la é também quem desperta medo.

Então o corpo deseja o toque, o carinho, o amparo… mas a mente reage com defesa.




Sentimentos confusos, bagunçados, onde se ama e se teme a mesma pessoa com a mesma intensidade. E o que acontece na vida adulta? Transferimos esse padrão para nossos relacionamentos.




Quando começamos a nos envolver com alguém, por mais que o corpo queira se entregar, a mente grita:




“Cuidado! Vão te deixar. Vão te trair.”




A entrega, que deveria ser leve, se torna um campo de batalha entre corpo e mente. O corpo diz: “Vai, confia”. A mente responde: “Não vai, não confia.”




Dias atrás, vi uma publicação de um psicanalista que explicava isso cientificamente — e fez todo sentido.

Ele falava sobre a linguagem biológica das emoções.




Quando estamos felizes, nosso corpo produz quatro neurotransmissores principais:




*Endorfina, que alivia dor e estresse.

*Serotonina, que traz satisfação e bem-estar.

*Dopamina, que motiva e gera prazer.

*Oxitocina, o hormônio do amor e do afeto.




Essas substâncias são como mensageiros do corpo e da alma — regulam humor, sono, apetite e emoções.




Mas quando sentimos medo, entra em cena outro sistema:

O corpo libera adrenalina, preparando-nos para lutar ou fugir, e cortisol, o hormônio do estresse.

Curiosamente, também pode haver liberação de oxitocina, para promover conexão em meio ao medo.




E quando sentimos alegria e, no segundo seguinte, medo ou raiva da mesma situação?

Nosso corpo entra em confusão. É uma mistura química intensa — luta, fuga e euforia coexistindo.




Ah… esse tal de autoconhecimento!

É revelador, libertador e, ao mesmo tempo, desafiador.

Como disse no início, é abrir a caixa de Pandora — e ter maturidade para limpar os próprios núcleos emocionais.




É ter as conversas necessárias para recuperar a autonomia de viver uma vida plena, feliz e em progresso. É retirar as travas que nos impedem de seguir.




Costumamos dizer: plano, preço, pagamento e resultado inevitável.

Eu decidi pagar o preço de limpar meus núcleos.

E sei que o resultado será excelente — porque é inevitável.




Afinal, tudo muda quando alguma coisa muda!




Albert Einstein disse:




“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”




Essa frase me toca profundamente. Ela nos lembra que a expansão é irreversível. Ao absorver uma nova perspectiva, nossa mente se transforma — e não há como voltar atrás. Estar aberto ao aprendizado é o que impulsiona o crescimento e a inovação. Cada nova ideia nos convida a ver o mundo por outro ângulo. E, depois disso, nunca mais seremos os mesmos. Agora, com uma nova visão sobre as circunstâncias, só me resta viver conforme dizemos por aqui:

-Vai pra vida. Ela te espera!



Ana Cláudia Oliver-09/10/2025

O cliente mais barato é sempre o que já é seu.

A guerra mais longa que a gente luta
E entre o que a gente sente e o que a gente já sabe o que se deve fazer..

Você acreditaria que seus pais ou alguém muito mais velho que você já foram mais jovens como você(s) em gerações anteriores a sua?!

⁠Quem já transitou pelos becos em domínio de ladrões sabe que mais vale as cartas que tem na mão do que o dinheiro que carrega no bolso.

O orgulho nos impede de ver e ouvir aquilo que é mais importante para nosso crescimento.
Já a humildade nos dá o dom de percebemos a vida ao nosso redor, mesmo sem os sentidos básicos como visão e audição.

Aquele que já percorreu a estrada até o primeiro milhão, nunca mais esquecerá o caminho.

⁠esses dias eu tava na beira da praia, e vi que o pôr do sol é uma das coisas mais lindas que eu já presenciei.

Vive como quem já perdeu tudo, e descobrirá que nada pode ser tirado de ti. O desapego é a mais alta forma de poder.

Me apaixonar por você foi a coisa mais fácil que eu já fiz. Nada importa para mim além de você e todos os dias que estou vivo, estou ciente disso. Eu te amei no dia que te conheci, eu te amo hoje e te amarei pelo resto da minha vida."

Arrependam-se e aprendam mais com outros líderes eficazes, se suas lideranças e ministérios já deram sinais de fracassos, fraquezas e fragmentação.

Sabe, já fui mais cinzenta.
Já chorei várias vezes e já me entristeci com a chuva.
Já deixei de esbanjar sorrisos. Já deixei de tentar ser una.

Mas, este aqui agora – este aqui é o teu riso,
Que me acompanha o paço e me faz perder sentidos.
E teus olhos, brilham como diamantes lapidados de sonhos
E tua boca espreme meus lábios
com uma ânsia louca de que o dia não finde.
Não findará, não terminará, acredite!
Somos amor.

depois que cê contou todo o ponto de vista do nosso passado,
ficou mais fácil de te ler já que nos vimos crescer
com cada um designando seu próprio futuro,
cada passo designado pra cada fim,
e isso tudo é só pra te dizer que eu tô feliz assim.

⁠O mais curioso dentro da atual pandemia mundial são os novos hábitos ocidentais adquiridos, já praticados de forma tradicional pelos orientais a muitos anos. Como o uso de mascaras em publico diante de uma doença. Os sapatos deixados na entrada da casa. O cumprimento por reverencia sem qualquer contato físico. O uso de toalhas quentes esterilizadas durante as refeiçoes. Agora uma pergunta que não quer se calar, uma simples coincidência ou uma adequação da cultura oriental para o mundo inteiro,
nestes novos tempos.