Isso Ja Nao me Pertence mais

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Todo humano que expressa sua frieza, quando se apega de verdade a alguém, se torna a pessoa mais amável do planeta, é apenas uma fera esperando o domador.

AÇÃO PESSOAL

Cumprindo o meu dever:
Fazer sempre algo mais.

No exame de mim mesmo:
Aceitar-me e servir.

Quanto aos outros:
Dar auxílio e respeito.

Nas lutas dia-a-dia:
Trabalhar e esquecer-me.

Ante o mal que apareça:
Calar, buscando o bem.

Fazer perante Deus:
O melhor que eu puder.

Seja doce, pela frente e venenosa pelas costas. As cobras mais espertas pegam suas presas desprevinidas!

Seja autêntico! Ainda que erre.
Pois há mais esperança de transformação na autenticidade do que na hipocrisia.

A Importância da Luz Natural


A luz é a essência que dá vida a qualquer fotografia. Mais do que simplesmente iluminar, ela cria atmosfera, revela texturas e molda o olhar de quem observa. Entre todas as fontes de luz, a natural é a que mais confere autenticidade e emoção à imagem.


Fotografar com luz natural é aprender a perceber a mudança constante do ambiente: a suavidade da manhã, a intensidade do meio-dia, a delicadeza dourada do entardecer. Cada nuance transforma a percepção da cena, permitindo que o instante capturado seja vivido novamente pelo espectador.


Tecnicamente, o fotógrafo precisa observar a direção, a intensidade e a qualidade da luz. Saber aproveitar sombras, reflexos e contrastes naturais faz diferença na composição e transmite profundidade à imagem. Mais do que técnica, é sensibilidade: é sentir o instante e deixar que a luz revele a verdade do momento.


A luz natural não apenas ilumina; ela imprime alma, sentimento e narrativa à fotografia, conectando quem fotografa e quem observa em uma experiência única.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

O Eco das Memórias


A fotografia é mais do que uma imagem estática. É um fragmento do tempo que ousou permanecer. Guardar uma memória revelada, é eternizar instantes que, de outra forma, escorreriam pelos dedos. Cada fotografia é uma história contada sem palavras, aberta a múltiplas interpretações, capaz de despertar lembranças e sentimentos únicos em quem a observa.


Mas a verdadeira narrativa, aquela que pulsa por trás da imagem, só pode ser desvelada pelo olhar que a capturou. Porque é nesse olhar que vive o instante exato em que a luz, o silêncio e a emoção se encontraram para formar um eco no tempo, um eco que resiste, que fala, que permanece.


Fotografar é mais do que registrar: é transformar momentos em eternidade e silêncios em memórias que nunca se calam.

Detalhes que Contam Histórias


Na fotografia, os detalhes muitas vezes carregam mais emoção do que a cena inteira. Um gesto sutil, uma textura, um brilho nos olhos ou uma sombra discreta pode transformar uma imagem comum em uma narrativa intensa.


Tecnicamente, observar detalhes exige atenção à composição, foco e profundidade de campo. É preciso escolher o que destacar, o que deixar em segundo plano, e como cada elemento dialoga com o restante da imagem.


Mais do que técnica, é sensibilidade: perceber que cada pequeno elemento conta uma história, revela caráter, emoção e contexto. O poder dos detalhes está em permitir que o espectador descubra camadas da cena, despertando memórias, sentimentos e conexões inesperadas.


Fotografar detalhes é capturar o invisível, aquilo que muitas vezes passa despercebido, mas que dá autenticidade e alma à fotografia. Cada minúcia contribui para a narrativa, tornando a imagem mais profunda e significativa.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Movimento e Emoção na Fotografia


Capturar movimento é muito mais do que registrar ação; é transmitir energia, emoção e intensidade de um instante. Cada gesto, cada passo ou olhar em movimento carrega vida e história, transformando a fotografia em uma narrativa visual dinâmica.


Tecnicamente, é preciso dominar velocidade do obturador, foco e composição para congelar ou suavizar o movimento conforme o efeito desejado. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o momento exato em que a ação se torna significativa, aquele instante que transmite a emoção real e desperta conexão no espectador.


O movimento cria fluxo e ritmo, conduzindo o olhar através da imagem e intensificando a experiência de quem observa. Quando combinado à espontaneidade, ele revela autenticidade, leveza e verdade, transformando simples cenas em fotografias cheias de alma.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

O amor supera todos os obstáculos, todos os sacrifícios. Por mais que fizermos, tudo é pouco diante do que Deus faz por nós.

O ser humano é o mais covarde dos animais, pois ele maltrata com conciência.

Quanto mais eu volto no tempo...
Mais saudade eu sinto de você!

Haredita Angel

Nota: Mamãe. (29/04/2010)

O ódio das feias pelas bonitas nada mais é do que a agonia que a abundância gera na precariedade.

O preto é a mais popular, a mais conveniente e a mais elegante de todas as cores.

Christian Dior
Fakiko Fukai et al., Fashion in colors, 2004

O conhecimento deve conduzir ao amor. Quanto mais sabemos, mais devemos compartilhar do que sabemos com os outros e usar o nosso conhecimento em serviço a eles, seja na evangelização, seja no ministério. Às vezes, porém, nosso amor poderá moderar o nosso conhecimento. Pois o conhecimento em si pode ser ríspido; é-lhe necessário Ter a sensibilidade que o amor lhe pode dar. Foi isso o que Paulo quis dizer quando escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica”. O “senhor do saber” de quem ele fala é o cristão instruído, sabedor de que há um só Deus, de que os ídolos nada são, e que portanto não há razão teológica alguma pela qual não deva comer uma comida que fora anteriormente oferecida a ídolos. Entretanto, pode haver um motivo de ordem prática para dela se abster. É que alguns cristãos não têm tal conhecimento e, em conseqüência, suas consciências são “fracas”, ou seja, não instruídas e excessivamente escrupulosas. Anteriormente eles próprios haviam sido idólatras. E, mesmo depois de sua conversão, acham que, em sã consciência, não podem comer tais carnes. Estando com eles, então, Paulo argumenta: o cristão “forte” ou instruído deve abster-se para não ofender a consciência “fraca” de seus irmãos. Ele mesmo tem a liberdade de consciência para comer. Porém o seu amor limita a liberdade que o conhecimento lhe dá. Talvez seja contra tais circunstâncias que Paulo chega a dizer, em alguns capítulos adiante:
“Ainda que eu ... conheça todos os mistérios e toda a ciência ... se não tiver amor, nada serei”.

John Stott
Crer é também pensar

Até porque na maioria das vezes as pessoas mais interessantes, são aquelas que só eu acho interessante.

❝ ... Que a alegria das coisas mais simples ... te tragam o brilho de sorrisos intensos ... de felicidades compartilhadas com amor e verdade ... que a nossa fé seja hoje ainda mais forte ... e que haja harmonia e paz dentro dos nossos corações ...❞

Sim eu me aproximo
cada vez mais de meu ascendente
enquando faço pazes com meu sol
Reconheço meus heróis
aqueles que vieram antes
e os que virão mais tarde
Recorto suas descobertas
mas pelo sim pelo não
ainda guardo em meu bolso
a nota de cinco dólares
que me ofereceu o nômade
que cantava no deserto.

Amar é o instinto maior do homem, sendo o ódio apenas a sua forma mais selvagem.

A alegria é a coisa mais séria da vida!

"Se sentia um pouco mais humano ,longe de toda aquela humanidade".