Isso Ja Nao me Pertence mais

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Feliz aniversário, meu amigo. Parabéns por completar mais uma volta em torno do Sol, embarcando nessa extraordinária nave que chamamos de Terra.

" Há muito mais lá fora. Além de nós, além dos prateados, além de tudo oque conheço."

Sempre ouvi dizer que a família é a nossa base, porto seguro, refúgio. É a mais pura verdade. São eles que estarão lá, no fim do túnel, com a lanterna na mão. São eles que estarão lá, com a taça em pé para fazer o brinde de cada pequena conquista. Para a sua família, não importa se você é inteligente ou burro, bonito ou feio, magro ou gordo, sensível ou grosseiro, rico ou pobre. Para eles, o que importa é que você é simplesmente você. E isso basta.

Juntos somos mais fortes.

As mentes humanas estão mais cheias de mistérios do que qualquer livro escrito e mais mutáveis do que as formas das nuvens no ar.

Só mais algumas horas e estaremos em janeiro, no primeiro mês de um novo ano... onde tudo é recomeço.

E a gente inicia uma corrida para que os planos e sonhos se tornem reais.

Na alma o anseio por tempos melhores.
No coração a esperança de sentimentos mais puros.

Saúde, dinheiro, amor, paz, novo emprego, bens materiais... são vários os desejos.

É um tempo novo pra se viver.

Tempo de rever o que precisa ser melhorado dentro e fora de nós.
Tempo de pensar mais no outro.
Tempo de valorizar a família.
Tempo de fazer bem aos animais e a natureza.
Tempo de se amar mais.
Tempo de plantar novos sonhos.
Tempo de buscar mais a Deus.
Tempo de agradecer.
Tempo de viver tudo que se teve vontade, mas não se viveu.

Para mim, peço saúde, proteção e coragem, pois o meu novo ano já iniciará com um desafio.
Para você, desejo um ano repleto daquilo que lhe faz bem, faz sorrir e ser feliz.

Um feliz ano-novo!

Mais fácil cuidar de um coração de gelo do que quebrá-lo.

Eu perdi mais de 9.000 lances na minha carreira. Eu perdi quase 300 jogos. 26 vezes, eu acreditei que conseguiria ganhar o jogo e perdi. Eu falhei uma e outra vez na minha vida. E é por isso que eu consegui.

Aquele que mais sabe, mais lastima o tempo perdido.

Desde Deus sabe quando, o homem que é capaz de enfrentar animais predatórios é também o que mais provavelmente atrairá as mulheres.

Mais um Halloween e eu com a mesma fantasia desde quando nasci.

Nós estamos normalmente mais assustados do que machucados, e sofremos mais na imaginação do que na realidade.

Pedagogia do Acolher


Chegou mais um setembro e, com ele, a vitrine de frases prontas que me atravessam sem me enxergar. Falam para eu falar — como se a minha voz não estivesse há tempos espalhada em palavras, imagens, silêncios e olhares. Eu avisei. Não busco atenção; busco sentido, presença, mãos que não soltam.


O que me revolta não é a cor do mês, é a direção do dedo. Campanhas apontam para quem está afundando, quando quem precisa de formação é quem está na margem. O depressivo não precisa de cartaz; precisa de quem saiba ler sinais: o brilho que apaga, o sorriso que desencaixa, o corpo que fala — cabelo que cai, peso que some, vitalidade que se ausenta. Precisa de quem saiba chegar sem invadir, ouvir sem consertar, acolher sem prescrever. Às vezes, salvar é só sentar ao lado e dizer com o corpo: “estou aqui”.


Falar nem sempre é possível. Por dentro, a mente é um labirinto: ideias desordenadas, sentimentos sem moldura, cansaço que pede anestesia da dor — não o fim da vida. O que nos sustenta, muitas vezes, é o descanso de um abraço, o cuidado que não cobra explicação, o silêncio que não abandona. Ensinem isso: a presença que não exige performance de melhora; a escuta que não transforma confissão em sermão; a delicadeza de perguntar “como posso estar com você?” e aceitar que, naquele dia, a resposta seja apenas chorar.


Também me fere a homenagem tardia. Velórios cheios, redes lotadas de amores eternos — e o vazio de tudo o que não foi dito quando ainda dava tempo de ouvir. Eu não quero discursos depois. Quero humanidade antes. Se houver propósito em minha voz, que seja tocar uma pessoa que esteja aqui agora, e não multidões quando eu já for ausência.


Setembro, para mim, só fará sentido quando deixar de treinar o depressivo para “se explicar” e começar a educar o entorno para reconhecer, acolher e agir. Ensinem a identificar sinais, a construir rede, a acompanhar até o serviço, a ligar no dia seguinte, a cozinhar um prato simples, a varrer o chão do quarto, a segurar a mão — e não soltar. Ensinem que “força” não é cobrança, é companhia. Que fé não é atalho, é abrigo. Que esperança, às vezes, cabe em vinte minutos de silêncio compartilhado.


Eu sigo deixando vestígios — nas pessoas, nos cantos, no papel, nas imagens. Minha voz não precisa de multidões para cumprir seu propósito. Se alcançar um coração e lhe oferecer descanso por um instante, já valeu a jornada. E, enquanto eu estiver aqui, repito: não é fraqueza, é exaustão; não é espetáculo, é sobrevivência; não é drama, é dor. O que peço não é palco. É presença.




#setembroamarelo

O Amor é a energia mais fundamental,
é a essência de nosso ser e do Universo.
É o Amor que une e conecta
todas as coisas e pessoas.
O Amor é mais do que um objetivo,
mais do que um combustível,
mais que um ideal.
Nós somos Amor!

Quando a amizade é verdadeira e o amor é sincero, a renúncia se torna cada vez mais difícil.

As escolhas mais difíceis da vida, são as que te forçam a questionar o seu próprio código moral, minha escolha me trouxe aqui, no caminho daqueles que uma vez chamei de irmãos, podem me chamar de traidor, rebelde ou renegado, no final não importa como serei lembrado na história, me importa apenas que segui minha própria crença.

A psicanálise é a maneira mais rápida e objetiva de ensinar as pessoas a odiar o pai, a mãe e os amigos.

Nada mais longe do meu pensamento que a ideia de fechar-me e erguer barreiras. Mas afirmo, com todo respeito, que o apreço pelas demais culturas pode convenientemente seguir, e nunca anteceder, o apreço e a assimilação da nossa. (...) Um aprendizado acadêmico, não baseado na prática, é como um cadáver embalsamado, talvez para ser visto, mas que não inspira nem nobilita nada. A minha religião proíbe-me de diminuir ou desprezar as outras culturas, e insiste, sob pena de suicídio civil, na necessidade de assimilar e viver a vida.

O que amamos na fotografia é sua capacidade de realizar o mais ambicioso desejo do homem; a eternidade. Atraves dela eternizamos pessoas, belezas, momentos e sentimentos. A fotografia são pequenos pedaços de eternidade.

Porque será que "OS AMORES PROIBIDOS"
sao mais intensos
que os "AMORES PERMITIDOS?"

—By Coelhinha