Isso Ja Nao me Pertence mais
Ninguém é tão inteligente ao ponto de saber tudo;
E ninguém é tão burro ao ponto de não saber nada.
(Porque Sócrates diz que só de saber que não sabe, isso já é saber.)
Não há nada além das fronteiras que não possa ser vencido. Mas é preciso algo que poucos têm: coragem!
Quando se diz “eu não sei aquilo que quero”, sabe-se aquilo que quer, porque aquilo que queria era nada!
No fundo não precisamos
de terra:
Terra nos condena [a] alma.
Precisamos de mar:
Mar nos liberta à visão.
Seja Hoje Diferente não é apenas um convite à mudança — é o espelho que revela quem você realmente é quando decide se escutar. O autoconhecimento começa quando você para de repetir o ontem e começa a construir o agora com intenção.
O amor nos segue. Vai aonde formos. Não conhece barreiras sociais, distância ou bom senso. Não acaba nem quando a pessoa amada morre. O amor faz o que quer.
Não é sobre se é bonito ou não, é sobre "que tipo de beleza tem?" Deve agradar a você mesmo e não outrem.
Felicidade não é direito de ninguém; é dever de quem luta com honestidade contra a própria covardia.
Não te deixes deleitar tanto de uma mulher.
Está criatura é inconstante em toda sua vida, cuidado seus frutos são mais amargos que amorte!
O amor não é uma emoção finita. Não temos só uma certa quantidade para dar. Nosso coração cria amor à medida que precisamos dele.
“Quando não escrevo, meu universo se reduz, sinto-me na prisão. Perco minha chama, minhas cores”.
— Anayde Beiriz
Assim sou eu... Necessito escrever!
Meu cavalo e meu cachorro
Meu cavalo e meu cachorro
Não regalo, não troco e não vendo.
É bom ficar sabendo
Que não tem pila no mundo
Que compre o meu Clinudo,
Muito menos o meu Guaipeca.
Desconheço nessa vida
Quem me seja mais parceiro,
Mais fiel, mais companheiro
Na lida, na mangueira, no galpão,
Nas horas de solidão
E nas funções de campeiro.
E quando vamos ao bolicheiro,
Um espera pelo outro.
É assim desde potro,
E de cusco criado guacho,
Um roendo meu barbicacho,
Outro patinando lá na cocheira.
Mas eu me apeguei às porcarias
Que pra mim são como gente,
Mais serventia que muito vivente
Que anda a esmo pra nada.
Com eles eu dou risada,
Choro nos dias tristes,
Mas a felicidade existe
Quando vejo os dois na volta:
Um levando minhas botas,
O outro tirando o buçal.
Nem aparentam animal,
E com franqueza lhes digo:
Não há melhor amigo.
É verdade, não leve a mal.
O Guaipeca parece falar,
E o Clinudo só pra indicar:
Na sombra da figueira
Relincha com a forneira
Só pra vê-la gritar.
E pode até parecer
Que eu, por certo, tô louco,
Mas me importa muy pouco.
Só me ponho preocupado
Com esse mundo mal domado,
Por certo mal enfrendado,
Ou tardaram na puxada,
Erraram no bocal,
Nesse reparte desigual
Donde reina pila e ganância,
Que transforma grandes estâncias
Em pedaços de piquete.
Eu, no mais, só um jinete
Que gosta do meu Clinudo
E do Guaipeca orelhudo,
Já velho, quase sem dentes,
Que deixo jas pra semente,
Apenas a tradição:
Rancho, mangueira, galpão.
Nesse pedaço de campo,
Donde a luz dos pirilampos
Ainda à noite aparece
Pro índio fazer uma prece,
Que o pampa é chão sagrado
Pra aprender com o passado,
Que o pouco ainda é um regalo,
Que um cusco e um cavalo
Têm valor e têm estima.
Assim se declama e se afirma,
Nesses versos macanudos:
Não vendo o meu Guaipeca,
Muito menos meu Clinudo.
Renato Jaguarão
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