Inveja de Casal
Me construí por rachaduras intermináveis e na desfaçatez o que querem com inveja de mim;
Eu sou apenas o que meu coração deseja;
Ou seja, me refaço continuamente ou até constantemente na descoberta da minha liberdade;
sabendo que sou a melhor coisa que já me aconteceu;
Talvez eu não seja um bom amigo, mas sei que sincero eu sou
Sou uma melodia, invejado
Talvez um amigo sociável
Também sei que sou um balanço cadenciado
Não importa o momento sei que tenho o meu valor na dor do relento...
Não tenho medo da solidão
Tenho receio da falta de compaixão
Da inveja disfarçada e dos venenos escondidos no coração;
Não relate das suas riquezas, ostentando de forma que a inveja lhe aceite
O mal só espera ouvir que sua vítima esteja despreparada para usurpar de sua fraqueza;
A vida é uma competição
Onde todos lutam por inveja ou até mesmo por ambição
Mas as pessoas esquecem do amor
Para ter sucesso, tende levar no coração onde você for
E eu como todos não quero perder
Mas para mim, vitória de verdade é entregar o meu coração à você!
Do amor à primeira vista
Sempre invejei
Pois nunca senti, mas também desejei...
E sem esmorecer, só observava discretamente
Meus sentimentos nunca foi em imediato, talvez por ser muito diferente;
Mas ainda tenho esperança
De sentir o amor à primeira vista
Sonho sentir tal sentimento uma vez na minha vida!
Não dê poder a inveja de querer participar daquilo que não é da conta dela
Tenha sensatez, importância e seja uma pessoa mais discreta;
Trecho do livro "O poeta, o amor e a inveja" - Julio Aukay
"...Com isso o poeta salientava.... Se expressando para o amor no compor de suas
palavras e a dona inveja se irritava, tentava de qualquer forma rebater as doces
palavras rimadas.
A dona inveja não aprendia, quanto mais atrapalhava, mais os sentimentos cresciam e
o poeta não se importava, porque as suas palavras eram blindadas.
Não havia o retroceder, com todo sacrifício o poeta só pensava em escrever....
Escrever as suas verdades para que o amor pudesse acreditar o quanto ele tinha
caráter
E via que as suas atitudes se comprometiam em construir uma história, na qual
pudesse ser vivida! E o poeta imaginava.... Se o amor habitasse em todas as casas?
Não, mais haveria a desunião, somente o carinho de mãos dadas com a compaixão e a
felicidade estaria mais presente, pois o amor amansaria o coração de toda a gente.
Mas por algum motivo não está, por isso a dona inveja se prontificou a gargalhar
debochando das palavras do poeta.... Dizia: a felicidade não pode viver um amor de
indiretas, porque a felicidade sem dinheiro nunca será duradoura e o amor fica sem
respeito será sempre um amor meia-boca. Duvidando do poeta e insinuando que o
amor é igual a dona inveja..."
