Interessante
HÁ PESSOAS
Interessante pensar como cada pessoa desperta em nós diferentes sentimentos.
Há pessoas que parecem colo de Deus que ao falarmos não é preciso muito para que nos entendam e nos confortem.
Outras pessoas despertam em nós o pior que poderíamos sentir revelando assim o pior de nós mesmos.
Há ainda aquelas que nos despertam o sorriso, mais puro feito criança e deixam saudades no coração, mas ao lembrarmos sorrimos novamente.
Há também aquelas pessoas que nos são direções na vida e ao perdê-las parece perdemos nosso chão, nosso mundo também.
Há diferentes pessoas entre elas aquelas que nos despertam o amor e a vontade de amar, vontade de sermos melhores, esperança na vida....
Outras pessoas se aproveitam desse amor e confiança trazendo as desilusões, o desprezo.... com elas revelamos em nós a vontade da vingança, sentimento pequeno, assim sofremos....
Mas ainda bem somos Luzes e a escuridão fica muito abaixo do grandioso que está por vir.
E assim, ganhamos experiências com tudo e procuramos ser o melhor de nós para quem por perto está e ficará.
(Esse texto dedico à todas as pessoas que fazem e fizeram parte da minha vida, sem elas não teria aprendido que a melhor forma de se viver é com o mais puro e verdadeiro Amor)
autora: Nanci Laurino
Confusão!
Interessante...
Quando um coração
se apaixona!
Ele se veste de
todas as cores.
Será que ele pensa,
que é arco-íris?
não importa o quão interessante você seja, você nunca será suficiente para alguém que não sabe o que quer.
Toda a gente é interessante. Afinal de contas, a pessoa menos interessante do mundo é interessante simplesmente pelo facto de ser a pessoa menos interessante do mundo.
Como começamos uma história interessante?
Talvez... através da paz.
Do bom senso.
E das entrelinhas do raciocínio.
Toda voz, quando carrega questões mal resolvidas,
se perde no raciocínio lógico.
A vida... sempre será escura
pra quem não procura,
ou não compreende o sentido.
No incômodo emocional,
o raciocínio pode te mostrar a dor...
ou o caminho que transforma a dor em direção.
Às vezes, a intenção de levar a paz
fica ofuscada por um mundo imundo e injusto,
diante das pessoas e das coisas.
Sejamos nós, com a simplicidade dos monges,
e a autonomia da liberdade.
Porque quando entendermos
que não controlamos nenhuma de nossas emoções —
e apenas somos envolvidos por elas —
daremos o primeiro passo
para o início de um longo diálogo.
Na minha jornada interior, mergulhei e continuo mergulhando em descobertas muito interessantes. Travo uma luta diária para vencer as minhas dificuldades e a de outros. Diria meio que virou uma obsessão em me debruçar no conhecimento e assim adquirir a sabedoria capaz de fazer com que eu seja melhor.
Incrustado em mim estão diversas capacidades e habilidades , algumas nativas, outras adquiridas fora do mundo acadêmico, mas durante minha vida…..
Em momentos usando essa minha massa cinzenta para trabalhar, me dou conta da minha singularidade interna e de que como a matéria que foi antecessora ao “big bang” , tenho em mim aquele pontinho de luz bem pequeno que a qualquer momento pode explodir e assim eu voar numa expansão infinita, trazendo comigo: transformação, criação, a capacidade acelerada em me deslocar e pôr em movimento o que for necessário para mudar.
Nós só conseguimos fazer algo que precisamos, quando não temos mais nada de interessante para fazer.
As pessoas que não têm uma vida interessante se preocupam com a vida alheia, pois quem gosta da própria vida não tem tempo para mimimi. Todavia há aqueles que, mesmo não gostando, correm atrás de melhorar. “Quem não se levanta para ascender a luz, não pode reclamar do escuro.” Então, se for cuidar da vida de terceiros, que seja para somar ao invés de julgar ou criticar porque gente bem resolvida não perde tempo dando pitacos.
Intelectual é uma pessoa que encontrou algo mais interessante do que sexo.
Nota: A citação foi atribuída a Huxley pela jornalista Katharine Whitehorn, porém, por se tratar de uma citação indireta, essa autoria não está confirmada. Acredita-se que seja uma adaptação de um pensamento de Edgar Wallace.
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