Inimigo
Ah... A vaidade do ego... Nosso pior inimigo, digo mais, nosso pior demônio interior! Devemos buscar controlá-lo, senão ele acaba por nos destruir!
Se Queres Ser Amigo Do Mundo Deves Ser Inimigo De "Deus". Exercei A Liberdade Do Senhor Para Não Caíres Na Disgraça.
Então a gente descobre que nosso maior, ou talvez, verdadeiro inimigo, somos nós mesmos!
Que quando aprendemos a vencê-lo dia após dia nada mais pode nos abalar tão facilmente!
Quando então a gente aprende a ser feliz até mesmo em meio as adversidades, pois se não pudermos mudar a realidade, ao menos poderemos mudar nossa maneira de lidar com ela, transformando a nossas angustias em esperança, nosso desespero em força pra lutar, nossas tristezas em estímulo para superar e alcançar o melhor!
Uma batalha pessoal e intransferível mas é possível vencê-la e talvez seja necessário vivê-la pra aprendermos o que é de fato ser feliz, entendendo que ser feliz não é a ausência de problemas mas sim um estado de espírito alcançado por quem sabe bem o que é a dor mas escolheu não se deixar dominar por ela mas dominá-la, e então percebeu que ser feliz é muito mais simples do que se imaginava!
Na estrada da vida temos muitas vezes que lidar com vários inimigos...
O pior inimigo somos nós mesmos quando deixamos nossa fé vacilar
e nossos sonhos morrerem ...
Quando apagamos a chama da esperança e esquecemos que temos um Deus que nos ama e deseja que continuemos a caminhada com confiança!
O passado foi lição para o nosso crescimento!
O presente é a oportunidade que Ele nos oferta.
O futuro está nas mãos Daquele que nos ama incondicionalmente, mas precisamos crer que Ele continua no controle de tudo e seu amor não muda com as estações da vida!!!
O inconcebível é que, ainda hoje, se permite que o maior inimigo do ser humano - seja justamente aquele que deveria ser seu aliado inseparável.
Nas ruas, é roubo seguido de morte; nos palácios é roubo seguido de falta de escola, de emprego, de segurança, de saúde que – também – levam à morte.
E o meu inimigo mais intimidador tem 929km de distância da onde eu moro, seu território 340.086 km², e você talvez vai estar entre os 6,6 milhões que o habitua, você sabe o que eu penso sobre isso; não me deixe.
Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o seu próximo, e odeie o seu inimigo!’ Eu, porém, lhes digo: amem os seus inimigos, e rezem por aqueles que perseguem vocês! Assim vocês se tornarão filhos do Pai que está no céu, porque ele faz o sol nascer sobre maus e bons, e a chuva cair sobre justos e injustos. Pois, se vocês amam somente aqueles que os amam, que recompensa vocês terão? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se vocês cumprimentam somente seus irmãos, o que é que vocês fazem de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sejam perfeitos como é perfeito o Pai de vocês que está no céu
Orar por um inimigo não só o deixa completamente desarmado, como também prova, em um grau absolutamente elevado, que somos infinitamente melhores do que ele.
Se um dia alguém, por pura maldade, chegar a ti com palavras vagas e citar-me como teu inimigo, antes de crês examine seu coração e sinta na sua alma se meus atos em pro de sua causa indicam se tais palavras são verdadeiras e consulta seus sentimentos se ele vai acreditar. Só assim poderás se voltar contra mim...
Ninguém se decepciona com o inimigo. O mais difícil na decepção é que ela vem, justamente, de quem menos esperamos. É feito veneno que entra na circulação e paralisa a mente. Anestesia a percepção, e então, a primeira reação é excluir qualquer possibilidade de que aquilo seja real. A gente nega, mente pra gente na cara dura. — Não é possível que isso está acontecendo! —Isso não existe! — Nem mesmo eu existo! — Quem existe? Afinal de contas, onde estão as claquetes, os atores e as câmeras dessa pegadinha?
Depois, a ficha cai junto com a cara no chão. A gente sente a pancada, bem forte na boca do estômago. É como um filme que paralisamos na cena de um nocaute. E mais tarde, ao apertarmos o play, a pancada vai certeira na alma. A vontade é de virar um cartoon, abrir um zíper nas costas e sair daquela pele, correndo. Em seguida, entrar num bar, levantar a mão para o garçom e pedir: — Outra vida, por favor!
É…para se decepcionar basta estar vivo. Basta esperar, previsionar ou nos cercarmos de expectativas em relação ao outro. Fazemos isso o tempo todo: construímos uma espécie de previsão para facilitar as relações. Mas, jamais conseguiremos prever o desejo do outro, controlar o desejo de alguém. Isso é da ordem do impossível. E aí é claro que uma hora ou outra, desacertamos a previsão. Trocamos um dia lindo de sol ensolarado por tempestades esparsas, com nuvens negras carregadas, a cobrir o fim da tarde de sexta. Nesses dias o tempo fica virado, é céu nublado, e a alma então nem se fala. Uma enxurrada no nosso narcisismo, a nos entregar toda a verdade sobre o mundo: esse lugar é mesmo perigoso. E os habitantes deste planeta inseguro são pessoas, humanos, demasiadamente humanos. Imperfeitos em sua essência, embora cresçamos, muitas vezes, na ilusão maternal a ludibriar nosso convencimento de que o mundo é um lugar legal e todas as pessoas são felizes.
Ninguém está imune a se decepcionar, uma hora ou outra vamos padecer da desilusão, ou seremos nós os protagonistas disso. Traídos ou traidores. Frustrados ou frustradores. Baleados ou atiradores. Quem nunca?
Não somos os mesmos depois de uma desilusão, mas sabemos mais uns dos outros a partir dela. Passamos a suspeitar das previsibilidades humanas de errar, fragilizar, fracassar. Passamos a saber que não é inteligente esperar de quem não tem pra dar. E quando somos nós os errantes, percebemos o quanto ferir alguém que amamos se assemelha cortar a própria carne. Talvez se reestruturarmos o outro dentro de nós, aproximando-o da sua humanidade errante, poderemos assim fazer conosco o mesmo, e crescer um pouco mais. As expectativas correm, sem mais confetes, plumas e paetês. É melhor esperar menos e se surpreender, do que construir castelos no vento, vê-los ruir, e ter que olhar impotente o desengano.
Mas de todas as sequelas que sucedem uma decepção, o aprendizado é o maior risco que corremos. Decepções são ensinamentos, e isso não significa que seja algo pra se colecionar, emoldurar ou passar na frente todo dia e rezar um pai-nosso. Ficar triturando aquilo, acreditando que nossa dor é a maior do mundo, é amarrar corrente no pé e chicotear a felicidade todos os dias. Não dá!
Nossos melhores dias vêm após as piores decepções. Acredite, a gente cria casca e se protege mais, aumenta a imunidade para o dissabor, separa melhor o joio do trigo. Fazemos mais por nós mesmos, esperamos menos do outro, e acabamos, portanto, mais leves e responsáveis por nossa felicidade. A gente descobre no fim que o verdadeiro é o que nos traz o bem, isso permanece. O resto é fumaça, é dor que nas asas do tempo e do perdão — sejamos os errantes ou não — voa pra bem longe de nós.