Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Faça do seu sorriso um sol; hå
muitas pessoas nubladas por aĂ­.

Inserida por PaduaDias

Nunca andarĂĄ no escuro quem carrega dentro de si, a luz de Deus.

Inserida por PaduaDias

Somente os maus ouvidos, dão atenção ao que dizem, as mås línguas.

Inserida por PaduaDias

Amar alguĂ©m Ă© como ser uma estrela. VocĂȘ brilha atĂ© quase explodir para aquela determinada pessoa,mas no final acaba magoado e apaga de vez. Indo para escuridĂŁo da galĂĄxia.

Inserida por iasmin_saraiva

- Lavando roupas -

___ Era sempre manhã na Fazenda São José do Arrudas - localizada no interior de Minas Gerais.
Adoråvamos aquela paisagem bucólica do Rio São José do Arrudas, que deu o nome à fazenda. Era calmo e manso e podíamos atravesså-lo à pé, em tempos de seca...
A fazenda tinha lindos Currais em braĂșnas e plantação de arroz na vĂĄrzea, onde piavam saracuras... Outras plantaçÔes e grandes pastos para o gado ladeavam a sua entrada.
Amava a fazenda porque era tudo que goståvamos de curtir em nossas temporadas por lå. A casa ficava a uns 300 metros da estrada entre as cidades de Serro e Conceição do Mato Dentro e, para chegar nela, uma grande porteira fechava aquele lado do acesso à fazenda.

A saída pela porta da cozinha para o terreiro era uma paisagem especial, pois, abria uma cancela para as åreas dos afazeres cotidianos da casa: fornalhas com um panelão para cozinhar bananas para os porcos e um tacho para ferver as roupas muito sujas e encardidas (a pråtica era virå-las e revirå-las com uma longa på de madeira, para maior efeito do calor e das folhas verdes de mamão). Ao lado, o pilão para socar e limpar arroz e pilar café, forno à lenha para assar quitandas, uma engenhoca pequena para moer uma ou duas canas para a garapa do café e,
caminhando em direção ao moinho, tínhamos a bica d'ågua bem ali, ao lado do quarador de tela de galinheiro e a grama verdinha onde as roupas eram estendidas para quararem ao sol.
Como a gente gostava da rotina naquele retĂąngulo mĂĄgico: paiol, galinheiro, serraria, caixa d'ĂĄgua e, ladeado pelo engenho e pelo moinho de pedra, do lado de cĂĄ do rego d'ĂĄgua, ficava o chiqueiro.
Os varais de secar roupas, espalhados pelo terreiro, eram nossos labirintos onde bombavam o pude, o pique esconde, quando cheios de lençóis e colchas secando...

E o que mais me encantava, desde pequena, era a bica que nunca se fechava - a ågua batia, espirrava e brilhava aos raios do sol - o dia inteiro! Ali ficavam o estaleiro para secar vasilhas e as bacias para a lavação de roupas. Adorava ver as lavadeiras se movimentando por lå, ensaboando roupas, esfregando lençóis brancos,batendo-os nas pedras para clareå-los antes de seguirem para
os quaradores. Era um ritual solene, porque em cada etapa tinha-se uma sequĂȘncia de movimentos dinĂąmicos e experimentados - lavadeiras sĂŁo profissionais especialistas em lavação.
Horita, uma moça madura e muito generosa conosco, era também a lavadeira oficial das roupas da fazenda. Mamãe gostava muito dela e a convidou para ser a minha Madrinha de Consagração.
Mamãe faleceu, quando eu tinha apenas 4 anos e éramos uma patota de oito irmãos - de 2 a 14 anos. 'A casa das sete mulheres' e dois homens, meu irmão e nosso pai. Assim, vivemos uns cuidando dos outros e um adulto cuidando da vida da família.
Então, vivia agarrada às barras da saia da Dindinha Horita. Não só eu, pois, ela cuidava da casa e de todos nós, quando eståvamos passando os dias na fazenda. Depois que mamãe se foi, todos fomos morar na cidade. E Horita cuidava da roça e das coisas da casa, porque sendo um fazendeiro meu pai não pode se mudar da fazenda.

A rotina da casa era como em todas as fazendas... Um dia, contarei as particularidades que vivemos naquela casa - tempos idos mas lembrados com amor e muito carinho.Viver os acontecimentos diĂĄrios era prazeroso e fazer gangorras, andar a cavalo, procurar ninhos de galinhas pelo mato, catar pedras Ă s margens do rio e pescar foram lindas aventuras que vivemos naquele paraĂ­so do qual jamais me esquecerei.

Na minha infĂąncia, conviver com as lavaçÔes de roupas fizeram parte de inĂșmeros eventos em minha vida. A cultura, hĂĄbitos e estilos daquelas rotinas dos trabalhos domĂ©sticos faziam parte do regionalismo local. Muitas vezes, eram rituais coletivos, quando as lavadeiras ocupavam os espaços nos cursos dos rios prĂłximos Ă  cidade, onde as pedras, estrategicamente, estavam localizadas e
compunham um ambiente ideal para aquela tarefa tĂŁo secular. Como era lindo ouvi-las cantar no batido das roupas! Às vezes, eram festivas e noutras situaçÔes eram atĂ© melancĂłlicas... Sempre me pegava observando-as absorta e admirando a cadĂȘncia daquela prĂĄtica, hĂĄ anos presente na vida das lavadeiras das bicas d'ĂĄgua e em beiradas de rios. Dias nublados eram diferentes dos dias ensolarados. E os dias nĂŁo eram iguais. E a vida nĂŁo nĂŁo era fĂĄcil. Mas elas eram felizes, a gente sentia! Lavar roupas Ă© algo tĂŁo sublime que, para mim, sempre fez parte de uma etapa de crescimento e emancipação da vida.

Os dias de lavação de roupas no rio, lå na fazenda, eram dias muito especiais. Levantåvamos cedo para não perdermos a agitação - as brincadeiras pelo campo, correr atrås das borboletas que sobrevoavam as roupas quarando sobre a grama, fazer represinhas com pedras para prender girinos - era tanta pintação que os dias passavam sem percebermos - livres e soltas na natureza!
Horita amarrava a trouxa de roupa, punha-a dentro da bacia grande e, na sequĂȘncia, era juntar o sabugo e as palhas de milho, folhas de mamĂŁo, ramas de MelĂŁo de SĂŁo Caetano, Anil Colman e as bolas de sabĂŁo preto, feito lĂĄ mesmo com a diquadra (ĂĄgua decantada das cinzas de madeiras da fornalha + soda cĂĄustica). O sabĂŁo espumava branquinho e botava os lençóis alvos e doendo as vistas. Coisa que nunca entendi...
Chegando ao rio, descansava o pesado fardo perto das pedras - uma para a lavação e outra para se sentar enquanto trabalhava.
As margens do rio eram rasas e ela se enfiava na correnteza com a ĂĄgua batendo no meio das canelas.
Ágil e calma ia separando as roupas brancas das coloridas; as roupas das crianças e dos adultos - roupas mais usadas, mais frågeis e desgastadas - tudo que era do uso cotidiano. As roupas para as missas de domingo e de festas eram lavadas com sabÔes mais finos e com capricho que não
carecia de quaração ou bateção nas pedras...

Horita ensaboava as roupas jå molhadas, esfregava-as e as deixava emboladas sobre as pedras, quarando nas gramas às margens do rio, até porque a bacia era grande, mas era uma só... O revezamento era todo programado, para que a ågua de sabão jå usada, a barrela, pudesse ser reaproveitada também nas roupas mais sujas e que demandavam maior trabalho na lavação. Enquanto catåvamos girinos em åguas rasas e os encantoava nas margens de areia e do lodo, ouvíamos o bate-bate das roupas. På... e på... e på de novo. Depois de recolhidas da quaração, ela repetia o processo de bateção nas pedras - på... e på... e på... e com as mãos grudadas nas roupas, o braço subia e elevava-se ao alto - um giro espetaculoso que, num movimento certeiro, descia bem no centro da pedra do rio! E, de novo, på... på... e på! Pronto. Hora de investir nas etapas seguintes. Para as roupas brancas, nunca se esquecia do Anil Colman.

Ali, a liberdade e o entrosamento com a natureza acontecia em perfeita sintonia - seguíamos os movimentos tão cheios de energia da dindinha Horita, que não se esquecia de espichar os olhos e, de quando em vez, parava para ver se eståvamos por perto e o que eståvamos aprontando - todo cuidado era pouco. _ Meninas? Sempre gritava. Olho no peixe, olho no gato e mãos nas roupas... Ver a dindinha Horita se entregar concentrada na lavação, perder-se em pensamentos quando, entre uma esfregação e outra, parava para descansar e levava o olhar para longe, perdida entre a paisagem e o firmamento, era emocionante! Um momento que me paralisava. Um fascínio por aquela visão que muitos
nem se tocavam. Era fantĂĄstico vĂȘ-la soltando os lençóis pela calma correnteza das ĂĄguas do rio, para ajudar na remoção do sabĂŁo - sabedoria pura! E a gente atĂ© batia palmas!
Num dia daqueles, ela ela me deitou sobre uma trouxa de roupas e disse: - pequena afilhada, suas orelhinhas estĂŁo sem brincos, os furos jĂĄ se fecharam. Pobre bondosa CarmĂ©lia (era o nome da minha mĂŁe) deixou vocĂȘs ainda precisando de tantos cuidados! Decidida e sem pensar duas vezes, puxou a agulha com linha, que carregava pregada na gola da blusa, para cerzir roupas
rasgadas, fazer os remendos de costuras soltas e para pregar botĂ”es que se soltavam mesmo. E jĂĄ foi dando um nĂł nas pontas da linha... Mandou-me fechar os olhos e perguntou: - vocĂȘ quer furar as suas orelhinhas, ter lindos brincos e ser a menina mais linda lĂĄ da escola? EntĂŁo, disse-me ela: - nĂŁo chora... fica quietinha, com os olhinhos fechados, que nĂŁo vai doer e vai ser como fazem as fadas... uma mĂĄgica! NĂŁo vai doer, repetiu. Claro que doeu, que chorei e que ela me acariciou e me consolou. Fez dois aneizinhos de linhas em minhas orelhas e nĂŁo me lembro se sangraram. Quando chegamos em casa, ela passou cachaça pura ... Foi o primeiro furo que tive em minhas orelhas e que estĂŁo aqui atĂ© hoje.

Com ela aprendi a lavar as minhas roupinhas. Primeiro as calcinhas, as meias e, a cada férias, à medida que eu crescia, aprendia a lavar e cuidar de minhas roupas maiores...Gravei bem muitas liçÔes - cuidar para lavar bem as roupas e nunca me esquecer daqueles gestos tão naturais, espontùneos e perfeitos. Dona de casa, trabalhadora e estudante, às vezes, fora o dia inteiro e criando duas filhas, ainda assim, mesmo na correria diåria, sempre me dediquei a lavar roupas à mão; aquelas que avaliava serem especiais, e que precisavam ser lavadas separadamente das peças gerais da casa. Tive lavadeiras muito dedicadas, depois da didinha Horita.

Mas sempre fui adepta da lavação de roupas à mão. Porque as lavadeiras sempre me encantaram neste trabalho tão cansativo, mas também muito prazeroso.
Nunca conheci uma lavadeira que não gostasse de lavar roupas. Isso me tranquilizava porque sempre avaliei ser um trabalho pesado. Até hoje, entregar-me fielmente aos movimentos da lavação e me perder em pensamentos, enquanto esfrego algumas poucas peças de roupas, é uma viagem que acontece comigo. Quando criei as minhas filhas, adorava deixar as fraldas branquinhas e com cara de higienicamente limpas. Eu mesma as embainhava com bordados à maquina,
em linha azul marinho e as lavava Ă  mĂŁo, enxaguando-as com Anil Colman, para que ficassem alvas de doer as vistas - como fazia dindinha Horita. Quanta saudade - que Deus a tenha!

TambĂ©m gosto de fazer sabĂ”es - hoje com mais tempo, acesso Ă  variedade de opçÔes no mercado e com a tecnologia, posso pintar e bordar, criar sabĂ”es para usĂĄ-los em vĂĄrias cores e essĂȘncias que trazem energias holĂ­sticas e mais naturais, sĂŁo coisas que posso escolher.
É uma ocupação meio estilo bruxaria - a gente vai adicionando ervas, cores e essĂȘncias -uma arte muito especial! Assim, entrego-me a esta tarefa de lavação de roupas com amor, disciplina e prazer. Vou me envolvendo, com jeito e energia, revirando as roupas e me perdendo em pensamentos, enquanto vou girando o tecido e buscando ser eficiente na sequĂȘncia dos movimentos - sempre Ă© um momento novo - cada roupa me cobra uma atitude particular e diferente. Porque lavar roupas Ă© uma arte e uma particular terapia.
Acho que muitas pessoas deveriam experimentar - é uma grande relação com o antes e o depois, sensível e visível, num piscar de olhos. Nunca tive dificuldade em dominar a lavação de roupas, porque aprendi esta atividade quando ainda criança.

Muitos projetos da minha vida eu os formatei quando, na beirada do tanque,
me dedicava, incondicionalmente, Ă  arte de ensaboar, esfregar e enxaguar roupas.
Muito prazeroso perfumar e torcer cada peça com cuidado, enquanto os pensamentos torcem mĂșsculos e neurĂŽnios, espremendo a mente para que a criatividade e a inspiração possam apontar novos caminhos, saĂ­das estratĂ©gicas, decifrar sonhos e transformar desejos em investimentos, atĂ© entĂŁo nunca experimentados... Quantas vezes, em momentos de aflição, me aliviei apalpando os tecidos na espuma, ou, esfregando-os, freneticamente, para fugir das tensĂ”es e das situaçÔes conflitantes... JĂĄ chorei muito com o olhar perdido na espuma e as lĂĄgrimas caindo sobre as roupas...
NĂŁo obstante, lavar roupas pode ser um exercĂ­cio de relaxamento e reflexĂŁo sobre atitudes, instantes em que o mundo gira a mil pela cabeça, para depois retomar o passo-a-passo das coisas, botar limites e interromper o ritmo desenfreado das ideias. É um tempo propĂ­cio para a gente esfriar a cabeça ou se entregar a mirabolantes pensamentos, delĂ­rios - esquecer as preocupaçÔes e atĂ© praticar a meditação.
Depois, vem uma calmaria,uma paz e uma tranquilidade inesperadas. Lavar roupas Ă© cuidar da higiene material, fĂ­sica e mental - roupas limpas trazem momentos agradĂĄveis e prazerosos. E mais, ato contĂ­nuo - todo cuidado Ă© pouco na hora de pendurĂĄ-las para secar, pois, isso facilita passĂĄ-las, embora nunca gostei de passar roupas. Eu as sacudo bem para estendĂȘ-las e, ao
recolhĂȘ-las eu apenas as estico com as duas mĂŁos, dobrando-as Ă  medida em que se desfazem as dobras, marcas de pregadores e amarrotados de quando foram torcidas e dependuradas.
Somos assim tambĂ©m... Quem dera pudĂ©ssemos passar e esticar as rugas e cicatrizes adquiridas com a idade e vivĂȘncias cotidianas - sĂŁo as marcas externas que mostram muito de nĂłs.
E as internas, que pensamos nĂŁo enxergar, sĂŁo as que mais doem e sufocam - sĂŁo estas que devemos percebĂȘ-las para tentarmos desfazĂȘ-las. Estas sim, podemos minimizĂĄ-las, ou,com vontade e coragem, aboli-las de nossas vidas com corajoso enfrentamento e amor prĂłprio.

Uma roupa mais sensĂ­vel ao toque pede a delicadeza de mĂŁos se alternando ao redor das sujidades, em leves movimentos de esfregação - uma celebração de respeito para com o tecido, suas fibras, suas cores e as histĂłrias registradas naquele pedaço de pano, que alguĂ©m deu formatos tĂŁo especiais... Ou, nĂŁo. Mas, de qualquer forma, enquanto fizerem parte de nossas vidas, serĂŁo tambĂ©m registros de lembranças e recordaçÔes. Por isso, nunca devemos guardar as roupas sujas ou estragadas, porque, com certeza, elas sĂŁo parte de um presente e, mais tarde, capĂ­tulos vividos, experimentados e avaliados - lembranças caras e especiais. Tenho uma ideia aqui comigo que, enquanto souber lavar minhas calcinhas, cuidar da melhor higiene do meu corpo e das minhas roupas, serei capaz de prosseguir vivendo com independĂȘncia e auto suficiĂȘncia.
Coisas que sempre confidenciei com a minha sogra.

Gosto de orientar as pessoas como se lava uma roupa leve, ou, de um tecido mais velho e que seja necessĂĄrio proteger suas fibras para mantĂȘ-las Ă­ntegras, em bom estado de firmeza e conservação das cores, ou, ainda que brancas, possam ser protegidas e evitar de manchĂĄ-las, quando Ă© o caso.
Não é ensinar, mesmo porque aprendi mais com as lavadeiras do que inventei métodos, mas tenho meu jeito particular de lavar roupas.
Assim, depois de escolher e separar a(s) peça(s), toma-se a bacia ou o balde e coloca-se ĂĄgua suficiente para cobrir todo tecido. Calcula-se o sabĂŁo a ser usado sem economizar, mas sem exagero. A seguir, bate-se bem o sabĂŁo na ĂĄgua (em pĂł ou em barra - adoro lavar com sabonetes brancos e cheirosos , ou de coco, ou com os delicados sabĂ”es para roupas de bebĂȘs). E, enquanto o sabĂŁo vai se derretendo, vira-se as roupas para o lado direito, e localiza-se as sujeiras que deverĂŁo ser removidas, classificando-se quais serĂŁo os cuidados que o estado das peças demandam.

Mergulha-se a roupa na espuma, não se esquecendo dos pontos que sugerem maior esfregação, retirada de manchas ou um molho especial. Daí, pega-se o tecido com cuidado e, com movimentos circulares e definidos, esfrega-se cada peça, todinha, sempre fiscalizando se as sujidades foram removidas com sucesso...Ohummm... Se necessårio usar alvejantes e removedores de manchas...
Na sequĂȘncia, passa-se para as etapas seguintes, enxaguando-as em ĂĄgua suficiente, para retirar todo o sabĂŁo, evitando-se que as roupas fiquem encardidas ou impregnadas de resĂ­duos quĂ­micos dos produtos utilizados - ĂĄgua sanitĂĄria, alvejantes e/ou amaciantes.Assim, a ĂĄgua do enxague deve, ao finalizar o processo, apresentar-se lĂ­mpida, transparente, levemente perfumada e sem cheiro forte de sabĂŁo ou enxaguante.

Da mesma forma é lavar o corpo por fora e a alma por dentro - o nosso interior carece de cuidados especiais, atenção redobrada, leveza da higiene da mente muita dedicação - imprescindível na remoção de sentimentos que nos intoxicam, lembranças que nos deprimem e recordaçÔes que despertem tristezas, sofrimentos e negatividades. Roupas bem lavadas e devidamente secas
(se for ao sol, o cheiro Ă© mais gostoso e a aparĂȘncia Ă© outra), depois de passadas ou bem esticadas nos dĂŁo um inexplicĂĄvel prazer ao tocĂĄ-las, usĂĄ-las, vesti-las ou, simplesmente, dobrĂĄ-las para serem guardadas...
Mentes leves, generosas, livres de ressentimentos, prontas para compartilhar amor, perdão e gratidão pela vida são recheadas de ingredientes para promoverem um corpo são, um coração aberto para as coisas boas e alegres da vida - a felicidade que tanto sonhamos!
____ @DelzaMarques - 2001/2007 - atualizado em 2020.

_______________(Dica de lavagem: A cinza possui uma importante propriedade que Ă© a de branquear, purificar. O sabĂŁo de cinzas Ă© ecolĂłgico e nĂŁo polui o ambiente. Sendo assim, se quiser clarear tecidos rĂșsticos Ă© sĂł colocĂĄ-los ensaboados de molho e com uma trouxinha de cinza, no dia seguinte Ă© sĂł enxaguar.)

Inserida por DelzaMarques

Numa palavra me dobra
No seu abraço me engloba
Minha mente manobra
Minha paciĂȘncia renova

Quando meu olho eu bati
No seu sorriso, eu sorri
Nem sei o que eu senti
SĂł sei Ă© que'u me fodi

Aquilo tudo foi verdadeiro
Mais que duas metades, éramos dois inteiros
Talvez seja por isso que o golpe foi tĂŁo certeiro.

Teria isso realmente acontecido?
Ou serĂĄ que eu enlouqueci?
De que importa minha sanidade?
Eu sĂł escrevi o que eu senti

Inserida por pedro_almeida_5

Deus Ă© santo, e apesar de nĂŁo suportar o nosso pecado e nĂŁo merecermos o seu perdĂŁo, Ele nos ama tanto, que nos quer pertinho dEle, como filhos amado. E foi esse tĂŁo imensurĂĄvel amor, que O fez providenciar um meio de reatarmos a comunhĂŁo perdida no Éden: enviou seu Filho unigĂȘnito, Jesus Cristo, que derramou seu sangue na cruz para nos salvar.

Inserida por RoseM

Um sofrimento por trĂĄs de cada apego

Quando me apeguei demais ao futuro, tive ansiedade.
Quando me apeguei demais ao passado, tive depressĂŁo.
Quando me apeguei demais ao presente, naufraguei em prazeres fĂșteis.

Ser livre de verdade Ă© nĂŁo ser escravo do tempo.

Quando me apeguei demais ao trabalho, afundei em ganĂąncia e soberba.
Quando me apeguei demais ao lar, senti-me solitĂĄrio.
Quando me apeguei demais Ă  sociedade, fiquei perdido na multidĂŁo.

Ser feliz independe de circunstĂąncias. NĂŁo se trata de um estado, mas sim de uma essĂȘncia (por vezes oculta sob ilusĂ”es).

Quando me apeguei demais a vocĂȘ, quebrei minha cara iludido pelo poder de controle.
Quando me apeguei demais a mim, padeci sufocado pelo meu prĂłprio egoĂ­smo.

Amor Ă© liberdade, felicidade e desap-EGO.

Inserida por drleonardolourenco

separação.
OlĂĄ
Boa noite, tudo bem?
Como tem passado todos esses dias? Sabemos muito bem como foi esse ano, todas as dificuldades que passamos juntos, todos os erros que foram cometidos;
Todos os princípios que foram quebrados, sem motivos reais, todas as mentiras que foram contadas, toda a enganação, o que sofremos a estupidez e infantilidade de ambas as partes.
Oi! É Bom se abrir comigo mesmo sem retaliaçÔes e sem o medo de ser julgado.
Vou falar de saudade.
A distùncia conserta vårios sentimentos que são deixados, de uma forma cruel muitas vezes mas não estou tentando ocupar esse vazio com ninguém, pode ser que seja um trauma ou algo do tipo, porém não posso mais viver dessa forma!
EntĂŁo
Tem sido um pouco difĂ­cil esse ano e toda as vezes que bebi foi para tentar completar aquela parte que ela levou;
Eu sempre pensando em ......, desde então essa dor se transformou em uma ansiedade, fiquei sem concentração para algumas coisas, e sempre que te via essa dor aumentava cada dia mais e mais, sabe é?
Ă© como se a alma sentisse falta de algo, procurei as ........ para tentar te esquecer com pessoas que pensava que era meus amigos, mas com o passar do tempo percebi que o interesse individual das pessoas Ă© maior que o interesse mutuo, nĂŁo esperava isso de muita gente, procurei mulheres diferentes mas sempre sentido o vazio dentro do peito e a saudade que nĂŁo passava aquela vontade de ter vocĂȘs por perto sĂł aumentava, conheci pessoas legais mas nada que me completasse, tambĂ©m conheci pessoas que eram para me completar mas por medo afastei cada uma delas de forma diferente, tenho sido estupido, com elas, e o ĂĄlcool nĂŁo me ajudou em nada.
Algumas palavras que dissemos um ao outro ainda sei bem que esta preso em alguma parte do que deixamos passar mas vive dentro de nĂłs;
Sempre que penso naquele domingo que se foi meu coração arde, e não sei bem como vai ser daqui para frente,
Espero que cuide muito bem da nossa filha....
algo criado para ser eterno e se destrĂłi com pequenos momentos.
Todo erro é cometido por falta de um dialogo, não saber como gerenciar as emoçÔes e conversar a respeito do que estå incomodando é o que afasta as pessoas Uma das outras.

Inserida por vidaplena769

E Quando eu te abraça, serå então a expressão, da profundidade daquilo que não consigo falar.

Inserida por lazaro_nascimento_1

Chega um momento em que vocĂȘ percebe que possui um segundo coração, batendo fora do seu corpo, alguem mais importante que a si mesmo, a verdadeira razĂŁo de viver. HĂĄ uma em um milhĂŁo como vocĂȘ. Um sonho em um milhĂŁo tornado realidade. Confesso que realmente nĂŁo sei por que, mas eu sei que brilha como eu.

Inserida por ValdirVitorSabinoIII

Um simples ato de gentileza, forma uma onda de boas açÔes, e volta ainda maior para vocĂȘ.

Inserida por PaduaDias

Se fosse para mim escolher de todos os sorrisos do mundo, eu escolheria o meu, pois sei que Ă© um sorriso sincero.

Inserida por ValdirVitorSabinoIII

A Tua proteção Senhor; é abrigo para o meu coração.

Inserida por PaduaDias

NĂŁo se render; te dĂĄ uma grande chance de vencer.

Inserida por PaduaDias

Plantar atitudes para colher resultados.

Inserida por PaduaDias

Bem casado ou bem solteiro;
o importante Ă© estar bem.

Inserida por PaduaDias

Todo rei Ă© realizador; imagina o que pode fazer por vocĂȘ, o Rei dos reis.

Inserida por PaduaDias

De momentos em momentos vai se construindo a vida.

Inserida por PaduaDias

Convém livrar-se do que pesa a alma para voar mais longe.

Inserida por PaduaDias