Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
NĂŁo consigo olhar no fundo dos seus olhos
E enxergar as coisas que me deixam no ar, deixam no ar
As vårias fases, estaçÔes que me levam com o vento
E o pensamento bem devagar
Outra vez, eu tive que fugir
Eu tive que correr, pra nĂŁo me entregar
As loucuras que me levam atĂ© vocĂȘ
Me fazem esquecer que eu nĂŁo posso chorar
Olhe bem no fundo dos meus olhos
E sinta a emoção que nascerĂĄ quando vocĂȘ me olhar
O universo conspira a nosso favor
A conseqĂŒĂȘncia do destino Ă© o amor, pra sempre vou te amar
Mas talvez, vocĂȘ nĂŁo entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor nĂŁo serĂĄ passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar ..
Calei o canto rotineiro de alma inerme, pois nĂŁo queria que meu anjo mais belo se tornasse um caso fracassado, jĂĄ que eles falaram tanto sobre um jeito certo de amar... Eu de pronto me pus entre todos os obstĂĄculos possĂveis para fugir Ă regra. Ah meu bem, eu te amo tĂŁo erradamente. Ă que eu te amo agora, e tĂŁo somente agora. E meus esforços nĂŁo chegam aos pĂ©s do sol, porque nĂŁo quero tribulaçÔes. Eu sou bem covarde.
Eu me sufoquei com o teu silĂȘncio, experimentei o gosto amargo que a falta da tua teimosia e arrogĂąncia, invadindo a minha monotonia, me trouxe.
Depois de ti eu me tornei a metade de um relógio estilhaçado. Talvez eu caiba na metade de um ponto final. à por isso que minhas histórias nunca terminam bem...
Não me ofereça esse monstro que dominou tua alma, que te faz beijar alguém que toca notas feias e espantosas em um piano velho. Alguém que bebe veneno e saliva acidez em cima de ti. Alguém que te olha nos olhos e não consegue te ver afogada por seus próprios demÎnios. Alguém que não te faz jus. Eu não desejo o monstro pecaminoso que tu és...
(...) e que abaixo de mim este céu, tão cinzento, se faça chão enquanto me perco te procurando em lugares que eu sei que não irei encontrar.
Devias recear-me, como um gato ao derradeiro oito que se espavori da noite. Devias desconsiderar meus convites pela madrugada, como quem se ensurdeceu hĂĄ muito.
Ă solidĂŁo se fazendo presente nas seis prateleiras da minha estante. Ă dor de viver, Ă© cansaço. Ă o estalar de ossos ecoando na alma. Ă prazer de morrer, Ă© agonia angustiante. DistĂąncia pra nada, pra tudo. Ă o medo de andar, de falar, Ă© um vale silencioso. Ă abandono e saudade, Ă© culpa. Ă sol, Ă© chuva, Ă© mar de lĂĄgrimas desesperadas. Ă amizade enterrada. Ă um nĂł enlaçado. Ă mĂșsica nĂŁo tocada. Ă o peso da madrugada. Ă a tristeza batendo na porta dos fundos. Ă uma rachadura em meio a testa da nuvem, Ă© sangrante e dĂłi. Ela fugiu e nunca foi encontrada... Ă o esconderijo mais secreto. Ă o olho roxo e cortado, vermelho e inchado, morto e pĂĄlido. Nos lençóis manchados de preguiça, Ă© o desagrado. Para nĂŁo mais correr por entre as ĂĄguas. Para deixar de lado as mĂĄgoas. Ă indiferença, Ă© o grunhido que gasta meus ouvidos. Ă uma queda ao abismo sem fim que termina bem ali. Ă temor aos passos mais leves. Ă horror Ă multidĂ”es em cima da cama. HĂĄ monstros detrĂĄs da geladeira, Ă© mentira. Ă rancor, Ă© crime escondido em um caderno de anotaçÔes. Ă desesperança. Ă cuidado somado Ă vĂĄrias taças de vinho. Ă uma vida, duas, trĂȘs, nenhuma. Ă complicado. Creio sĂł, nĂŁo creio. Ă displicĂȘncia. Ă eu, nĂŁo sou. Era eu, nĂŁo Ă© mais. Ainda vai ser. Ă besteira...
O silĂȘncio nada mais Ă© que a dor representada na fala de um belo olhar.Encante se ou simplesmente se deixe ser encantada.Contos de fadas existem,basta vocĂȘ crer.
Eu escrevo sem pensar,escrevo sem sonhar,escrevo sem amar
Escrevo por escrever,escrevo pra ler e pra valer
Escrevo, por que escrevendo me vem sempre o melhor de mim
As palavras escritas me são grandes aliadas,jå as faladas por vezes me deixam em maus lençois.
Ă como eu digo e sempre,eu nĂŁo sei falar,sĂł sei escrever.
Talvez assim vocĂȘ me entenda e atenda a esse meu pensamento traduzido em meio a essas poucas palavras.Pra explicar meu eu Ă© preciso vocĂȘ.
Coisas da alma
