Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Que pena que acabamos descobrindo que na nossa jornada em busca da fonte da felicidade, nos tornamos fonte de infelicidade para muitas pessoas.

Inserida por Fabianocrz

Te observo de longe vida nas lembranças do sul, que escurece meu norte, ao leste busco ser feliz, sem pontos de partida, sem caminhar procurando outra vez cultivar o amar e não sair ferido se não duram essa época é triste mais como a um tempo atrås, outra vez vou me ergue e me sentir vivo,livre novamente na falta de amor reinventamos a musica e poesia e falta é de ter seus olhos a me ouvir... não é tristeza mais a recordação faz com que meu dia ganhe um tom mais cinza..

Inserida por PauloRockCesar

Se Vc Ficar Indo Pela Cabeça Dos Outros Nunca Vai Fazer Nada Tome Uma Atitude E Vå Fazer O Q Seu Coração Manda !

Inserida por RafahSilva

me faz um favor??
quando eu dizer que vou embora
me abraça e me pede para eu ficar mais um poukinho com vc

Inserida por gabrielmendes

nao somos nĂłs que escolhemos quem acabamos amando
mas msm que tivéssemos a oportunidade de escolhermos
eu concerteza escolheria VC...
vc Ă© e sempre sera minha gatinhaa complica e perfeitinha

Inserida por gabrielmendes

VocĂȘ nasceu por que?
Tem gente que nasce para ser médico
Tem gente que nasce para ser mĂŁe
Outros, para ser filho
Gente que nasce para ganhar dinheiro
Outros, para ser feliz
Outros, estĂŁo sĂł de passagem
Tem aquele que nasce para ser um bom marido
Também tem aquele que apenas nasce
e morre sem saber por que nasceu

Eu?

Ah, eu nasci para amar.
Eu acho isso bonito.
Acho isso ridĂ­culo.

Mas essa sou eu.

Inserida por josaneph

Eu nĂŁo sei quantos anos Tolstoi tinha quando escreveu que a verdadeira felicidade estĂĄ entre as alegrias da famĂ­lia. Tenho 34 anos e tenho certeza que nĂŁo tem mesmo felicidade mais real que a de poder compartilhar momentos com a famĂ­lia.

NĂŁo me vejo morando mais que 100 km de distĂąncia da minha mĂŁe ou do meu pai. Isso nĂŁo quer dizer que nĂŁo possa morar. SĂł acho difĂ­cil ser mais feliz do que sou com eles aqui, pertinho de mim.

Inserida por josaneph

Esse jĂĄ Ă© o grande mal da humanidade: a solidĂŁo. Talvez, por isso, tantas pessoas estĂŁo se enchendo de um conforto falso e ilusĂłrio que as redes sociais proporcionam. Viramos submissos da solidĂŁo. Acreditamos fielmente que estamos cheios de gente por perto. Nossa, 500 amigos no face? Olha?!

VocĂȘ comenta, o outro responde, vocĂȘ posta, aquela lĂĄ curte.

No fundo, nunca estivemos tĂŁo sozinhos.

Eu me orgulhava tanto de nĂŁo estar nessas redes sociais.
Me sentia toda inteligente, diferente, acima dos normais, quando alguém perguntava meu face.
Eu dizia, com aquele olhar soberano "nĂŁo tenho, anote meu celular".
Ai que orgulho.

Mas, me entreguei. Por que tenho medo de perder contato com amigos antigos. Eu sei. Fico me perguntando "se a gente quisesse se ver mesmo dava um jeito". Mas sĂł falamos assim "vamos combinar alguma coisa" e nunca combinamos nada. "saudade amiga" e ninguĂ©m se vĂȘ.

Hoje, quem nĂŁo tem face pra mim Ă©...
no mĂ­nimo mais cult, mais elegante.

Eu?
Continuo nesse mundo besta.
Burra e brega.

Inserida por josaneph

Estante
O poema “A Arte de Perder” de Elisabeth Bishop nunca fez sentido para mim, desde o primeiro dia em que o li. Sempre questionei. Talvez por puro egocentrismo ou falta de maturidade, eu nĂŁo sei. Passei os Ășltimos anos da minha vida acreditando que eu podia ter tudo, que nada podia fugir de mim, que o que eu tenho eu nĂŁo deveria perder.

Busquei insistentemente não perder nada. Nenhum instante, nenhum minuto sequer, nenhuma chave de todas as portas que eu abri, nenhuma parte de todos os estilhaços que caíram ao meu lado. Se eu perdia, corria pra achar. Se quebrava, corria pra remontar. Quantas noites juntei cacos, pedacinho por pedacinho, colando, remendando. Olhava a estante de longe e pensava: pronto, jå då pra colocar no lugar de novo. Ninguém vai reparar que quebrou. E voltava pra minha vida.

A verdade Ă© que chega uma hora que vocĂȘ olha para a estante com mais cuidado. Com outros olhos. E isso acontece tĂŁo raramente. As vezes dura segundos. VocĂȘ olha, talvez com a intenção dĂłcil de tirar o pĂł. Pra ver se ainda estĂĄ ali aquele porta retrato que caiu e vocĂȘ arrumou, dar uma folheada naquele livro que uma vez vocĂȘ emprestou, ouvir o DVD daquela cantora que vocĂȘ amava, o molho de chaves daquela casa antiga que agora estĂĄ alugada e todos os vasos que jĂĄ caĂ­ram e vocĂȘ colou.

Uma vez – e nĂŁo faz muito tempo – lembro que joguei tudo no chĂŁo. Tudo. Minha estante inteira no chĂŁo. Tudo quebrado. O que nĂŁo quebrou, rasguei, cortei, amassei. E me senti pĂ©ssima depois. Um dia, voltei na sala. Refiz a estante, arrumei o que tinha quebrado, costurei, colei, remendei. Coloquei tudo no lugar. E o tempo passou.

Mas olhando agora, para minha estante, comecei a ver que não preciso guardar nada disso. Que tem coisas que não servem mais. Que não fazem parte de que sou hoje. Os vasos não ficaram tão bonitos como eram antes. Sim, foram charmosos um dia, mas olhando pra eles agora, posso ver cada remendo. Ao me lembrar dos cortes que fiz para juntå-los, penso até que valeu a pena. Mas hoje, hoje são somente vasos remendados. O retrato não precisa ficar a mostra por que jå amarelou com o tempo. O que foi bom, simplesmente foi. Não é mais. Como a canção que hoje jå não faz sentido. Como a årvore no fundo daquela foto que hoje não existe mais.

Se eu entendi o poema? Não. Ou ainda não como deveria. Hå uma caixa cheia de coisas novas na sala. Mas o medo do novo é destruidor, não é? O novo, por mais que seja cheio é vazio se pararmos pra pensar. O novo não tem passado. Não tem história. O novo acovarda até os mais corajosos. Somos, bem lå no fundo, guerreiros que relutam para aceitar uma nova espada. A gente sabe que a caixa estå cheia de novidades, mas não tem força suficiente para ir até elas.

Mas hoje, exatamente hoje, dia dez de outubro de 2013, olhei para as caixas repletas de coisas novas na sala. E mesmo assustada, mesmo com minhas mĂŁos se desviando, meu corpo contestando e meu coração aflito, comecei a abri-las. Sim. Passa pela minha cabeça começar a montar outra estante e deixar essa que jĂĄ existe como estĂĄ. Mas nĂŁo posso, nĂŁo Ă©? Preciso aprender a perder. Entender “a arte de perder” talvez ou finalmente.

Então, sentadas, eu e Elisabeth Bishop, nessa minha sala, tomando um bom vinho, rimos juntas olhando para minha estante. Cheia de histórias, de lembranças, de vasos inteiros, outros remendados, de fotos amareladas, de cartas que nunca foram enviadas, de belas cançÔes, de sapatos com solas bem gastas, de chaves de casas por onde não entro mais, de relógios com marcador parado.

Me pergunto, em silĂȘncio: por que eu acho que nĂŁo entendi o poema ainda? Por que eu acho que nĂŁo faz sentido desfazer de tudo isso? Mas afinal, Ă© meu? Ou tudo Ă© passageiro o suficiente para nĂŁo precisar de estante?

Inserida por josaneph

E ficaram ali, entre carros, entre pessoas e seus guarda chuvas,
olhando além dos olhos.
E alguém disse:
“eles nĂŁo fazem ideia do que Ă© isso que a gente sente”.
HĂĄ milhares de pessoas que passam uma vida inteira
buscando um momento como esse para viver.

Inserida por josaneph

Eu gosto quando vocĂȘ faz
eu gostar mais da vida.
Eu gosto de ser o seu
“nunca senti isso por outra pessoa”
Eu gosto das nossas risadas
do nosso relacionamento engraçado
...
e eu nem me lembro mais o que Ă©
um relacionamento sério.

E isso Ă© bom, nĂŁo Ă©?

Inserida por josaneph

As vezes demoramos para aceitar a resposta que
jĂĄ temos dentro de nĂłs.
E na verdade, isso nĂŁo importa.
Por que até a pergunta é desnecessåria.
Viver Ă© sempre mais importante.
Seja o amor, a dor, a alegria, a tristeza,
uma paixĂŁo, uma amizade,
oito anos, um mĂȘs, uma noite, uma hora.
Viver o sentimento Ă© sempre mais importante
que qualquer pergunta e qualquer resposta.

Inserida por josaneph

HĂĄ uma paz
e um tormento doce
em cada risada boa
que distribuimos
de graça no quarto.
O criado fica mudo
a tv desligada
a mĂșsica dança
e as velas
.
.
continuam acesas
como a gente.

A noite inteira.

Inserida por josaneph

O pior de todos os medos Ă© o medo do ridĂ­culo.

Inserida por josaneph

A sabedoria estĂĄ no conhecimento geral das coisas coisas!!! Pois nas coisas mais simples que a vida nos dĂĄ, estĂŁo escondidos grandes segredos!!!
quanto mais curioso e humilde fores mais sĂĄbio serĂĄs!

Inserida por aurelola

A vida Ă© incrĂ­vel e perfeita, da sua maneira.
Estamos no lugar certo, na hora certa e hoje nunca foi ontem, nem vai ser amanhĂŁ.
Hoje Ă© hoje. E Ă© pra todos!

Inserida por josaneph

Vou deixando no meio do caminho minhas asas,
e me armando com todas as facas mais afiadas.
Pisando em cacos de vidro espalhados no caminho.
Vou me revirando por dentro.
Mas sigo.

Inserida por josaneph

Sigo com meus olhos vendados e a alma aberta.

Inserida por josaneph

Vou enchendo a casa para nĂŁo ouvir o silĂȘncio.
Pobre Miss Dalloway!
Todos nĂłs, no fundo, fazemos isso sem perceber.

(ideia - texto V. Wolf)

Inserida por josaneph

Tenho me esforçado para não crescer,
mas a vida vai nos empurrando,
e quando nos damos conta, engolimos o presente
e vomitamos um futuro conveniente, morno, sem graça.

NĂŁo se enganem, meus amigos:
a vida Ă© uma fanfarrona, uma sem vergonha,
louca de pedra!

Nessa luta, que travamos com ela,
essa que chamamos de vida,
poucos saem vitoriosos.

Em todos os hospitais tem pacientes terminais nesse momento
se arrependendo de ter perdido tempo
fazendo o que os outros esperavam.

Eu nĂŁo quero ser um deles.

Vou dormir agora, com uma lagarta no meu coração.
Uma lagarta bem grande que nĂŁo para de se mexer.

Inserida por josaneph