Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
ame do avesso
ao tropeço, do abraço eterno ao
beijo lento, ame por completo os
pequenos gestos, se ame como
deseja um dia amar.
Roma.
Era uma sexta feira
Acordei as sete e meia
De pijama levantei, sentei
Na cadeira, tomei o meu
ChĂĄ, aquele faz de conta
Tinha acabado de acabar
Meu amor havia lido Roma
Feito as malas e ido embora
Me conformei com a tragédia
Em uma segunda feira qualquer
No parque ou na Praça, alguém
Vai me ler de trĂĄs pra frente e
Ainda ler amor ao invés de Roma.
Guardo meus sentimentos
dentro de momentos, e sempre
que Me recordo deles eu sinto por
um momento aquele sentimento.
As flores
Ainda tenho flores de
Outros amores para regar,
as Rego porque torço por
Cada florescer de uma flor
Que um dia tive o prazer de
Conhecer.
â Resiliente
Se sentir saudade
apressa-te a
me ver
nĂŁo hĂĄ tempo perdido
e tempo a se perder
eu posso te amar
e, ainda assim
me amar, até mais
do que amo vocĂȘ.
â
Tenho pressa
de admirar
a brisa leve
do litoral tocar
a minha pele.
de sentir
a areia da praia
massagear os
meus pés,
meu bem,
tenho pressa
de nĂŁo ter pressa.
â amorte
amo-te
e te amando
nĂŁo temo a morte
porque até a morte
sabe a sorte
que Ă© um dia
poder te dar um cheiro
no cangote.
â ===========
Namoros nĂŁo dĂŁo certo
Quem sabe uma grande amizade
PoderĂĄ chegar perto da eternidade
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Meu conflito Ă© sempre dois sentimentos,
Um me diz te quero, o outro me diz cuidado
Sobrevivo na esperança que um deles fagocite o outro
A dor do abandono
Ă© quase insuportĂĄvel
dĂłi a alma, dĂłi por dentro..
Ela Ă© quase incurĂĄvel
A dor do abandono
Ă© uma dor que nĂŁo se vai
nos perturba, nos aflige
E nĂŁo hĂĄ como ter paz
A dor do abandono
faz o peito chegar a arder
vocĂȘ chora perde o sono
Pensa até que vai morrer
A dor do abandono
Ă© uma dor que agoniza
falta ar vocĂȘ pede a morte
E nunca sabe se termina..
A dor do abandono
Ă© uma dor martirizante
nos deprime, nos afunda
NĂŁo hĂĄ como seguir a diante
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Mesmo que possa existir momentos
Parece que eu estou Anos-Luz de distĂąncia
Mas nunca me pergunto onde estou
Porque eu sei que sempre estarei ao seu lado.
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â No passo que vem e que vai,
No passo que se enche de energia pela vontade.
Que passos sĂŁo estes?
Que passos, que passaram, ficaram marcados na areia?
SĂŁo os passos daqueles que caminharam procurando o sentido da vida,
Caminham como se nĂŁo caminhassem, mas os passos ficaram retidos na areia.
As marcas que vĂŁo e que vem, mostram a histĂłria nĂŁo contada, os segredos nĂŁo revelados;
SĂŁo como um mapa de destino, sĂŁo o conto contido nas entrelinhas de um livro,
MemĂłrias que ficaram presas em um momento, mas que voltam a reviver neste tempo;
O tempo nĂŁo apagarĂĄ nossa histĂłria, pelo caminho encontramos nestas pegadas o nosso prĂłprio destino.
â VIDA VIVIDA
Hoje amanheci numa vontade incrĂvel de viver a vida, afinal tenho motivos de sobra para prosseguir a jornada.
E dentre tantas aquisiçÔes importantes que conquistei ao logo da minha vida e essa breve passagem aqui na terra, encontrei vocĂȘ.
Poderia me fazer um favor?
NĂŁo saia da minha histĂłria.
As cicatrizes de relaçÔes que deram errado, sempre vĂŁo estar como uma cicatriz fĂsica em nosso corpo, aconteceu, sangrou, demorou a cicatrizar e parar de doer, mais sempre vai estar la quando olharmos para ela, e vamos lembrar de tudo que aconteceu sim! Sei que nĂŁo podemos culpar o novo por um erro do passado, mas vai depender dessa nova pessoa que deixamos entrar na nossa vida, nĂŁo permitir que olhemos para nossas feridas e nĂŁo nos causar novas.
â Sempre lembre-se de quem o ama e deu a vida por vocĂȘ. Assim, vocĂȘ poderĂĄ amar a si mesmo, sem depender da aprovação de quem nĂŁo o conhece.
VocĂȘ me pediu que nunca mais a procurasse
E eu me perdi nĂŁo te procurando mais
VocĂȘ me disse que eu a estava deixando sem ar
Eu entĂŁo parei de respirar
E morri de paixĂŁo!
