Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Temos tanto a ser vivido, temos tanto o que escrever em nossos "livros diårios", tantas påginas. Que tentamos ao menos fazer com que as decepçÔes não nos derrotem mas, se assim fizer-nos, que cada derrota então sirva-nos de aprendizagem sem nos roubar a PAZ, o AMOR e a PALAVRA.
FlĂĄvia Abib
Que a gente releve o que nĂŁo tem importĂąncia e eleve o indispensĂĄvel. Que a gente admire mais, compartilhe mais, agradeça mais. Que a gente descuide do que nĂŁo tem cor, sabor, e cuide Ă© de pintar a vida da nossa cor favorita, da cor do sol, da cor do cĂ©u, da luz da lua. Que sejamos generosos, troquemos carinhos, afetos e feitos de amizades. Que deixamos aflorar o que temos de mais lindo, colorido, sĂĄbio, luzente de dentro de nĂłs, que possamos expor a ALMA e o CORAĂĂO.
FlĂĄvia Abibï»ż
VocĂȘ tem força necessĂĄria para enfrentar qualquer luta, batalha, desafio. Essa força estĂĄ em seu coração, abra-o e deixe o amor agir!
FlĂĄvia Abib
Tenha calma, tranquilidade e serenidade... Confie no bem. VocĂȘ estarĂĄ atraindo para si energias positivas, proteção para o coração e luz para a alma.
FlĂĄvia Abib
Abro meus braços, abro meu coração,
abro as janelas de minha alma, para tudo
que Ă© do bem, para tudo que me faz bem.
................FlĂĄvia Abib......
HĂĄ palavras que doem, machucam nĂŁo sĂł o ego, mas a alma. Palavras ditas de maneira injusta entĂŁo, paralisam-me diante de mim mesma e do teu reflexo que Ă© dono do meu olhar. Passam-se mil pensamentos pela cabeça, vocĂȘ consegue ver cenas, cada detalhe de quem ama, apenas fechando os olhos. Talvez eu esteja errada... NĂŁo sĂŁo as palavras e sim o medo da perda. Uma perda "forjada" pelo ego de quem ama-se, uma perda resultante quem sabe, apenas de uma palavra.
FlĂĄvia Abib
â Quando eu olho para seus olhos, eu sinto que o infinito Ă© apenas um atalho para o seu coração. E imagino que nĂŁo hĂĄ nada alĂ©m de nĂłs nesse universo.
EU REPITO
Onde vocĂȘ mora eu quero saber
Estou com saudade Saudade de vocĂȘ
Eu fiz uma casinha pra gente morar
Se vocĂȘ quiser pode me ligar
Estou te aguardando
Fazendo tantos planos
Pra nois dois
Vou te amar agora
E quero te amar depois
No vĂdeo gravado no meu celular
Eu repito que vou te amar
Eu repito repito no vĂdeo
Que vou te amar
Enquanto eu existir enquanto eu viver
SĂł quero vocĂȘ.
Poeta Antonio Luis
As mensagens de DEUS... que incansavelmente, insistentemente, nitidamente... nos manda atravĂ©s de pessoas, falas, fatos, etc... e nĂłs simplesmente por algum motivo ignoramos. Inevitavelmente chegou a hora, o tempo, de começarmos acatar, aquele que nos Ă© divinamente SUPERIOR. O tempo Ă© agora, foram vĂĄrias as mensagens atĂ© hoje para que acordĂĄssemos desse egoĂsmo, desse egocentrismo que vivemos para conhecer de uma vez por todas... o valor da VIDA.
FlĂĄvia Abib
Antes nĂŁo e queria, e vocĂȘ ainda assim me conquistou... mas agora quem nĂŁo me quer Ă© vocĂȘ... Enfim, o amor Ă© estranho. â
â FilĂa Ă© saber que existe alguĂ©m que acredita e admira vocĂȘ.
FilĂa Ă© chegar no fim do dia e pensar em alguĂ©m antes de dormir e se orgulhar desse alguĂ©m.
(FilĂa me lembra panquecas, tudo fica melhor com panquecas.)
FilĂa Ă© vencer e ter alguĂ©m que te aplauda, que se alegre com a sua vitĂłria.
FilĂa e sentir o amor, apesar da dor.
FilĂa Ă© errar e ter alguĂ©m que aponte o erro, mas tambĂ©m a solução.
FilĂa Ă© ver a queda do outro e fazer com que se erga.Ă honrar e defender na ausĂȘncia.
Ă fazer com que vocĂȘ sinta, que as estrelas foram feitas para serem vistas, pelos seus olhos.
Filia não se esconde, os olhos nunca mentem, estå numa palavra bondosa, um abraço gentil, num conselho sincero, umas boas risadas.
FilĂa Ă© o amor, O sublime amor entre amigos.
â SAUDADE
"Seus olhos castanhos me assombram, me dominam, desde a Ășltima vez em que o brilho dos seus olhos, brilhou de volta por entre os meus.
Nunca vĂŁo compreender o quanto a amo, receio que nem mesmo vocĂȘ.
Saudade da sua presença, dos seus problemas para que eu possa solucionĂĄ-los, para depois ver vocĂȘ com raiva, dizendo que nĂŁo quer que eu os solucione.
Saudade da sua gargalhada, aquele instante em que vocĂȘ a carrega e aguarda para soltĂĄ-la.
Inveja da vento brincando nas ondas do seu vestido, Ă© o mais perto que minhas mĂŁos jĂĄ estiveram.
Saudade das curvas do teu corpo, que sĂŁo como as das montanhas das cordilheiras, dolorosa e a espera para que eu me perca entre elas mais uma vez.
NĂŁo desejo vocĂȘ, pois o desejo foi atrelado a morte, para que os homens pudessem matĂĄ-lo, entrego a vocĂȘ o meu amor, pois foi atrelado a vida, para que pudĂ©ssemos vivĂȘ-lo."
