Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

⁠Buscando conhece-Lo, sim, mas com a certeza de que bem mais do que entender quero senti-Lo...

⁠Hå pouco tempo parei para pensar: se eu não me amar, como permitirei à outra pessoa me amar?

⁠Eu teria que sentir todas as sensaçÔes do mundo para entender vocĂȘ...

⁠- Tå vendo aquela duas estrelas?
– Sim!
- EntĂŁo, somos nĂłs.

Éramos uma colisĂŁo cĂłsmica. Dois seres. Gosto da idĂ©ia de nĂłs dois juntos. Havia um medo enorme em mim, nĂŁo do amor em si, claro havia tambĂ©m. Talvez o medo de falhar, como outros falharam, ela era como mistĂ©rio, e eu tinha medo de nĂŁo entender.

Certa noite resolvemos correr feito loucos pela rua. Sorríamos, riamos e nos beijavamos. Enquanto as estrelas continuavam à nos perseguir. Saudades das mãos suadas que se encontravam, a cada olhar sorrisos que sincronizavam. Era nítido que nos pertenciamos, como nunca nos pertencemos a ninguém.

Eu penso nos meus medos, e o jeito que alimentava-me deles, o medo de magoar-te com todos eles, mas problemas sempre parecerão, foquei muito neles e perdi-te. O medo... responsåvel por tal desastre, e o que resta são destroços. Agora jå é tarde pra voltar atrås, é como se o tempo tivesse desfeito tudo o que construímos. Mas somos jovens, meu bem. E esquecemos que o tempo passa råpido demais... eu esqueci.

Às vezes, penso em como vai vocĂȘ. Às vezes, penso em como seria se te dissesse tudo o que havia aqui dentro. Faz tempo, eu sei. Mas madrugadas como estĂĄ me deixa propenso a tais divagaçÔes. o som da chuva lĂĄ fora, o passar dos carros. Bom, penso tambĂ©m nas minhas decisĂ”es, e autosabotagens e tudo aquilo que nĂŁo disse. NĂŁo me desfiz de suas roupas, eu ainda guardo algumas de suas fotos em uma caixa encima do guarda-roupa e nem sequer apaguei nossas conversas. Eu sei, talvez devesse me desfazer de tudo isto, mas talvez me assuste, talvez assuste-me por ser definitivo demais. As coisas... aiai, as coisas. Às vezes, penso como as coisas seriam se tivesse acontecido do jeito que gostarĂ­amos, e me pergunto se acabaria do mesmo jeito que tudo estĂĄ agora, mas as coisas acontecem e nunca pergunta nossa a opiniĂŁo. Eu queria lhe mostrar tanta coisa, eu queria lhe dizer muitas coisas, mas estava esperando o momento certo, tentando adequar um contexto, uma oportunidade. EntĂŁo, eu acabei nĂŁo dizendo. Agora vejo, vejo que nunca diria... nunca direi. Todos momentos certos, contextos e oportunidades sĂŁo apenas desculpas para nĂŁo dizer. EntĂŁo, tudo isto ficou preso, engasgado e agora... me corrĂłi. Sempre evitei o "e se", eu ainda nĂŁo fui assombrado por ele, mas me pego com sinĂŽnimo.
Como seria?
Como seria?
Palavras nĂŁo ditas, ela nos levam a novos lugares, lugares diferentes de onde estĂĄvamos indo. Tudo muda com uma Ășnica decisĂŁo. EntĂŁo, temos que aguentar as consequĂȘncias delas.
Como seria?
Como seria?
A dĂșvida, ela corrĂłi-me e me prende, nĂŁo me deixa seguir. Foram tantas desculpas criadas por mim. Desculpas quais nĂŁo deixavam fazer algo que ansiava fazer... o que precisava fazer... o que eu esperava hĂĄ tempos. E a culpa, ela me persegue todos os dias.

Antes da sua chegada, eu achava que meu coração era de gelo, atĂ© ele se derreter por vocĂȘ. Agora, ele Ă© de carne e com sua partida, ele sangra...

todos os dias...

Como seria? ‱ @Maybe_imjohn - Eu, Jînatas Divino

⁠ENGANO FEITO

No que restou da ilusĂŁo busco vontade
Das poéticas que um dia me apaixonei
Do desejo, do tudo mais, vem a saudade
Neste vazio do silĂȘncio a quem me dei

Ah! Ăł fatalidade que no vĂŁo me esquece
Numa sensação de uma urgĂȘncia sentida
De onde aquela emoção não mais aquece
E o descolorido no apenas tinge a vida...

De tropeço em tropeço vou neste mundo
Porque a dor no peito arregaça bem fundo
E nestes pedaços, me vejo sem mais jeito

E, assim, poetar triste na culpa eu assumo
De tantas culpas, tantas, o sombrio rumo
De uma escolha malfeita e o engano feito!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08, junho, 2021, 09’17” – Araguari, MG

⁠OS OFENDIDOS

Viver no silĂȘncio, calado e todavia
Sentir no peito um aperto, depois
De um vazio rodeado, a dois, sois
Da sofrĂȘncia servil, no dia a dia...

Um sentimento de ociosa sensação
Que vai mascando o viver, e assim
Chora, e a dor aflora, - ai de mim!
Que mais nĂŁo sou que sĂł a ilusĂŁo...

EntĂŁo, chega a vez de olhar pra ver
Com olhos dos fatos reais contidos
Deixando a razĂŁo na realidade doer

Pois, só pra retribuição se då ouvidos
Sentidos, e que no coração vai bater
A superação, abafando os gemidos...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
09, junho, 2021, 09’12” – Araguari, MG

VOCÊ MANANCIAL

O sol de rachar
Poderia ser miragem
Os pés descalços e a sede
Deviam estar afetando
A sanidade que insistia em sobrar...

Quando nĂŁo poderia sonhar
Onde tudo falta
Eu sei
No deserto eu achei
Um manancial..
⁠

"⁠Enquanto o fogo da saudade me queima, O gelo do orgulho me congela."

⁠"Enquanto houver seca na minha alma, haverå chuva nos meus olhos."

⁠Dia dos namorados chegando, todos preocupados com trocas de presentes, isso Ă© importante sim, porĂ©m mais importante ainda, Ă© saber que o amor aumentou com o passar do tempo, Ă© vocĂȘ olhar para a pessoas que vai ganhar o seu presente e pensar, ela que nĂŁo sabe que o melhor presente que ela poderia me dar, eu ja tenho, a nossa vida juntos, porque sem vocĂȘ, presente algum faria sentido.

⁠Encontros, desencontros, vidas entrelaçadas.. Momentos, sentimentos, alegrias, tormentos, ilusão, realidade, paixão, loucura, emoção, ternura, um abraço, um carinho, um afago e jamais estarå sozinho.

⁠Não é tanto o que estå sobre a mesa que importa, mas quem estå ao lado.
Com quem amamos partilhamos o pĂŁo, o vinho, a vida.

LuDarpano

⁠Seja vocĂȘ mesmo, e sinta orgulho de quem vocĂȘ Ă©, das conquistas que vocĂȘ fez! NĂŁo dependa de elogios, nĂŁo fique triste com as crĂ­ticas, essas jĂĄ ouvi diversas vezes "nĂŁo me leve a mal, Ă© sĂł uma crĂ­tica construtiva, ta?", no entanto se machuca, se destrĂłi sonhos e expectativas, nĂŁo Ă© em nada construtiva, e o mundo ta cheio de pessoas assim, prontas para assistir vocĂȘ cair.
Viva para ser feliz e não para agradar a todos, sempre falarão algo para te ferir, sempre vão julgar, sempre terå alguém para apontar seus erros, agradar a todos é impossível.
_ Luh M.

⁠Quero não quero
Gosto desgosto
Sinto nĂŁo sinto
Amo desamo
Mas o melhor Ă© quando ignoro
NĂŁo noto
NĂŁo sinto
NĂŁo vejo

⁠Se tĂș
Se tĂș o coração que acolhe
Se tĂș o perdĂŁo que buscas
Se tĂș a palavra amiga
Se tĂș a mĂŁo que cura quem te feriu
Se tĂș o que enxuga as lĂĄgrimas
Se tĂș o dedo que ajuda na direção
Se tĂș a diferença que almeja no mundo (MĂŁe Cambinda)

⁠A dor vai passar e vocĂȘ vai voltar a sorrir
Quem te magoou um dia também irå sentir
Se a tristeza te dominar, tente dormir
O sono leva a dor pra longe daqui.

Vi & Da
(Uma breve histĂłria de duas sĂ­labas que se amavam)

Vi e Da, nem se lembram de quando exatamente se juntaram, pois aquela era uma junção silåbica perfeita.
A palavra ViDa leva tanta bagagem, que certo dia ambas as sĂ­labas decidiram se separar e fazer novas junçÔes. As opçÔes de junçÔes silĂĄbicas sĂŁo inĂșmeras, mas ambas estavam dispostas a viver esta experiĂȘncia.
O Vi se juntou a um grupo que formaria ViAGEM, o que era perfeito para Vi, jĂĄ que desejava ter novos desafios.
Da sentiu dificuldade a se encaixar com algum grupo, então tentou algo que lhe era novo e se juntou à DANÇA, pois queria sentir-se em movimento.
ViAGEM nĂŁo parava em canto algum, vivia sempre se movendo e assim como o vento; pairava sobre diversos lugares novos, expandiu se por todos os cantos, mas ainda sim, nĂŁo estava satisfeito e decidiu encontrar um novo sentido. Foi entĂŁo que Vi encontrou um grupo que formaria parte de sua essĂȘncia; ViVER. EntĂŁo pensou ter encontrado seu lugar e decidiu que permaneceria ali, passou a se tornar parte de ViVER.
Da entĂŁo largou a DANÇA, e logo por ali mesmo, conheceu um grupo que talvez definiria o que estava sentindo em partes; SAUDADE, entĂŁo permaneceu ali, e experimentou todas as sensaçÔes e encargos que a SAUDADE podia lhe proporcionar naquele momento. Mas a intensidade do que definiria de fato a SAUDADE foi o que lhe pesou, ali jĂĄ nĂŁo era seu lugar.
Vi apĂłs suas diversas experiĂȘncias junto com VIVER, acabou sentindo que ainda precisava de algo a mais para se descrever... foi entĂŁo que Vi fora convidado novamente por este mesmo grupo VIVER, que agora teria mais um novo integrante para mudar o sentido, que seria o RE, experimentariam juntos ser REVIVER, Vi aceitou juntar-se a eles.
SAUDADE estava prestes a perder Da, e REVIVER iria se tornar REVER.
Novas experiĂȘncias foram vividas com estas duas sĂ­labas que estavam prestes a descobrir que SIM elas juntas formavam em perfeição a sua palavra; VIDA.
Vi & Da resolveram entĂŁo se unir novamente, pois ambos sabiam que o real sentido de cada um era formar VIDA.
VIDA, viveram juntos e entenderam a sua importĂąncia e amaram tanto sua junção que este amor se expandiu e feito mĂĄgica, estas duas sĂ­labas acabaram de ganhar uma nova palavra que faria parte de sua essĂȘncia; FAMILIA essa palavrinha chegou e trouxe todo o sentido que buscavam a anos. VIDA agora passaria a ter lado a lado seu presente de 3 sĂ­labas que definiria sua histĂłria. FAMILIA!
Esta Ă© apenas uma singela histĂłria de amor, onde esse amor se expande e se torna uma “FamĂ­lia”. O que eu todo dia sonho para nĂłs... uma FamĂ­lia.

Mediante o ganho da maturidade não consigo mais ⁠romantizar relacionamentos falidos ...

Deixo essa função para os filmes da Disney.

VocĂȘ vai encontrar a pessoa certa para vocĂȘ. Que vai amĂĄ-la a ponto de lutar por vocĂȘ.

O que eu percebi Ă© que preciso me apaixonar por mim antes, e, depois, amar os outros que me cercam.