Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
CompreensĂŁo (Sidarta Martins)
Eu compreendia
Que precisava entender as pessoas
Hoje compreendo
Que preciso, antes, entender a mim mesmo.
Eu compreendia
Que precisava enquadrar as pessoas
Hoje compreendo
O quanto estou fora de esquadro
Eu compreendia
Que precisa ajustar os passos alheios
Hoje compreende
Como danço fora do compasso
Eu compreendia
Que precisava ensinar meus filhos
Hoje compreendo
O quanto tenho a aprender com eles
Eu compreendia
Que os jovens de hoje sĂŁo mal formados
Hoje compreendo
O quanto estou mal informado
Eu compreendia
Que as mulheres nĂŁo entendiam os homens
Hoje compreendo
Como não conheço a mulher e a alma feminina
Eu compreendia
Que a juventude nĂŁo estava preparada para o ensino superior
Hoje compreendo
O quanto deixei de me preparar para os jovens de hoje
Eu compreendia
Que amava ardorosamente meus pais
Hoje compreendo
O quanto estive longe quando eles realmente precisaram de meu amor
Eu compreendia
Que sabia ouvir minha famĂlia e meus amigos
Hoje compreendo
O quanto me fiz surdo e insensĂvel
Eu compreendia
Que nunca acertava nos relacionamentos
Hoje compreendo
Como me fechei para a verdade sobre as escolhas que faço
Eu compreendia
Que sabia educar as crianças
Hoje compreendo
O quanto ainda tenho que aprender sobre educação
Eu compreendia
Que a corrupção tomou conta da Humanidade
Hoje compreendo
O quanto procuro levar vantagem em tudo que faço
Eu compreendia
Que era extremamente bondoso
Hoje compreendo
O quanto vivo longe da verdadeira bondade
Eu compreendia
Que indo Ă igreja, orando, fazendo jejum, eu amava o meu prĂłximo
Hoje compreendo
O quando, hipocritamente, me escondi atrĂĄs da religiĂŁo
Eu compreendia
Que olhando pelos animais, salvava a Humanidade
Hoje compreendo
O quanto nĂŁo vejo o Humano que vive e convive comigo diariamente
Eu compreendia
Que Deus, em algum momento, foi injusto e esqueceu-se de mim
Hoje compreendo
O quanto, voltado para mim mesmo, distanciei-me de Deus
Enfim, e sĂł agora
Compreendo
O quanto vivo distante do divino.
Deixei os sonhos, os ideias e à esperança, para viver uma dura realidade, mas com os meus pés no chão
Lute sempre por algo que traga crescimento ou aperfeiçoamento, principalmente que te leve a Deus e ao céu, não simplesmente por vaidade ou status.
Mulher.
Me prende e me ganha, me tem quando quer,
Sou uma fera indomåvel, domada em seus pés
Sou metade da alma, e serei o que der,
Mas serei sua calma, minha amada mulher.
De um jeito ou de outro agente acaba perdendo quem agente ama..
De uma maneira ou de outra... acabamos sozinhos...
Dia a pos dia... percebemos como somos solitarios..
Minuto a minuto..os segundos se tornam horas...
De hora em hora.... os minutos se tornam anos...
De ano em ano... os dias vĂŁo passando como uma eternidade...
Ha cada segundo que vivo com sua ausencia...minha alma se escure-se..
Meus pensamento por vocĂȘ Fazem meu coração chora lagrimas de diamante..
Por cada lagrima de diamante...em meus olhos escorrem duas de sangue..
Pela distancia que ha entre agente... os sentimentos sobrevivem pela saudade..
Pela saudade de kilometros de uma fronteira de asfalto,
Onde os metros se tornam um desafio a minha felicidade..
Por onde o por do sol e eterno.
VocĂȘ chegou na minha vida do nada
Para significar tudo.
E de repente, me trouxe
aquilo que me faltava.
Quem nunca passou noites acordadas, por um chorinho, uma febre, uma pilhazinha com carga maior...quem nunca experimentou a sensação de um alguĂ©m fazer xixi em vocĂȘ ou atĂ© coisa pior...quem nunca se viu rindo e comentando de bobagens que sĂł a vocĂȘ interessa...quem nunca juntou um objeto jogado mil vezes sabendo que seria a milĂ©sima primeira vez a ir ao chĂŁo... quem nunca tirou de si pra dar a outro...... quem nunca sentiu a dor da agulhada de vacina, no bracinho que nĂŁo era o seu...quem nunca sacrificou tempo...quem nunca disse um nĂŁo titubeando e querendo dizer sim...quem nunca chegou a emprestar o prĂłprio corpo como moradia, abrindo mĂŁo de toda a estĂ©tica...ou quem nunca adotou como seu, o sangue de outrem...quem nunca, nunca...coisas de mĂŁe!
NĂŁo Ă© fĂĄcil amar, vocĂȘ sofre e sofre, mas continua amando... Porque Ă© tĂŁo difĂcil ser correspondida? NĂŁo existe resposta para isso, infelizmente... Mas garanto que se vocĂȘ nĂŁo desistiu Ă© porque sabe que ainda ficara...
Um dia a gente toma jeito, se beija, e descobre o cheiro do rosto, a força do hĂĄlito e o tom dos nossos olhos, assim bem de perto. Isso eu jĂĄ planejei mil vezes e estou esperando o momento certo, assustadoramente perdido no caminho errado. Sei que se me puxar pra dançar, vai fazer calor em mim, o vento pode virar e Ă© capaz de chover. Sei tambĂ©m que darei um jeito de ter uma das minhas crises de vinte e cinco espirros consecutivos. Porque, vocĂȘ sabe, sou patĂ©tico e nĂŁo sei lidar. Mas nĂŁo adianta, festa começa, festa termina, vocĂȘ sempre dĂĄ um jeito de partir sem mim e o meu coração em dois. E sozinho, mais uma vez, eu vou pra casa te amando em dobro.
TUDO se transforma quando incluĂmos Deus na histĂłria de nossa vida.
SEM DEUS o homem Ă© capaz de transformar uma gota d'ĂĄgua numa TEMPESTADE.
COM DEUS o homem Ă© capaz de transformar uma tempestade numa GOTA D'ĂGUA.
Saudade PĂłstuma
VocĂȘ se lembra de tudo como se fosse hoje, dos momentos felizes que se foram. Das dores, claro vocĂȘ esqueceu. Pois o tempo cura tudo, mas nĂŁo apaga a saudade.
Desejando que o passado se transforme em futuro. E que tudo seja como antes. O passado sĂŁo seus planos futuros, jĂĄ seu presente, Ă© viver o passado.
Mas sĂŁo saudades pĂłstumas, e nĂŁo eternas. E Ă© vocĂȘ quem insiste em segura-las. SĂŁo como barreiras que te impedem de andar. Mas quem Ă© que disse que vocĂȘ quer andar?
Bom, e do futuro vocĂȘ esqueceu. No meio desse montante de passado, ele se perdeu.
A prosperidade talvez nĂŁo esteja em nossos olhos, pois estamos cegos diante de um evangelho falido que nos tem corrompido.
E eu irei lhe proteger contra qualquer injĂșria, contra qualquer maldade e pensamentos negativos. Pois sangue sempre serĂĄ supĂ©rfluo perto do verdadeiro valor da vida e do amor.
Oceano. Uma simples definição do que eu poderia ser. As vezes tĂŁo calmo, outras nem tanto. Volta e meia sou destruição, posteriormente destruĂdo.
