Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Se um dia eu disse que te amava era porque rolava amor, mas se tanto tentei e vocĂȘ nĂŁo deu valor, chegou o momento que meu coração se cansou de te amar e o que um dia foi amor se tornou sĂł lixo fora.
Não hå nenhum nåufrago perdido no mais profundo mar de iniquidade que o profundo amor de Deus não possa alcançar e remir.
MEU EX-AMOR!
Escrevo essas poucas linhas para dar a vocĂȘ a dimensĂŁo exata daquilo que senti por vocĂȘ durante estes anos que nos conhecemos.
Deixei o tempo passar e com ele meu amor...
"Nada como o tempo para apagar certas coisas."
Grandes verdades estĂŁo escondidas nessas palavras aparentemente simples.
Mas,hoje tanto tempo depois que que saiba Para quem crĂȘ nenhuma prova Ă© necessĂĄria.
Para quem nĂŁo crĂȘ toda prova Ă© inĂștil.
NĂŁo escrevo somente o que vocĂȘ quer ler mas sim o que vocĂȘ precisa saber, por esse motivo eu me permiti escrever pra vocĂȘ.
Adeus...
MEU EX-AMOR!(*29/09/98)
(+21/06/06)
OBS O que dĂłi nĂŁo Ă© o Adeus,mas sim a certesa do nunca mais.
Boa noite
âBoa noite, meu amor!â
Apenas assim,
âAtĂ© logo, amor...â
Como espero que sim.
Poucas palavras,
Que muito significam para mim.
âSaudadeâ
Apenas uma mensagem,
Ou serĂĄ verdade?
âAmorâ
Carinho?!
NĂŁo apenas, deveras...
Quiçå, sozinha...
Teus pensamentos,
Viver dentre eles,
Eu poderia...
GLOSAS
Amor Ă© chama que mata,
Dizem todos com razĂŁo,
à mal do coração
E com ele se endoidece.
O amor Ă© um sorriso
Sorriso que desfalece.
Madeixa que se desata
Denominam-no também.
O amor nĂŁo Ă© um bem:
Quem ama sempre padece.
O amor Ă© um perfume
Perfume que se esvaece.
O que Ă© afinal o amor?
O amor Ă© um sentimento inexplicĂĄvel. No entanto, vou fazer um esforço para explicar, Ă minha maneira, da maneira que o sinto. O amor nĂŁo se vĂȘ com os olhos, o amor nĂŁo Ă© pensado com o cĂ©rebro o amor Ă© simplesmente sentido, com o coração. Quando amamos alguĂ©m, todos os pensamentos ficam focados nesse alguĂ©m. Quando amamos alguĂ©m, simplesmente quase que nĂŁo conseguimos explicar, como se amĂĄ-la fosse simplesmente uma necessidade, e nĂŁo pudĂ©ssemos viver sem amor. E de facto nĂŁo podemos. A vida seria muito sombria e infeliz se o amor nĂŁo existisse. SerĂamos umas pessoas frias, cureis e sem compaixĂŁo por tudo e todos os que nos rodeiam. O amor nĂŁo se mede, o amor Ă© infinito. Amor que se mede nĂŁo Ă© amor verdadeiro, pois o amor verdadeiro Ă© impossĂvel de se medir. No amor, uma pequena ausĂȘncia, quer seja por um minuto Ă© uma eternidade. PorĂ©m, amor Ă distĂąncia existe, e Ă© dos amores mais bonitos Ă face da terra. Porque mesmo duas pessoas estando muitos distantes, os seus coraçÔes continuam mais juntos que nunca. A distĂąncia sĂł serve para fortalecer ainda mais o amor, porque estando longe do amado/a a vontade de estar com ele/a Ă© cada vez mais, ai o amor aumenta e aumenta cada vez mais. Eu morro de amor, Ă© verdade, mas no entanto, continuo viva. O amor Ă© um sentimento que Ă© difĂcil de se explicar, no entanto tentei, e espero tĂȘ-lo feito bem. O amor nĂŁo se pode exprimir facilmente, mas quando se ama alguĂ©m, de certo que conseguimos exprimir o que para nĂłs significa o amor. Para mim, isto Ă© o amor.
Trabalhe duro, tenha um alvo, planeje suas metas e, o mais importante, ponha amor em tudo o que fizer.
OS CRĂTICOS DE QUEM SĂ DESEJA VIVER E SER AMOR.
HĂĄ uma antiga tensĂŁo antropolĂłgica entre o impulso Ă autenticidade e a necessidade social de normatização. Sempre que um indivĂduo decide viver segundo a Ă©tica do amor, sem artifĂcios de dominação ou jogos de poder, ele torna-se um ponto de ruptura dentro da lĂłgica competitiva que rege muitos ambientes humanos.
A história confirma esse padrão. Quando Jesus de Nazaré proclamou a primazia do amor sobre a lei, conforme registrado nos Evangelhos do Novo Testamento, foi incompreendido pelos legalistas de seu tempo. A mensagem era simples, porém revolucionåria. Amar acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Não se tratava de sentimentalismo, mas de uma ética estrutural, capaz de reorganizar a sociedade.
De modo semelhante, Allan Kardec, em "O Evangelho segundo o Espiritismo" de 1864, define a caridade como benevolĂȘncia para com todos, indulgĂȘncia para com as imperfeiçÔes alheias e perdĂŁo das ofensas. Essa trĂade moral Ă© profundamente exigente. NĂŁo Ă© frĂĄgil. Exige maturidade psĂquica e domĂnio das prĂłprias paixĂ”es.
O crĂtico, contudo, muitas vezes reage por mecanismos psicolĂłgicos de projeção. Ao deparar-se com alguĂ©m que escolhe amar em vez de competir, que prefere a serenidade ao conflito, sente-se confrontado com sua prĂłpria inquietação interna. O amor genuĂno funciona como espelho moral. Ele desnuda as carĂȘncias ocultas e as agressividades nĂŁo resolvidas.
Na psicologia profunda, esse fenĂŽmeno pode ser compreendido como resistĂȘncia do ego Ă s experiĂȘncias que ameaçam sua estrutura defensiva. O amor autĂȘntico dissolve fronteiras rĂgidas. Ele nĂŁo se submete facilmente Ă lĂłgica da disputa. Por isso incomoda. Ele revela que Ă© possĂvel viver sem a hostilidade como mĂ©todo.
Sob o prisma sociolĂłgico, a crĂtica tambĂ©m decorre do temor ao diferente. Quem vive segundo princĂpios Ă©ticos elevados subverte padrĂ”es implĂcitos de comportamento. NĂŁo participa de jogos de manipulação. NĂŁo responde Ă violĂȘncia com violĂȘncia. NĂŁo se alimenta da maledicĂȘncia coletiva. Tal postura desestabiliza pactos silenciosos que sustentam ambientes medĂocres.
Viver e ser amor nĂŁo significa ingenuidade. Significa disciplina interior. Significa escolha consciente. Significa recusar-se a reproduzir a brutalidade emocional do mundo.
Os crĂticos continuarĂŁo a existir. Sempre existiram. A histĂłria humana Ă© marcada por essa tensĂŁo entre luz e sombra. Contudo, a integridade daquele que ama nĂŁo depende da aprovação externa. Depende da coerĂȘncia entre consciĂȘncia e ação.
Quem escolhe o amor como princĂpio estruturante da existĂȘncia nĂŁo estĂĄ fugindo da realidade. EstĂĄ reformulando-a desde dentro.
E ao persistir nessa escolha silenciosa, transforma-se no testemunho vivo de que a grandeza moral nĂŁo grita, apenas permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Muitos abandonam o relacionamento alegando que o amor acabou, mas eu me pergunto: quando a gasolina acaba, vocĂȘ abandona seu carro ou abastece novamenteâïžđŁđ»
Diga-me que me ama, demonstre esse amor, faça com que me sinta seguro, segure em minha mão, me ajude, me ame de verdade. Assim seremos felizes
Como saber diferenciar um fogo de um amor?
fogo Ă© fogo, ele queima, inflama, espalha rapidamente e logo Ă© contido,
apagado e dele restam apenas cinzas que o vento leva e aquele vazio permanece.
E ai vocĂȘ se dĂĄ conta que foi apenas um fogo. Mais um.
O Amor ele queima, inflama, as vezes chega rapidamente e as vezes ele Ă© construĂdo
ao longo dos anos. Porém ele não se contém, não se apaga, o vento não leva e quando
existe um vazio Ă© o da saudade.
Sinto isso, sinto o amor. Sinto da hora que acordo até a hora em que vou
me deitar. Sinto sem tĂȘ-lo visto, sem tĂȘ-lo tocado, sem nunca ter sentido seu cheiro,
o cheiro de sua pele. E isso nĂŁo depende do que ele sente e sim de como me sinto em
relação a ele. Eu amo mesmo não esperando algo em troca, mesmo imaginando
que ele nunca possa me amar do jeito que ele amou outra. Mas o que posso
fazer se o amo?
O amor Ă© atitude, fidelidade, honestidade, comprometimento, lealdade, Ă© deixar de satisfazer a si mesmo para satisfazer a necessidade do prĂłximo (1 cor 13), como Cristo Jesus.
Bom dia!
Deus Ama todos nĂłs, e o Amor DEle Ă© o Ășnico amor que temos a certeza, de que Ă© verdadeiro!
Sinto-me um fantoche nas garras desse amor leviano que me come e me cospe, que me quer, mas, nĂŁo quer muito, que me solta e me prende, me provoca e se arrepende... Um amor feito de lua, feito de fases, tĂŁo longo feito os textos de jornal policial, tĂŁo curto como uma frase de efeito moral, tĂŁo insano e maluco quanto lindo e benigno, meu mistĂ©rio, meu inferno em pleno paraĂso...
