Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â VocĂȘ
Quando meu sonho ...nunca foi teu...
Quando sem amor foste tĂŁo fria...
Quando te mostrei..o meu eu...
Quando..olhĂĄste sĂł faltava o meu...
Quando te descobri...nada me
pertencia..era tudo seu...
Quando vocĂȘ errou no que prometeu...
Quando a minha luta..se perdeu...
Quando..o tempo ficou calado...
Quando vocĂȘ nĂŁo se devolveu...
Quando...fiquei sĂł..sem ler o que era teu...
Quando nos perdemos..com sol e nĂŁo breu
Ambos soubémos o que se perdeu...
â VocĂȘ poderĂĄ nĂŁo saber nada no que diz respeito ao amor prĂłprio porque ainda nĂŁo amou a si mesmo/a, mas jĂĄ amou os outros. Isso Ă© orgulho egoĂsta, nunca Ă© amor prĂłprio, o orgulho egoĂsta a psicanĂĄlise define como padrĂŁo de vida narcisista. O amor prĂłprio Ă© uma experiĂȘncia espiritual!
â "SilĂȘncio que me fere, amor que me acende"
Calas-te, e teu silĂȘncio tem o peso de mil oceanos. NĂŁo Ă© um simples calar â Ă© um eco surdo, uma ausĂȘncia que grita mais alto que todas as palavras que um coração apaixonado jĂĄ ousou dizer. Enquanto me calas, eu sangro. Enquanto te calas, eu me desfaço em lembranças. Porque o meu amor, quando te evoca, nĂŁo fala em sussurros â ele ruge em lampejos de saudade que rasgam a escuridĂŁo do tempo.
Teu silĂȘncio me atravessa como lĂąmina feita de distĂąncia. Meu amor clama com a urgĂȘncia dos ventos que assolam os campos ressequidos da espera. Mas tu, amor, te escondes nas sombras das horas mudas, como se cada sĂlaba tua fosse um precipĂcio â e o retorno, um risco que jĂĄ nĂŁo desejas correr. E eu â eu permaneço aqui, com a alma em carne viva, tocando a lembrança do teu riso como quem acende um fogo antigo que ainda arde em segredo.
Por que te calas, se meu coração fala em trovĂ”es? Em cada batida dele habita um poema teu â um vestĂgio do que fomos, uma promessa do que ainda poderĂamos ser. Mas te calas. E, no teu silĂȘncio, afundam-se todos os navios que um dia construĂ para chegar atĂ© ti. O amor nĂŁo morreu â apenas ficou sem voz, como um pĂĄssaro que esqueceu o caminho de volta ao cĂ©u.
Eu grito. Com os olhos. Com as mĂŁos. Com memĂłrias. Meu amor grita â em versos, em delĂrios, em febres de saudade. E tu... calas. Como se nĂŁo ouvisses. Como se o amor fosse um idioma que tua alma desaprendeu de falar. Mas eu sei: no fundo do teu silĂȘncio ainda pulsa um eco do que fomos. E talvez, sĂł talvez, teu calar seja medo. Medo de me ouvir â e descobrir que ainda sou tua.
Porque, quando o amor Ă© verdade, ele nĂŁo se extingue â apenas silencia para escutar o outro amar mais alto.
â Todos nĂłs temos um poder interior, uma coragem, uma força, uma compaixĂŁo e um amor gigantesco. Precisamos aprender a acessar essas forças dentro de nĂłs mesmos.
Quando lhes faltar inspiração para praticar o bem por Amor, que tenhas forças para praticar o bem por Dever...â
O amor nunca foi flor roxa que nasceu no coração de quem é trouxa.
Mas sim, algo vivenciado na simplicidade e na renuncia pessoal, antecipando o bem para ambos.
â O amor Ă© como se jogar do alto de uma cachoeira de mĂŁos dadas. Quanto mais fundo o casal cair, mais profundo serĂĄ esse amor. E se for raso, mais curto ele serĂĄ. O grande problema Ă© que eu tenho medo da solidĂŁo e do desconhecido.
â " GENIOSA "
Um gĂȘnio de mulher, bela, faceira,
intensa em seu amor, leal, honesta,
e, tudo em derredor, lhe Ă© puro, Ă© festa,
e sua alegria é benção costumeira!
Tem arte em suas mĂŁos! A vida atesta
o quanto que Ă© prendada! Ă costureira,
pintora, uma artesã⊠à bordadeira
e que, talento tem, ninguém contesta.
Porém, essa mulher de tanto encanto,
que se divide entre alegria e pranto,
insiste em ser, por vez, frĂĄgil, dengosaâŠ
Rainha de seu reino, feiticeira,
levou-me, da loucura intensa, Ă beira
mostrando-me também ser geniosa!
â O homem sem dinheiro Ă© invisĂvel ao mundo â sĂł Deus, sua mĂŁe ou um coração que conhece o amor verdadeiro conseguem enxergĂĄ-lo.
â Sem dinheiro, o homem Ă© um sopro no vento da indiferença â sĂł a fĂ©, o ventre que o gerou ou um amor raro o reconhecem.
â Quanto mais conhecer, mais misterioso o outro se torna. EntĂŁo o amor serĂĄ uma aventura permanente
â O caminho que escolhi trilhar vai me render bons frutos: amor, admiração, respeito, temperança e esperança.
O QUE Ă O AMOR PARA VOCĂS?
Para mim o amor Ă© uma atitude.
Amar vai muito além de sentir, amar é agir, escolher cuidar, respeitar, perdoar,estar presente.
â ' PINTANDO NOSSA AQUARELA '
No amor, tu és a estrela que brilha
Que dentro de alma cintila
No Ăąmago dos meus sonhos
Ăs razĂŁo e fantasia
no jardim do meu coração
Mora uma grande paixĂŁo
Como as cores de um "arco-Ăris"
Onde floresce a flor mais bela
Assim como as flores de Ăris
Onde pinto todos os dias nosso amor,
Pintando nossa aquarela
Deixo minha declaração de amor
e na profundidade do explendor
és os dos versos que componho
a mais linda melodia
Meu sonho, razĂŁo fantasia
Minhas rimas, minhas poesias
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.619/98
' VENENO AO VENTO '
No amor fostes a flor
Que me embriagava
Com o teu perfume
A estrela que brilhava
Na minha vida o lume.
Largando forte ao vento
cheiro das folhas do absinto
NĂŁo sabia que era veneno
tomei por tanto tempo
Tinha gosto de vinho tinto
Mas tenho a luz mais forte,
Que brilha do sul ao norte,
Luz que nĂŁo se apaga atoa;
Em versos, rimas e prosas,
No cheiro suave das rosas,
Canção que meu coração entoa
VocĂȘ foi o grande amor
Que na vida jĂĄ senti
Também foi o venenos
Que grandes doses bebi
Mas,VocĂȘ nĂŁo pĂŽde prever
Que na fé força e coragem
Eu ia sobreviver
â Reflete
Duas pessoas e a distĂąncia,
um amor fragmentado pela separação,
vocĂȘ pisou em mim, olho para o cĂ©u noturno e nĂŁo vejo estrelas,
mas, em algum lugar mesmo sem mandar mensagens o teu coração insisti em refletir amor.
