Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O que vocĂȘ deve fazer com todo o amor que tem por alguĂ©m se essa pessoa nĂŁo estiver mais lĂĄ? O que acontece com todo esse amor que resta? VocĂȘ suprime? VocĂȘ ignora? VocĂȘ deveria dar esse amor para outra pessoa?
Sentimento
Sensação do coração
Não tem explicação
Seja amor ou saudade
Causas da ansiedade
Surge no pensamento
Causa que vem de dentro
Se Ă© o que te acalma
Ă a prova que existe alma
A razĂŁo desconhece
A sua existĂȘncia
Porque nĂŁo aparece
Sua consequĂȘncia
Motivo da vida
HĂĄ quem duvida
porque nĂŁo entende
Muito menos compreende
Sua falta Ă© a morte
Viver sem porque
Ă uma pena nĂŁo ter
Sentimento em vocĂȘ
SOMENTE POR AMOR
O que vale a pena Ă© o amor em troca do nada;
Pois, nada vale o amor que se paga.
Nada vale o amor que aos choros se implora.
As lågrimas não alcançam o coração,
nem o molha e nem o amacia.
NĂŁo vale a pena o amor que se exige;
As afeiçÔes não brotam de palavras.
Por mais lindas que elas sejam...
O amor sĂł brota dos gestos que se exibe.
NĂŁo vale a pena o amor que se cobra;
O amor Ă© sentimento que nĂŁo se negocia,
nem Ă© mercadoria que se troca.
SĂł vale a pena viver um amor em troca do nada;
Um amor que nĂŁo se explica,
um amor que nada pede
e que ao amado nĂŁo explora.
O amor que vale a pena Ă© aquele que nasce
de sentimentos que nĂŁo se espera muito,
além da doce e desejada companhia.
O amor que vale a pena,
Ă© aquele que quando pensa-se estĂĄ morto,
num instante renasce mais forte;
Ainda que se pensasse nĂŁo mais existir,
ressurge do nada, mais relevante.
ACREDITO NO AMOR
Quero acreditar no amor que nunca morre;
No amor que nunca acaba;
No amor que a saudade
seja a testemunha de sua existĂȘncia,
ainda que a distĂąncia os amantes separa.
Teimo acreditar no amor verdadeiro;
Ainda que tenha sido ligeiro;
Que exista a entrega dos amantes
sem reservas, um ao outro por inteiro.
No amor que duas pessoas una;
Mesmo nĂŁo sendo amor Ă primeira vista;
Que faça as histórias de duas vidas
confundirem-se como se fosse uma.
Vivo por acreditar no amor,
que a convivĂȘncia seja mĂștua, duradoura;
Que leve a pensar-se sempre em duas pessoas,
mesmo estando presente sĂł uma.
Que sempre se acredite que sozinho,
um, tenha valor neutro;
Que mesmo tendo valor do ouro,
ainda que equivocados da realidade,
se pense: nada vale um sem o outro.
Insisto acreditar no amor
que o tempo nĂŁo tenha influĂȘncia;
Ainda que os sentimentos mudem
no contar dos dias vividos;
Que este amor se intensifique;
Que seja cuidadosamente polido;
A fim, de que conscientemente
nĂŁo reclamem os amantes,
que por estarem tantos dias em companhia
nĂŁo se contem os dias, como um tempo perdido.
LIBERDADE, COISA DO AMOR
Se não se tem o coração do amante,
mutila -se o seu corpo no leito;
Torna-se algoz do outro,
na fragilidade do corpo
e morosidade de espĂrito;
Torna-se opressor de quem não tem força
para defender-se e fazer valer
sĂł o que deseja a alma.
Se acreditares que do amor se tira forças...
Que nele estĂĄ escondido os segredos para a felicidade?
EntĂŁo, deixe livre a quem juras amar;
Ofereça a liberdade como prova de amor,
Como elos - somente a esperança.
No amor a conquista ou a reconquista
Ă© o que dar o jeito;
A conquista do coração, da alma.
A liberdade de se deixar decidir
vale mais que qualquer algema.
6 - A ESPERANĂA DO AMOR
Na dor aparente incurĂĄvel da perda de um grande amor,
Por pouco, por meias palavras...
A esperança da reconquista é alimentada;
Quer apostar-se ser momentĂąnea a partida do amado,
ainda, que seja na verdade o fim do romance,
nisso nĂŁo se acredita...
Celebra-se cada segundo...
Em devaneio se crer, que cada dia
estĂĄ mais perto do amado o regresso;
NĂŁo se consegue contar os dias que passam;
Apenas, se tenta descansar e se acalmar.
Suporta - se a morosidade do tempo;
Que pela ansiedade se eterniza;
Na pressa que tem o coração
e pela insanidade da paixĂŁo,
parece que os dias param e as horas nĂŁo passam.
No amor o que se faz por um dia...
Celebra-se por mil anos;
Um segundo como um tempo suficiente
para se fazer coisas, coisas felizes;
Que perdurarĂŁo para a eternidade.
SEGREDOS DE AMOR
Quero encontrar um meio de sossegar de vez;
Quero esconder um segredo;
Um segredo que deveria ser sĂł meu.
Que não convém a ninguém saber...
Mas estĂĄ visĂvel as mais ingĂȘnuas das criaturas;
Pois, nĂŁo consigo ocultar:
Amo vocĂȘ!
ImpossĂvel disfarçar que te amo;
Os meus olhos te buscam
Entre os conhecidos e estranhos;
Entre os transeuntes apressados...
Entre aquelas que descansam nas praças sentadas.
Meus ouvidos se aguçam convenientes;
Que coisa! Parecem treinados...
Buscam nas ondas do vento escutar a tua voz,
em todas as direçÔes e por todos os lados.
Meus lĂĄbios me traem, movem-se sozinhos;
Pois, balbuciam sem querer,
- imagino ser por engano, talvez por vĂcio,
cicia o teu nome...
Se guardas o segredo que me conquistou,
talvez tenha o antidoto que me faça te esquecer;
Ou ainda, algo que camufle o que tento em vĂŁo,
por demais e de todos esconder:
Acredite! Eu tento...
Eu te amo...
O EXERCĂCIO DO AMOR
SĂł no exercĂcio do amor
Conseguirei humanizar-me;
Racionalizo sem frescura que tenho a dor;
Que tenho o sangue da mesma cor.
O amor traz discernimento do Ăłbvio:
Que nĂŁo importa quem sou;
Ă certo que sofro as perdas,
e que vivo os prĂȘmios.
Se tenho mais, se tenho o menos...
Que diferença faz?
O fim Ă© o mesmo!
Que no meu esforço de ser mais,
o meu esforço de ser melhor:
Ă irracionalidade julgar-me superior...
E igualar-me a um deus, ainda que nos pormenores.
Descubro ser insana essa busca:
Tornar-me melhor?
Pois, somente amando...
tornar- me- ei no maior humano.
Pois, humano Ă© o que sou;
No amor sofro e suporto;
Perdoou e espero...
No amor me porto bem, estou sempre aquém;
NĂŁo se vale o que vem, mas o que se Ă©;
Viro-me do que tenho, que seja pouco, muito...
E do que me Ă© conveniente;
Pois, a validade de tudo nĂŁo estĂĄ nas coisas;
e sim, estĂĄ na gente;
Ainda que insanamente se ache superior,
Apenas se Ă© diferente...
AMOR E LĂGRIMAS
Foi das lĂĄgrimas que muitas das vezes
tirei forças para continuar a viver;
IncontĂĄveis foram as gotas que caĂram
em quimera pensando em vocĂȘ, meu amor.
Foi aĂ que atinei que era vĂĄlido chorar por amor;
Quando estas no meu rosto desciam,
pareciam assimilar e drenar
as coisas que o meu coração sentia.
Diferenciadas eram na pele
o modo como ardiam;
Outras lĂĄgrimas, as vezes nem sentia;
Que por outras causas escorriam.
Foi quando descobrir que as lĂĄgrimas
de amor, tem sabor e fermento;
Pois, quanto mais elas marejam,
mais se alimentam e mais querem cair.
Percebi que sofria por amor...
Que parecia estĂĄ morto, mas respirava;
As lĂĄgrimas eram as Ășnicas coisas
que ainda faziam-me sentir a vida;
Pois, no travesseiro chorava;
E provĂĄ-las inspirou-me a nomeĂĄ-las:
LĂĄgrima, tempero da vida.
As lĂĄgrimas sĂŁo:
Consolo dos amantes na perda de um grande amor;
Ăpio dos que tem um amor distante;
Por amor num dia se chora, no outro sorrir.
E amando se inspira e respira.
INĂPTO AMOR
NĂŁo suporto mais o barulho na mente,
Por querer encontrar respostas
para coisas que nĂŁo entendo;
Mais ainda, daquelas que nĂŁo me dizem nada;
Das causas de amor que ardem no peito.
Prefiro o silĂȘncio ao barulho...
De querer adivinhar em trocos:
O que se passa ali, o que se passa cĂĄ;
No coração dos outros.
Falo do coração do meu grande amor!
Prefiro no mudo papel deixar em segredo
as minhas questÔes de amor;
Ă correr o risco de julgar
nas minhas insanas vontades,
nas minhas interpretaçÔes que podem estå erradas,
nas minhas necessidades impor as realidades alheias
o meu modo de sentir e pensar.
O que posso fazer? Nas questÔes amorosas,
quase nada posso mudar;
Quem garante que estou com a razĂŁo?
Do coração dos outros nada sei...
De suas intençÔes, das causas de seu coração...
Dos seus segredos;
Nem pensar me atrevo;
Sei de mim, do meu resignado coração;
EntĂŁo, prefiro o silĂȘncio...
E assim no meu canto emudeço.
Ăs vezes, que quis saber, errei...
Ainda que ache ser o certo, posso estĂĄ errado;
Se muita coisa nĂŁo fizer, sou um inĂștil;
E se nada faço, fico como um ingrato;
Percebi mesmo, Ă© que nunca se Ă© o bastante;
O amor Ă© cego?
O amor Ă© lerdo?
O amor Ă© jogo?
Nunca Ă© do jeito que quero!
Assim sendo prefiro o silĂȘncio!
LIĂĂES DE AMOR
A vida me ensinou que em matéria de amar,
se deve sorrir quando se deveria chorar;
E chorar quando deveria sorrir;
Pois, o caminho para amar
Ă© como andar na contra mĂŁo.
Ă o amor uma arte de guerra:
Surpreender Ă© necessĂĄrio...
Confundir para ser diferente...
E se deve impactar para conquistar.
A vida me ensinou que em matéria de amar
Deve-se contradizer o tempo:
Que se deve ir devagar, se exigir pressa...
E correr quando se pedir para caminhar;
Afinal, o tempo dirĂĄ que: o que tiver de ser serĂĄ.
No modo de pensar: as coisas passam e repassam;
SĂł no incidente e acidente a vontade ultrapassa;
E no amor o que tem que ser, sĂł o tempo dirĂĄ.
Alguma mudança se pode fazer,
Outras nada podem dizer;
A maioria fica ao deus-darĂĄ...
Deixa- se para o tempo mudar;
à a esperança que resta,
Ă© o que diz a experiĂȘncia:
Tudo se repete, tudo se reitera.
Que adianta a agonia de querem impor o amor?
Deve-se respeitar as escolhas...
Considerar-se os descabidos palpites.
Ăs favas, jĂĄ que eu mesmo os permito,
Que estes dardos, muitas vezes venham ricochetear.
Sou eu quem sofre as mĂĄgoas.
Afinal, sou eu quem enxuga as minhas lĂĄgrimas;
A CERTEZA QUE TE AMO
Em mim mora a certeza
de que és meu verdadeiro amor.
Impregnado na tåbua do meu coração
estĂĄ escrito em relevo o teu nome...
E o teu jeito de ser que tanto admiro.
Que me faz acreditar que sĂł se ama
e se apaixona de verdade uma Ășnica vez;
Das outras vezes, sĂł se apaixona...
Confunde-se que se ama.
Na tåbua do meu coração deve estå teu nome...
Tua foto, ainda que em negativo;
Teu caminho, talvez sĂł um trieiro;
Tuas palavras, ĂĄs vezes inaudĂveis;
Teu cheiro, esse que Ă© inconfundĂvel...
Pois em momento algum te esqueço.
Consigo na sinceridade do meu coração apreciar:
Tua beleza, sobressalente;
Tua delicadeza, sem esmero;
Teus dons, talentos e sagacidade.
Teus inĂșmeros defeitos, mas os aceito...
Se trocasse o meu coração
e removesse as lembranças de sua existĂȘncia,
por ter te amado de verdade uma vez,
Seria certo que te procuraria...
Enquanto nĂŁo se encontra o verdadeiro amor
é permanente no peito uma dor de esperança
e saudade do nada...
E quando se perde Ă© eterna a saudade de tudo.
- O RISO DO AMOR
VocĂȘ sorrir?
SĂŁo dĂșvidas? Quando falo que te amo?
Ă alegria? Quando juro meu amor por ti?
Talvez, por impulso em ironia...
Que se misture tudo, mas o meu amor sempre juraria.
VocĂȘ sorrir por duvidar...
Pois ignoras que te levo comigo
todas as noites para o travesseiro;
Esse amor verdadeiro, rouba- me o sono
e tenho o medo de perde-la.
VocĂȘ sorrir?
Do meu medo de perdĂȘ-la?
Acha ser sem razĂŁo esse medo?
Ă que desconhece a dor dessa perda;
Pois para essa uma dor nĂŁo se encontra
nem um só alento que alivie o coração.
VocĂȘ sorrir?
Sorrir das coisas que o meu coração sente?
Queria que este sorriso fosse por estar contente;
Pois fico por causa deste sentimento
como um demente;
Que por ti, que insistes em ficar no meu coração
e nĂŁo desisto por te amar. E vocĂȘ sorrir..
- GOTAS DE AMOR
A alegria e a tristeza, a celebração
e a decepção de quem ama são gotas;
Gotas de qualquer coisa...
Gotas de veneno ou de uma droga forte;
Pois, quando se ama de verdade,
se faz coisas que em normalidade de alma nĂŁo se faria.
Suporta-se ser chamado de tolo,
Se Ă© censurado de insano...
Sentenciado por viver em bestialidade;
NĂŁo dar para esconder que estĂĄ amando.
Para que se importar?
Se todos se fazem a mesma pergunta;
Se todos nĂłs caĂmos nos mesmos laços;
E ninguém se importa para o embaraço?
Ăs sincero aos sentimentos?
Atendes aos desejos do coração?
Amar Ă© tudo que a alma de todos busca.
Se por amar Ă© roubado o sono,
Se este Ă© o maior de todos os danos;
Ă gente de sorte...
Amar Ă© ensaiar em vida mergulhar numa gota dÂŽĂĄgua
e emergir num oceano.
LAGO DE AMOR
O amor amado,
Aquele amor para o qual se entrega, entregado...
Ă como as ĂĄguas tranquilas de um lago;
Ainda que se atirem pedrinhas...
Que se joguem pedras grandes e pesadas,
Que se criem as ondas e se fiquem revoltados;
Que se admirem e se fiquem espantados;
Logo tudo se acalma...
Isso Ă© enigma do amor!.
O amor explorado, o amor forçado é:
Viver em um leito de um rio corrente...
Em cada curva se encontra embaraços, pedras;
Se Ă© surpreendido e se vive assustado.
NĂŁo vale a pena viver um amor assim;
Viver estas coisas acaba com a gente;
Coisa sem nome, neutra...
Coisa sem jeito, sempre uma treta.
Ă viver em pressuposta solidĂŁo... PreferĂvel
é ter ainda a esperança no peito.
POEMAS SEM NOMES
NĂŁo sei que nome daria,
ao meu Ășltimo poema de amor.
Talvez daria o seu apelido...
Ou seu nome distorcido?
Quem sabe usaria um pseudĂŽnimo?
Nomes de trĂĄs para frente seria um mimo;
Se fosse o teu nome, e usaria como apelido, Sineos!
Ao invés de amor, eu escreveria roma;
Trocaria meu, por uem;
De eu, redigiria ue.
Meu Ășltimo poema...
Que pena, nĂŁo rima!
Pois, um nome nĂŁo teria.
Amo-te em segredo...
De te perder tenho medo;
Por isso, nĂŁo importa o tema;
NĂŁo importa a rima...
Amar-te Ă© o que queria para sempre.
Quem pensa que quero saber:
A data de escrever...
E que nome daria ao meu poema sem nome,
do meu Ășltimo poema ,se engana!
O que quero mesmo Ă© usar a pena todos os dias;
Escrever muitos poemas:
Poemas sem nomes, poemas de amor.
Na linha do tempo:
Sem seu amor, sou como o poeta triste na vaga madrugada.
Sem a sintonia, sou o poema sem a rima.
Mas com vocĂȘ, sou o verso, sou verbo do amar, sĂł por te querer cada dia muito mais.
Cada verso contado, exponho o meu desejo.
SĂŁo sentimentos da minh'alma, que saem em desespero.
Pois nĂŁo posso nem sussurrar ao vento,
para nĂŁo espalhar meu segredo.
Que eu nasci para te amar e vocĂȘ nasceu para brilhar, dentro do meu peito.
Um amor eternizado no olhar, nem mesmo o tempo, Ă© capaz de apagar.
Poema de autoria #Andrea_Domingues
Todos os direitos autorais reservados 22/10/2019 Ă s 14:00 horas
Manter créditos para autora original #Andrea_Domingues
NĂŁo faz o menor sentido alegarmos amor a Cristo acima de tudo e nĂŁo desejarmos nos encontrar com Ele. A figura que Jesus usa para ilustrar nossa relação com ele Ă© a de um noivo e sua noiva. Se uma moça diz amar o noivo profundamente, mas se recusa a se encontrar com ele face a face, posso afirmar que ela, na realidade, nĂŁo o ama. AlguĂ©m que se diz cristĂŁo mas tem medo da morte na verdade ainda duvida da eternidade e, provavelmente, nĂŁo teve um encontro genuĂno com o Cristo vivo â pois ver Jesus muda tudo!
