Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
HĂĄ Duas Pessoas.
Uma utiliza o Amor e a outra o Ădio.
HĂĄ de haver comunhĂŁo entre elas?
NĂŁo.Pois a Luz jamais serĂĄ companheira das trevas.
Caso aconteça que o Ădio consuma o Amor ou o Amor consuma o Ădio , assim haverĂĄ comunhĂŁo entre eles.
Se vocĂȘ se compromete com algo faça isso como muito amor.
Muitos fazem sem amor pelo o que gosta e acabam desistindo, seja profissional ou pessoal.
As dores sĂŁo pra ser aproveitadas, contempladas, revisitadas, imprĂłprias. A dor do primeiro amor, e do Ășltimo; Do adeus, e do atĂ© mais; A dor de inventar uma dor pra se refazer de uma ainda pior, a dor da ilusĂŁo despida e da realidade coberta, a dor de saber que nada nunca volta, e que nada nunca Ă© como deveria ser. A dor Ă© pra ser desfrutada, como a pele que desfruta do sol.
Gosto
Eu gosto de uma pessoa,
Desde a primeira vez que tive contato.
Diria ser amor Ă primeira vista
Mas como hoje essa ideia Ă© conversa fiada
Eu prefiro nĂŁo dizer nada.
Pode nĂŁo ser exatamente o que acho que Ă©,
AliĂĄs, eu nĂŁo acho nada,
NĂŁo sei de nada.
SĂł sei que gosto, talvez amor, talvez paixĂŁo,
Ou talvez, sĂł GOSTO mesmo.
O amor é como uma rosa plantada num campo. A gente planta nossa rosa (coração) no campo de alguém; pode ser terra boa então a rosa cresce ( o amor) ou pode haver cascalhos ( o amor é sufocado).
TENTATIVA
Eu te proponho um amor-aspirina. Amor que bate e nĂŁo recorda, que acorda e nĂŁo levanta, que passa e nĂŁo deixa. Um amor-comprimido, que alivia a dor, que amarga na boca mas adoça o estĂŽmago, faz efeito. Eu te proponho, depois das aspirinas: a morte. Morrer em seus braços, decompor-me, como pilula na lĂngua que dissolve.
"Fazer amor" é uma fantasia dos devassos, os ricos compram pronto esse amor e seus atributos. O resto são obrigaçÔes impostas.
Diga nĂŁo Ă violĂȘncia no mundo.
A humanidade precisa de amor.
Eu e vocĂȘ fazemos a diferença.
Salve a Paz!
