Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

A renĂșncia ao prĂłprio direito Ă© a prova mais eloquente de um amor que se assemelha ao Divino.

NĂŁo lute por metades, lute pela inteireza do amor, que Ă© a Ășnica coisa que vale a pena ser preservada.

Quando a vida contrai e sufoca, a fé em Seu amor dilata o peito e me impele, irresistivelmente, a continuar.

O peso da sua intenção é mais importante que o peso das suas açÔes, o amor é a métrica.

O amor é um ato de fé: a certeza de que a entrega trarå uma recompensa que o dinheiro não compra.

A maior sabedoria é saber que a justiça sem misericórdia é tirania, e o amor sem limite é a verdadeira liberdade.

O Poderoso, em sua justiça, move as peças para que o amor incondicional seja o vencedor final do jogo da vida.

O discernimento Ă© a luz que separa a voz do instinto de posse do clamor do amor protetor.

Os sonhos que pareciam mortos ressurgem quando a sua fé na justiça e no amor é inabalåvel.

A lei do amor Ă© a Ășnica que nĂŁo tem exceção e que deve ser aplicada em todos os tribunais da sua existĂȘncia.

NĂŁo se perca na luta para provar, dedique-se a viver de tal forma que o seu amor prove a sua verdade.

A sua vida Ă© um testemunho: o amor que vocĂȘ pratica Ă© a Ășnica evidĂȘncia que serĂĄ considerada no final.

O amor que renuncia Ă© o amor que verdadeiramente vive, pois ele nĂŁo precisa de posse para existir.

A presença do Poderoso é sentida quando o impossível se curva à lógica do amor incondicional.

A justiça divina é a certeza de que todo ato de amor e sacrifício serå honrado e recompensado.

A vida Ă© o palco onde demonstramos se nosso amor Ă© teoria ou prĂĄtica de entrega e renĂșncia.

O nosso amor nĂŁo Ă© vinho, Ă© a embriaguez que resta apĂłs todas as taças, uma sede que se renova no beijo e na permanĂȘncia.

A busca na noite e a força do amor
nas fendas do rochedo, onde o mundo nos procura, Ă© lĂĄ que a nossa voz se torna suave e a nossa figura Ă© vislumbrada em sua mĂĄxima pureza.

O amor nĂŁo Ă© o fogo, mas a madeira nobre que o suporta, Ă© a lenha que, mesmo queimando, exala um perfume de cedro e jamais vira cinza.

A palavra amor Ă© um acordo social, uma forma de nomear quando afeto e compromisso se encontram. Mas como cada pessoa sente o mundo de um jeito Ășnico, o amor que alguĂ©m diz sentir nunca Ă© exatamente igual ao meu. Ele nasce das experiĂȘncias, das perdas, do corpo e das expectativas de cada um. E aĂ­ surge o dilema: nunca conseguirei saber se o amor do outro Ă© parecido com o meu. A angĂșstia vem dessa dĂșvida. Posso ser amado pelo nome “amor” mas talvez nunca pelo que realmente sou por dentro, pelo meu jeito Ășnico de sentir. NinguĂ©m consegue amar uma cĂłpia perfeita do meu sentimento. SĂł eu sei como meu amor existe dentro de mim.