Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

N.S

Eu posso ter tido mil e uma paixĂ”es, mas serĂĄ sempre vocĂȘ o meu amor, Ă© o que eu tenho de mais bonito, profundo, nĂŁo Ă© exagero se eu disser que daria a minha vida por vocĂȘ, Ă© a verdade, porque a minha vida nĂŁo faria sentido sem a sua, eu te amo como nunca amei ninguĂ©m, eu jĂĄ amei, mas Ă© a primeira vez que Ă© assim, incondicional, eu nĂŁo tenho nada seu que possa chamar de meu, nada do que eu realmente queira. Houve um tempo em que eu me tornei obsessivo, houve um tempo em que pensei estar louco, mas esse tempo felizmente passou, hoje eu tenho fixado cravado em mim esse sentimento que sĂł Deus sabe a dimensĂŁo, e eu sei, Ă© amor.

A Noiva CadĂĄver


Ah, como consegue ser tĂŁo bela?
Mesmo quando me deixa, com todo meu amor,
Apenas para contemplĂĄ-la pela janela.
Oh, minha amada, por que tantas brigas?
Faço tudo por vocĂȘ, mas sempre me castiga.
Larga-me por um instante e volto Ă s sombras,
Carregado por saudade, essa dor que desmorona.
Seu olhar agora Ă© um punhal cruel,
Repleto de desprezo, enquanto te imploro no papel.
E dizem que sou ciumento, egoĂ­sta, vil...
Mas nĂŁo foi vocĂȘ quem feriu este coração tĂŁo febril?
Agora, meu amor, te dou o que tens merecido,
Um toque afiado, um corte fino, um adeus contido.
O sangue dança pela casa, rubro e reluzente,
Enquanto teus olhos, pela primeira vez, me veem verdadeiramente.
Bailamos na sala em uma valsa insana,
Minha noiva eterna, tĂŁo fria, tĂŁo pĂĄlida, tĂŁo humana.
Ah, mas que inferno! Agora que a tenho sĂł para mim,
Os policiais chegam, batendo Ă  porta sem fim.
NĂŁo entendem o que Ă© amor, nĂŁo sabem seu sabor!
Julgam-me por te ter, por ser o Ășnico portador.
VocĂȘ nunca soube, mas agora estĂĄ comigo.
Por que nĂŁo sorri? NĂŁo estĂĄ feliz, querida?
Oh, minha amada, dançaremos até que a noite se consuma,
Pois nem o céu, nem o inferno nos separa em sua bruma.
E mesmo que o mundo insista em nos condenar,
VocĂȘ Ă© minha, para sempre, atĂ© o universo acabar.

"O amor verdadeiro se revela no cuidado; onde não há cuidado, não há amor.”

Continue semeando o bem. Nem sempre vocĂȘ verĂĄ os frutos, mas cada gesto de amor deixa marcas eternas. E talvez, um dia, alguĂ©m lhe diga: 'Foi a sua atitude que mudou a minha histĂłria.'

AMOR ALÉM DAS ESTRELAS (versĂŁo mĂșsica)


Verso 1


Quando eu deixar esta matéria,
E seguir por outra dimensĂŁo,
Talvez eu seja apenas energia,
Viajando pela imensidĂŁo.


Passarei por pontos de luz,
Que brilham no eterno universo,
Até chegar à fonte maior,
Onde termina todo mistério.


Pré-refrão


Sem corpo nĂŁo hĂĄ olhos para ver,
Nem mĂŁos para tocar.
Mas existe algo que permanece,
E nunca vai se apagar.


RefrĂŁo


É o amor alĂ©m das estrelas,
Ligando vocĂȘ e eu.
Atravessando o tempo infinito,
Pela força que Deus nos deu.


Se aqui nĂŁo deixarmos o amor nascer,
O vazio poderĂĄ nos encontrar.
E na viagem para o tudo ou para o nada,
NĂŁo haverĂĄ com quem se ligar.


Verso 2


Se a vida Ă© apenas passagem,
O amor Ă© o que fica no final.
Nem a distĂąncia das galĂĄxias
Pode romper esse sinal.


Somos centelhas caminhando
Pelos caminhos da criação.
E cada gesto de amor sincero
Ilumina outra constelação.


RefrĂŁo


É o amor alĂ©m das estrelas,
Ligando vocĂȘ e eu.
Atravessando o tempo infinito,
Pela força que Deus nos deu.


Se aqui nĂŁo deixarmos o amor nascer,
O vazio poderĂĄ nos encontrar.
E na viagem para o tudo ou para o nada,
NĂŁo haverĂĄ com quem se ligar.


Final


Além das estrelas...
Além do tempo...
Além do fim...


O amor continuarĂĄ.

⁠O Amor é Síntese

Uma visão poética sobre o amor

Amar nĂŁo Ă© perder-se no outro. É encontrar alguĂ©m que caminhe ao seu lado, na mesma direção, com a mesma disposição de cuidar. O amor verdadeiro nĂŁo pede que vocĂȘ apague sua luz; ele encontra maneiras de brilhar junto dela. E lembre-se que a maturidade do amor estĂĄ em abrir o coração sem abandonar a prĂłpria essĂȘncia


Quem experimenta o amor de Deus nĂŁo consegue guardar para si. NĂŁo hĂĄ alegria que perdure se nĂŁo for partilhada. Nem o amor Ă© compreendido se nĂŁo vier acompanhado de alegria.

InĂștil

InĂștil tentar convencer
quando nĂŁo se quer ver.
Melhor Ă© deixĂĄ-las!
Menos amor sem medida,
mais senso de medida.
Utilidade sem alegria
Ă© coisa de burguesia.
Pode haver maior inutilidade
do que o sujeito que pra se sentir Ăștil
precisa ganhar muito dinheiro?
Pra tanta hipocrisia,
tanto quanto gente vazia.
Då preguiça em conhecer gente.
Perder o tempo Ăștil
com pessoas inĂșteis.
Enquanto ela finge dizer a verdade,
eu finjo nĂŁo conhecer a realidade.
A futilidade anula a utilidade.
A utilidade do inĂștil Ă© nĂŁo fazer;
ou fazer para seu prĂłprio umbigo.
O inĂștil com iniciativa Ă© um perigo.
O poder Ă© o espelho da inutilidade.
A inutilidade enche estĂĄdios...
ruas... igrejas... eventos...
O Ăștil faz escola,
o inĂștil a esvazia.
O sujeito Ăștil realiza coisas Ășteis
com o sentimento de que apesar de tudo
Ă© um sujeito inĂștil :
Não fez mais do que a obrigação.
É tanta energia dispensada
para tão pouca utilização.

Quem aceitaria viver tal expectativa? Que amor suportaria tal dor? SĂł um coração que ama e crĂȘ, aceita sofrer pelo amado.

Se queres delicadeza,
Plante uma flor.
Cultive a si mesmo.
Desabroche amor.

Ao lado do seu leito entenderĂĄ o que Ă© o amor.

A majestade Divina
Ensina
Que a vida Ă©
HeroĂ­na
Desta transformação
De amor e compreensĂŁo
Por toda criação

O amor Ă© a Ășnica resposta que continua sendo pergunta.

Enquanto eu caminho procurando o amor, deixo que a voz do coração me guie e a luz da minha alma me ilumine.

CrĂŽnica


O Significado do Amor em Sua Plenitude


Existe uma palavra que a humanidade tenta explicar desde o começo dos tempos, mas que nunca cabe inteira dentro de nenhuma explicação.
Essa palavra Ă© amor.
Ele começa de forma simples, quase invisĂ­vel, dentro de casa, no silĂȘncio das pequenas atitudes.
É o amor de pais para filhos, que se manifesta antes mesmo do primeiro olhar, quando já existe cuidado, espera e proteção.
É o amor que não exige retorno, que acorda antes do sol, que se cansa sem desistir, que corrige mesmo com o coração apertado.
Depois cresce.
Vira o amor entre irmãos, que discute por coisas pequenas, mas que defende com a vida inteira se alguém de fora tentar ferir.
Um amor imperfeito na forma, mas absoluto na raiz.
Com o tempo, ele alcança os avós.
E ali ele ganha outra textura.
Mais leve.
Mais paciente.
Mais silencioso.
O amor dos avĂłs nĂŁo tem pressa.
Ele não educa com rigidez, mas com presença.
NĂŁo cobra tanto, apenas acolhe.
É como se o tempo, depois de tudo, finalmente aprendesse a ser gentil.
O amor também se estende aos parentes, aos encontros de família, às mesas cheias de vozes misturadas, às histórias repetidas que nunca perdem valor, às risadas que parecem simples, mas carregam geraçÔes inteiras dentro delas.
Mas o amor humano, por mais bonito que seja, ainda Ă© incompleto.
Ele falha.
Ele se cala quando deveria falar.
Ele se afasta quando deveria ficar.
Ele se perde em mal-entendidos e reencontros tardios.
Por isso, talvez o amor mais profundo que se possa conhecer nĂŁo seja o humano, mas aquele que o inspira.
O amor de Deus.
Um amor que nĂŁo depende de merecimento.
Um amor que nĂŁo se esgota com erros.
Um amor que nĂŁo abandona.
A Escritura sagrada descreve esse amor como algo que ultrapassa a lĂłgica humana.
Em 1 CorĂ­ntios 13:4-7, estĂĄ escrito que o amor â€œĂ© paciente, Ă© bondoso, nĂŁo inveja, nĂŁo se vangloria, nĂŁo se orgulha
 tudo sofre, tudo crĂȘ, tudo espera, tudo suporta”.
Esse é o retrato de um amor que não se desfaz com o tempo, nem se desgasta com as imperfeiçÔes da vida.
Em João 3:16, encontramos uma das declaraçÔes mais profundas jå registradas:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigĂȘnito
”
Ali, o amor deixa de ser apenas sentimento e se torna entrega.
Se torna sacrifĂ­cio.
Se torna caminho.
E talvez por isso o ser humano viva em busca constante de um amor assim.
NĂŁo porque nĂŁo ame.
Mas porque sente que falta algo que complete o que Ă© sentido aqui dentro.
É por isso que o amor Ă© tĂŁo desejado.
Ele estĂĄ nos sonhos, nas mĂșsicas, nas promessas, nas esperas, nas despedidas e nos reencontros.
Estå naquilo que foi dito e também no que nunca foi dito.
Mas ainda assim sentido.
Talvez o amor seja exatamente isso:
aquilo que nĂŁo cabe totalmente em palavras, mas insiste em ser vivido.
E mesmo que a humanidade ainda esteja aprendendo a amar, existe algo que nĂŁo pode ser ignorado.
O amor continua tentando florescer.
Nas famĂ­lias.
Nas reconciliaçÔes.
Nos gestos simples.
Nas escolhas difĂ­ceis.
E atĂ© nos silĂȘncios que guardam sentimentos profundos.
Talvez ele ainda seja pequeno no mundo.
Mas nunca deixou de existir.
E enquanto houver alguém capaz de perdoar, de cuidar, de esperar ou simplesmente permanecer, o amor continuarå vivo.
Porque o amor nĂŁo Ă© apenas o que sentimos.
É aquilo que decidimos ser.
E talvez, no fim, seja isso que nos aproxima de Deus:
a tentativa constante de amar melhor do que ontem.
E seguir acreditando que ainda vale a pena.


Autor: Sandro SansĂŁo da Silva Costa

As coisas tem preço, pessoas valem mais.
Cultive o amor e nĂŁo seja espinho, seja flor.

CrĂŽnica


O Amor Que Muda de Endereço


Existe uma verdade sobre pais e filhos que raramente Ă© dita em voz alta.
Eles se amam muito mais do que conseguem demonstrar.
Talvez porque o amor familiar não seja feito apenas de abraços e palavras bonitas. Muitas vezes ele vem disfarçado de preocupação, de cobrança, de conselhos que ninguém pediu e até de discussÔes que parecem não ter fim.
Quando somos crianças, enxergamos nossos pais como gigantes.
Eles sabem tudo.
Resolvem tudo.
Protegem de tudo.
Mas o tempo passa.
E os gigantes começam a parecer pessoas comuns.
Começamos a enxergar seus defeitos, suas limitaçÔes, seus erros e suas fraquezas.
É justamente aí que surgem os conflitos.
Os pais acreditam que os filhos ainda precisam de orientação.
Os filhos acreditam que jĂĄ sabem caminhar sozinhos.
E entre uma opiniĂŁo e outra, muitas palavras deixam de ser ditas.
O pai que queria dizer "tenho orgulho de vocĂȘ" acaba perguntando apenas se o trabalho estĂĄ indo bem.
A mĂŁe que desejava dizer "sinto sua falta" limita-se a perguntar se o filho estĂĄ se alimentando direito.
E os filhos, por sua vez, também escondem sentimentos.
Querem agradecer.
Querem reconhecer.
Querem demonstrar carinho.
Mas imaginam que ainda haverĂĄ tempo.
E assim os anos passam.
As conversas tornam-se mais curtas.
Os encontros mais espaçados.
As responsabilidades mais numerosas.
A vida segue seu curso.
Como sempre segue.
Até que um dia acontece algo curioso.
Os filhos tornam-se pais.
E aquilo que antes parecia exagero começa a fazer sentido.
As noites mal dormidas.
As preocupaçÔes silenciosas.
Os medos escondidos.
Os conselhos insistentes.
Tudo ganha uma nova interpretação.
Pela primeira vez, eles conseguem enxergar o mundo pelos olhos de seus prĂłprios pais.
Mas a vida ainda guarda outra surpresa.
Os netos.
Ah, os netos...
Eles chegam sem pedir licença e transformam novamente a dinùmica da família.
É como se abrissem uma janela que permaneceu fechada durante anos.
Aquele pai sério torna-se brincalhão.
Aquela mĂŁe exigente transforma-se em uma avĂł paciente.
As regras ficam mais leves.
As broncas mais raras.
Os abraços mais demorados.
E os filhos observam tudo isso em silĂȘncio.
Às vezes sorrindo.
Às vezes refletindo.
Às vezes sentindo uma pontada difícil de explicar.
Porque nĂŁo Ă© inveja.
Também não é mågoa.
É apenas a percepção de que aquele carinho tão espontñneo talvez tenha existido dentro dos pais o tempo inteiro, mas não encontrou espaço para ser demonstrado daquela forma.
Os avós, por sua vez, também mudaram.
A experiĂȘncia ensinou que o tempo corre depressa.
Que as oportunidades nĂŁo voltam.
Que algumas palavras deveriam ter sido ditas.
Que alguns abraços poderiam ter sido mais longos.
E sem perceber, acabam oferecendo aos netos aquilo que a vida lhes ensinou tarde demais.
NĂŁo porque amem mais os netos do que os filhos.
Mas porque aprenderam a amar de maneira diferente.
Os filhos observam.
Sentem.
Refletem.
E, no Ă­ntimo, compreendem mais do que dizem.
Porque a maturidade ensina algo importante:
Nem todos os vazios serĂŁo preenchidos.
Nem todas as explicaçÔes chegarão.
Nem todos os pedidos de desculpa serĂŁo feitos.
E estĂĄ tudo bem.
A vida nĂŁo Ă© uma novela.
NĂŁo existem roteiristas escrevendo finais perfeitos.
NĂŁo hĂĄ mĂșsica tocando ao fundo quando percebemos nossos erros.
NĂŁo existe um capĂ­tulo seguinte para corrigir cada palavra mal colocada.
A vida real Ă© mais simples.
E também mais dura.
Ela Ă© feita de pessoas imperfeitas tentando acertar.
De pais que amam, mas nem sempre sabem demonstrar.
De filhos que sentem, mas nem sempre sabem falar.
De famĂ­lias que carregam cicatrizes e, ainda assim, continuam caminhando juntas.
Podemos passar a vida inteira nos torturando pelo que faltou.
Ou podemos compreender aquilo que existiu.
Porque, apesar dos conflitos, dos desencontros e dos silĂȘncios, o amor sempre esteve lĂĄ.
Talvez escondido.
Talvez desajeitado.
Talvez tĂ­mido.
Mas presente.
E quando vemos nossos filhos correndo para os braços dos avĂłs, percebemos uma das maiores liçÔes da existĂȘncia.
O amor nĂŁo desaparece.
Ele apenas muda de forma.
Muda de linguagem.
Muda de endereço.
E continua seguindo seu caminho através das geraçÔes.
Talvez nĂŁo exatamente como gostarĂ­amos.
Mas exatamente como a vida permite.
E, no final das contas, aprender a aceitar isso também é uma forma de amar.


Autor: Sandro SansĂŁo da Silva Costa

Tempo em que eu nem sabia o que era o amor, muito menos amar!

Quando não existe perdão, é porque não era amor....Sofremos tanto com a indiferença do outro que nos esquecemos de olharmos ao nosso derredor e vermos que hå tantos olhares de amor só esperando uma oportunidade.