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Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

​A distĂąncia, meu amor, Ă© sĂł um nome frio,
Um mapa inĂștil, um cruel vazio.
Entre o meu corpo e o teu, um mar imenso existe,
E a saudade, em meu peito, teimosamente insiste.
​Cada noite que cai, Ă© um punhal de pranto,
Sinto a falta do teu cheiro, do teu doce encanto.
Mas juro, com a dor que me rasga a alma inteira,
Que este amor Ă© chama, e a distĂąncia Ă© sĂł a fogueira.
​NĂŁo hĂĄ lĂ©guas que quebrem este nosso laço,
Pois te carrego na pele, no sonho, no abraço
Que só a lembrança permite. Não te aflijas, meu bem,
A distĂąncia sĂł prova o tamanho que o amor tem.

⁠Por que guardar a dor, o luto, a mågoa?
Se o amor partiu, levou também a ågua
Que regava o jardim do nosso sonho vĂŁo.
Agora sĂł hĂĄ terra seca e solidĂŁo.
O coração, ferido, pulsa em cùmara lenta,
Lembrando cada toque, a chama, a tormenta.
Mas o que foi, findou. NĂŁo volta a ser, jamais.
Deixe o tempo levar, para que haja paz.

Obrigado, meu amor, por ter me motivado, mesmo que sem querer, a escrever tantos poemas. Sou totalmente grato por me permitir ser a pessoa que sou hoje.

Eu a amaria mesmo se ela nĂŁo me amasse,mesmo que a falta de amor me machucasse e mesmo se ela nĂŁo me conhecesse eu a amaria , pois nem todo amar tem que ser correspondido.

Capítulo — O amor que não pediu que eu me perdesse


Os dias foram passando, e eu comecei a sair cada vez mais. NĂŁo por carĂȘncia, mas por retorno Ă  vida. Foi no terreiro que eu o conheci — como se a espiritualidade, mais uma vez, soubesse exatamente onde me colocar.


Ele era tímido. Respeitoso. Trazia sempre um sorriso sereno no rosto, desses que não pedem nada, apenas oferecem calma. Alto, cabelos pretos como a noite, cheios de cachos, como se guardassem segredos. Meu coração dizia: vai em frente. Minha cabeça, ainda ferida, sussurrava: foge. Não vale a pena perder o rumo outra vez.


Dessa vez, eu queria. Mas fui devagar. PĂ© no freio, cinto de segurança, marcha lenta. Eu jĂĄ sabia que amar nĂŁo precisava ser queda — podia ser escolha.


Apresentei-o Ă  minha filha como meu amigo. Ele se aproximou com cuidado, sem pressa, sem invadir. Ele e meu pai se tornaram amigos de imediato. Em pouco tempo, ele chamava meu pai de pai, minha mĂŁe de mĂŁe, como quem entende que famĂ­lia Ă© vĂ­nculo, nĂŁo contrato.


Eu gostava de tudo aquilo, mas mantinha o coração em retranca. O medo ainda morava ali, atento, desconfiado. Ainda assim, as atitudes dele falavam mais alto. Quando ia à minha casa, fazia de tudo para me agradar e agradar minha filha. Era carinho constante, cuidado natural, presença sem esforço.


Ele me levou para conhecer a mãe dele. Nos tornamos amigas com uma facilidade quase absurda. Tudo parecia encaixar. Era um sonho. E sonhos, eu sabia, também podiam doer.


Chegou o Carnaval. Ele não pîde viajar comigo — havia conseguido um trabalho. Ainda assim, me incentivou a ir, a me divertir. Na viagem estavam meus pais, minha irmã, minha comadre com seus dois filhos, minha filha e eu. Uma pequena multidão de afetos.


Fui.
E falĂĄvamos todos os dias por telefone.


Numa noite de folia, minha mãe nos deu um vale-night. Disse que ficaria com as crianças para que eu e minha comadre fÎssemos curtir um pouco do Carnaval de Rio das Ostras. Fomos. Rimos. Sambamos. Bebemos. Bebemos demais.


Minha cabeça girava, mas meus pensamentos só tinham um endereço: ele. E, guiada pelo ålcool e pela verdade, acabei contando para todo mundo o quanto eu gostava dele. Foi aquele porre em que a dignidade escapa, mas o sentimento decide aparecer.


Quando voltei para casa, ele estava no meu portão. Me esperando. Carregou as malas, entrou, fez almoço para mim e para minha filha. Como se aquilo fosse simples. Como se cuidar fosse seu idioma principal.


Naquela noite, a luz acabou. O calor era insuportĂĄvel, e eu precisava trabalhar no dia seguinte. Ele passou a noite inteira me abanando com um leque, em silĂȘncio, sem reclamar, sem dormir. Quando acordei pela manhĂŁ, ele ainda estava ali, repetindo o gesto.


Foi nesse instante que eu soube: ele me amava.
Não com promessas. Com presença.


Algum tempo depois, veio a notĂ­cia. Ele havia passado em um concurso para outro estado. Estava sendo convocado para tomar posse. O futuro o chamava.


Saímos juntos na noite seguinte. Foi uma noite linda. Intensa. Silenciosa. Nós dois sabíamos: era despedida. Não havia drama, nem cobrança. Só um amor adulto o suficiente para não pedir sacrifício.


Levei-o até o aeroporto. Ali, combinamos que viveríamos nossas vidas da melhor maneira possível. Que não ligaríamos. Que não escreveríamos. Porque às vezes, para não se perder, é preciso soltar. E insistir só criaria fantasmas.


Ele foi o maior amor que jå vivi. Sem interesse. Sem cobrança. Sem dor. Só carinho, cuidado, alegria e amor.


Até hoje, de vez em quando, ainda penso nele.
E o pensamento vem manso, sem culpa.


Às vezes me pergunto:
e se ele nĂŁo tivesse ido?
e se eu nĂŁo tivesse cumprido o acordo de nĂŁo ligar?


Mas aprendi que alguns amores nĂŁo existem para durar.
Existem para ensinar.


E ele me ensinou que eu podia amar sem me perder.

⁠o amor não deve ser um segredo

Saudade Ă© um amor que nĂŁo morre por ser muito puro e verdadeiro.

Desejo a todos uma vida cheia de vida,toda florida cheia de amor,o cantar dos passarinhos ,o sol a brilhar,chuva também pra se molhar,café cheiroso toda manhã,tardes com chå,bolo e café pra conversar com as amigas,desejo a todos uma vida colorida como o arco iris além do horizonte,quero ver todos abençoados por Deus e todos felizes com a graça de Deus.

Me encanto com flor e com gente que fala sobre o amor,pois amor cabe em qualquer coração,toda forma de amor é bem vinda quando hå pureza e hå muitos exemplos na natureza que é bela e nos dar muitos exemplos de amor em harmonia,tudo que é perfeito é obra do criador.

Bendito seja cada coração que ama e distribui amor pelos cantos da vida.

​Ó meu ex-amor, meu caos e minha calmaria,
A ti nĂŁo resta rancor, mas uma estranha gratidĂŁo.
Eu era a argila mole, entregue Ă  tua alquimia,
E o teu adeus forjou a minha reconstrução.
​Teu nome ainda ecoa, um sussurro na memória,
Mas jĂĄ nĂŁo Ă© tormenta, Ă© a marca que me fez.
A vida que findou, de luto e velha histĂłria,
Foi o solo onde floresceu a minha nova vez.
​Obrigado por ter me transformado, sem querer,
Nesta alma de aço polido que hoje se levanta.
Eu sou a prova viva de que a dor pode vencer
E que a maior ferida Ă© o que mais nos implanta.
​Não sou mais quem te amava, a sombra submissa e frágil,
Sou a força que nasceu quando a ponte se quebrou.
O teu abandono, duro, frio e indizivelmente ĂĄgil,
Foi o preço que paguei pela pessoa que eu sou agora.
​Fica o passado à deriva, a saudade que se esvai.
Eu sou o teu legado, a obra que a dor lapidou.
Vai em paz. Eu brilho sozinho, e isso me basta.
Fui destruĂ­do por ti, mas a ti, muito obrigado.

Se for para espalhar amor conte comigo...sou cheia de sorrisos não nego a ninguém,se precisar de um abraço acolhedor não falta pra ninguém,para uma palavra amiga tenho todo tempo do mundo,se for para ajudar ajudo em tudo que estiver a meu alcance e o que não posso ajudo com minha fé.

Uma rosa oferecida de surpresa é carinho na alma de quem a recebe,é demonstração de amor.

O Pomar do Nunca
Um amor perdido Ă© fruto colhido cedo, Doçura estranha que o tempo nĂŁo provou. É o nĂł apertado, o segredo, o medo, De um destino que a vida nĂŁo completou.


A fruta na terra, o tempo a consome, Vira pĂł, vira cinza, se perde no chĂŁo. Mas esse amor nĂŁo morre, nem perde o nome, Vive suspenso na curva da solidĂŁo.


É flor eterna de um fruto imaturo, Um ciclo parado, um relĂłgio sem cor. Onde o passado Ă© o Ășnico futuro, E a espera Ă© o perfume da prĂłpria dor.


Não amadurece, não nutre, não finda, Permanece intacto como um cristal. É a beleza triste da saudade infinda, De uma colheita que nunca terá seu final.

Tenho desses amigos sinceros e verdadeiros. Que doam atenção e que com amor se estendem por inteiro: braços,alma e coração.

_______FranXimenes
31*08*2013

AUTO AMOR
NĂŁo se lembra mais do que Ă© isso, nĂ©? Vou refrescar a tua memĂłria. "AUTOAMOR" Ă©, dentre tantas outras coisas,a certeza de que vocĂȘ Ă© a pessoa mais importante da sua vida, porque sim, vocĂȘ Ă©. “AUTOAMOR” Ă© agir de acordo com essa certeza em tudo na vida, e saber que isso como pregam alguns, nĂŁo Ă© egoĂ­smo, Ă© bom senso.

Tem gente que aquece com o olhar, com as mãos, com o corpo, com as palavras, com abraço, com amor, com ternura.
Gente que é chama intensa, aquecendo sempre o coração da gente.
╰☆╼
FranXimenes
14*08*2013

Quem uma vez conheceu o amor nĂŁo tolera o peso da solidĂŁo;
e quem longamente habitou a solidão jå não alcança o sentido do amor.


O amor afasta o homem da solidĂŁo,
mas a solidĂŁo, quando profunda, obscurece o entendimento do amor.

O teu amor
faz do meu mundo
um lugar melhor.

______________FranXimenes 27*09*2013

Porque onde tem amor, tem gostinho de paz...
Tem cheirinho de Deus.

_________________FranXimenes
23*01*2014