Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Amor Ă© Para os Loucos




Amor nĂŁo Ă© para os sĂĄbios.
É para os loucos.


O sĂĄbio calcula.
O louco entrega.


SĂł o louco dĂĄ tudo sem garantias.
SĂł o louco suporta a dor da incerteza
e a fragilidade do sentimento
sem transformar o coração em defesa.


Amar Ă© um salto no vazio
onde a lógica não alcança.


É expor o peito ao risco
sabendo que pode doer.


É aceitar o caos
que nasce junto com a paixĂŁo
e, ainda assim, permanecer.


Dois sĂĄbios se preservam.
Dois loucos se escolhem.


E no amor,
Ă© melhor dois loucos ardendo juntos
do que dois sĂĄbios intactos
e vazios.

⁠A dor Ă© uma verdade inevitĂĄvel e implacĂĄvel. O amor Ă© um risco de proporçÔes gigantescas, mas se negar a arriscar Ă© uma grande covardia. Tente, caia, tente de novo, mas, acima de tudo, se ame e siga em frente, vocĂȘ vale a pena e todos merecem uma segunda chance porque nĂŁo somos perfeitos.

— Doeu de novo.
— O quĂȘ?
— O amor.
— Ah. Isso explica o silĂȘncio.


O coração suspira, cheio de rachaduras novas.
O cérebro anota algo mentalmente, como quem registra um dado irrelevante.


— VocĂȘ nunca entende, nĂ©?
— Eu entendo perfeitamente. Só não vejo utilidade em sofrer por isso.
— É que vocĂȘ nĂŁo sente.
— É que vocĂȘ nĂŁo pensa.


O coração se cala por um instante.
O cérebro aproveita pra revisar compromissos da semana.


— Ela parecia diferente

— Todas parecem.
— E eu acreditei.
— VocĂȘ sempre acredita.
— Eu só queria sentir de novo.
— E eu só queria dormir em paz.


HĂĄ um silĂȘncio entre eles — o tipo de silĂȘncio que dĂłi mais que qualquer palavra.


— Como vocĂȘ consegue ser tĂŁo frio?
— E como vocĂȘ consegue insistir tanto em algo sem garantia?
— Porque Ă© o que me faz vivo.
— E Ă© o que quase te mata toda vez.


O coração ri. Um riso trĂȘmulo, cansado.
— Então o que eu faço agora?
— Espera.
— E depois?
— Espera mais.
— E quando passa?
— Nunca totalmente. Mas vocĂȘ aprende a bater no ritmo certo de novo.


O coração respira fundo.
O cérebro volta ao trabalho.


No fundo, ambos sabem
vĂŁo brigar de novo,
vĂŁo se prometer paz,
e no próximo olhar certo —
lĂĄ estarĂŁo, lado a lado, repetindo o erro mais humano de todos:
acreditar de novo.

⁠longa jornada.

A beira do caminho deixei o Amor.
Estava cansado da longa caminhada.

Na aparente calma noturna,
a dor da perda daquele amor se fazia presente. As lĂĄgrimas eram puro silĂȘncio e dor.

Foi Amor a primeira estrofe, sem toque,sem contato.
Eram apenas palavras, em versos e prosas. Éramos prĂłximos sem nunca termos nos encontrados. Ela sempre foi faltosa neste sentido. FalĂĄvamos madrugada a dentro,confissĂ”es, emoçÔes, sentimentos sentidos e declamados, Ă©ramos dois desconhecidos falando de Amor.
Faby....(*."

Amor de MĂŁe Amor de CĂŁo.


É um tipo de Amor que só consigo mensurar ao de Mãe.
Incondicional,que nada pede e nem quer. Deseja apenas os seus braços, ser quardo nos seus abraços . Como mãe, falam com o olhar e tudo dizem. Quando não estamos presentes, estão em nós pensando,aguardando a doce chegada.
A mãe sorri,abraça, eles também a diferença é que aguardam serem abraçados.
É um Amor, que palavra nehuma resumi.
Amor que sĂł sabe Amar.
NĂŁo conhece outra coisa e Ă© para sempre.
Ao Meu CĂŁo com Carinho.
MalucĂŁo....(*."

A paixão é como o primeiro gole da erva: queima, assusta e desperta. O amor, no entanto, é a cuia que se mantém quente durante todo o inverno da vida.

O AMOR QUE SE DESFAZ

Amor Ă© desconexo e abstrato.

Hoje, sĂł me resta o vazio
e a velha certeza:
esse sentimento invisĂ­vel
fere a alma
e sangra o peito,
facada a facada,
quando retorna ao nada.
Ecoam promessas murchas

na boca de quem diz “eu te amo”:
veneno suave, imperceptĂ­vel.
O amor é farsa disfarçada de bondade,
cheia de uma maldade silenciosa
que corrĂłi a alma ingĂȘnua
de quem acredita no impossĂ­vel.
É o inverso do afeto,

o golpe que transforma Ăąmago em amargo,
o gelo que incendeia por dentro
na desmoralização lenta do sentir.
Esse maldito não existe —
mas devasta.
E quando parte,

desfaz-se ao vento
como teia frĂĄgil de ilusĂŁo.
A quem acredita no vago,

resta a navalha da dor,
o desespero que rĂłi os ossos,
o abismo que engole cada palavra doce
em nome de um amor-ferida,
que sangra abstração.
É armadilha cruel,

voto que se desfaz sem nascer.
Não acredito no amor —
pois nada sobra
quando o desejo evapora
e revela a realidade nua.
O inexistente amor,

complexo e rasgante,
Ă© o que mais dilacera a alma,
transformando sonhos em desilusĂŁo.
É mentira que se sustenta entre nós

até que morram a lealdade e a confiança.
Primeiro sentido,
depois abstrato,
depois veneno.

O que eu sinto por vocĂȘ Ă© um amor tĂŁo gentil, algo doce e macio.

“O Amor Ă© a prova irrefutĂĄvel da existĂȘncia do Livre ArbĂ­trio.
Pois o Amor Ă© uma escolha.”

“As objeçÔes ao amor ao prĂłximo sĂŁo um dos principais obstĂĄculos ao progresso...”

⁠Aprendi que todos os homens vivem não do cuidado consigo mesmos, mas do amor.

Leon TolstĂłi
De quanta terra precisa um homem? e outras histĂłrias. Jandira, SP: Principis, 2021.

Eu jamais me permitiria ser tocada sem amor.
Porque, por mais que seja bom se entregar apenas ao prazer,
isso Ă© vazio.
NĂŁo tem propĂłsito,
nĂŁo tem sentido.
Quando a entrega acontece com sentimento,
tudo se expande além do comum.
Tudo ganha sentido,
tudo encontra propĂłsito.
E eu nĂŁo estou disponĂ­vel
para usar o sentimento alheio
como forma de me sentir viva.

Entre Amor e DistĂąncia

MĂŁe, Ă s vezes penso em nĂłs:
dias em que somos jardim,
outros em que tudo se perde.

Confesso, Ă s vezes tenho medo.
Quando abro o coração,
minhas palavras voltam
como se nĂŁo tivessem lugar.

Cansa viver assim.
Talvez por isso eu sonhe em partir,
buscando leveza
para um peso que Ă© da alma.

Faz tempo que não ouço
um elogio seu,
nem encontro no seu olhar
algo de bom em mim.

Eu sei que a senhora sofreu
e carrega muitos medos,
mas amar nĂŁo deveria ser
querer controlar.

Ainda assim, uma verdade fica:
eu te amo, mĂŁe.
Mas hoje,
meu coração jå não encontra
paz em estar perto.

Eu fui um amor ausente na sua vida; me perdi pelo caminho, em outros braços e outros laços, me enrolando. Aos poucos fui me distanciando do seu coração.

Sem saber o caminho de volta, bati em outras portas, mas nenhuma tinha o seu cheiro nem os seus abraços.

Foi então que entendi que, ao procurar outros laços, perdi o seu abraço — que era o que mais importava para mim.

Às vezes o fim de um amor não faz barulho.
Ele simplesmente aprende a viver em silĂȘncio.

Ser trocado dĂłi.
Mas Ă s vezes o que mais dĂłi Ă© perceber que o amor foi embora em silĂȘncio.

"Ah, esse amor, um acaso cheio de intençÔes."

⁠⁠O amor é como a morte, a gente nunca estå preparado (a) para perder!!!