Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Eu sabia que era amor antes mesmo de te tocar, de te beijar, de te abraçar, até mesmo antes de falar contigo.
Eu sabia que era amor e não só paixão, não ilusão, parecia loucura, mas sabia que não ia machucar meu coração.
Eu sabia que era amor, mesmo de longe, sem te ver, do outro lado, mas em mim vocĂȘ ficou guardado, porque eu sabia que vocĂȘ seria minha razĂŁo de viver.
PARAGENS
Boa noite, amor!
Se a noite for boa pra vocĂȘ...
Se for noite nas suas paragens
NĂŁo sei por onde vocĂȘ anda
Nunca mais um olĂĄ, uma mensagem...
Mas assim Ă© a vida,
Uns passam, outros ficam...
Acho que fiquei
E aqui nessa periferia
MunicĂpio de Melancolia,
Distrito de Saudade...
Passava um sorriso doce
Um olhar tĂŁo meigo que me fazia sonhar
Com tudo e muito mais
Com um lugar tĂŁo doce
Que tinha a meiguice de felicidade
Agora eu moro no estado do nunca
Que faz fronteira com quiçå,
Muito prĂłximo das cercanias do jamais
E no Amor ...
Prometi a mim mesma
deixar que o tempo tome conta !
Cansei de tanta indiferença
que sĂł me feriram e
me colocaram Ă s avessas.
Quero sentir
o cheiro do vento
Acolher a paz em firmamento
Viver um amor sem tormento ...
Caminhar leve e nem peso
Sim...
Ser meu prĂłprio Canto de alento !
Amor é querer tå junto nos dias ruins, é ser parceiro quando a vida vai mal, é dar apoio quando o mundo desaba. à planejar o futuro sem esquecer do presente, é ser maior que a rotina, que a correria da semana, que a preguiça e o cansaço.
Amor Ă© resistir ao tempo, as brigas, aos terremotos, a inveja dos outros. Amor Ă© paciĂȘncia, querer tĂĄ junto, fazer dar certo. Ă empenho, coragem, dedicação. Amor Ă© a certeza de que nĂŁo importa quantas sejam as pedras no caminho, a gente vai chegar lĂĄ juntos.
Uma Comigo
Seja uma comigo,
Rasgue a cortina,
Tire tudo que nos divide,
Deixe sĂł o nosso amor.
Venha sem pressa,
Venha sem pudor,
Venha sĂł com o seu amor,
Venha se aquecer no meu calor.
Se entregue a essa força absorta,
Se entregue a paixĂŁo,
Se entregue ao nosso amor,
Seja uma comigo.
Transbordei de amor altruĂsta
Fui desvalorizada por ser emotiva
Nesse caminho profundo no qual encontro-me
Conversei com a solidão e encontrei uma solução.
O amor nĂŁo Ă© uma equação, nĂŁo Ă© um contrato, e nĂŁo Ă© um final feliz. O amor Ă© a lousa sob o giz, o fundamento onde os edifĂcios se erguem, e o oxigĂȘnio do ar. Ă o lugar para onde vocĂȘ volta. nĂŁo importa qual Ă© o seu destino.
PaixĂŁo Ă© o alimento para nosso ego mais secreto. O amor, a causa de todos os nossos mais belos sorrisos.
Sou poesia que quer ser lida.
Sou flor que quer ser vista.
Sou amor pra toda vida.
Sou moça bem vestida.
Sou aroma pra toda brisa.
Sou namoro sem despedida.
Sou menina agradecida.
Sou mulher arrependida.
Sou velha aborrecida.
Sou toda desiludida.
Sou totalmente, sem medida.
O mundo precisa de mais pessoas que tenham a virtude da integridade, da compaixĂŁo, do amor e que sabem servir.
Ă o dia jĂĄ chegou, aniversĂĄrio de Meu Amor.
AtĂ© difĂcil de expressar, confesso meio perdido estou.
EmoçÔes vem a bagunçar. As palavras não estou sabendo organizar.
Minhas mãos trémula estão, sinto quase explodir coração, que acelerado esta.
Ă⊠tem momentos que sĂł sei te amar. Palavras nĂŁo sei exclamar.
Nossa que alegria que sintos,sĂł vocĂȘ sabe como sou bobo. Meus olhos jĂĄ estĂŁo pra se molhar.
Ă nĂŁo sei mais o que falar.
Ă vocĂȘ fez esse lobo Amar!
âO amor de Deus nĂŁo Ă© um simples âsentimentoâ...Ă© uma aliança eterna, Ă© um conserto. O amor de Deus Ă© pertinente, dadivoso e ao mesmo tempo constrange, persuade, convence, converte e direciona mansamente por veredas tranquilas. Somos penetrados por um mover imperceptĂvel em nossas almas e guiados pela sua voz tĂȘnue interior/exterior, ao mesmo tempo, e que nĂŁo nos deixa em trevas/confusos porque nele nĂŁo hĂĄ treva alguma, Deus Ă© luz. O amor de Deus nos conduz de forma inexplicĂĄvel, Ă© simplesmente incondicional!â
O que chamam de âamor livreâ pode ser um machismo disfarçado:
Dizem por aà que amor livre é quebrar os moralismos, ser dona de si, não se prender a nada e a ninguém. Mas eu acho que nisso tudo hå alguns poréns.
Se por um lado tantas crenças do passado faziam a mulher ter o corpo fechado, nessa nossa liberdade anunciada de agora, em que a gente se abre totalmente, não se cuidar, se proteger, se conhecer e se amar, torna esse outro extremo da realidade tão ruim quanto antes.
Pode ser que viver o amor livre seja uma forma mais moderna de exercitar o machismo e tornar o corpo da mulher ainda mais territĂłrio pĂșblico, jĂĄ pensou nisso?
Por mais que a gente saiba o que quer, do que gosta. Por mais que a gente veja e tenha consciĂȘncia. Para se cuidar, se respeitar e realmente ser livre, Ă© preciso uma observação profunda, Ă© preciso encarar medos e quebrar mitos. Ă preciso primeiro viver por dentro a mudança e depois estar (diferente) no mundo.
NĂŁo adianta sair de nariz empinado, mostrar segurança nos passos, soltar o corpo e a mente, se no dia seguinte a gente chora sozinha, a gente espera a mensagem que nĂŁo chega, a gente quer um carinho, a gente se torna possessiva, competitiva, inseguraâŠ
E eu nĂŁo estou defendendo a sĂndrome de princesa e muito menos querendo voltar no tempo! Eu acho que a gente tem que ser o que bem queira: rainha, gatinha, tigresaâŠ
Mas desde que a gente se conheça. Porque me parece que ainda hoje, entre tantas mulheres que se dizem evoluĂdas, soltas e livres, a briga Ă© competitiva e Ă© pela conquista do trofĂ©u fĂĄlico.
E, na minha opiniĂŁo, deveria ser bem o contrĂĄrio. Se fosse liberdade mesmo isso que a gente vive, as pessoas estariam sorrindo, se amando, se curtindo, se respeitando mais do que se machucando.
As mulheres podem ter conquistado muita coisa, mas a gente ainda busca ser amada, respeitada e livre. Ainda Ă© tĂŁo forte essa luta.
Tanto faz se poderosa ou fracassada, sozinha ou acompanhada. Ao invĂ©s da gente alimentar nossas carĂȘncias, nos abrindo para qualquer manĂ© ou cara e nĂŁo receber nem um terço do que a gente precisava, Ă© melhor encarar a empreitada de curtir a nĂłs mesmas acima de tudo e valorizar o nosso profundo.
Que a gente perceba que liberdade mesmo Ă© despir-se de corpo e alma, e que se for sĂł pela metade nĂŁo vale a pena, nĂŁo vale a noitada, nĂŁo toca a nossa verdade e o voo se torna raso, Ă© uma prisĂŁo disfarçadaâŠ
EntĂŁo, que sĂł entre na gente (na alma, no corpo, no espĂrito) o que fizer sentido, o amor que nutre, a liberdade que alivia.
Ela me tirou da lama, me levantou
Me deu um banho de amizade e de amor
Essa mulher Ă© raridade, jĂĄ virei fĂŁ
