Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A melhor coisa da vida Ă© gostar por nada e amar por coisa alguma. Apenas gostar e amar, simplesmente, em sua forma mais pura, sem interesses.
â â Nunca Ă© tarde para tentar de novo. Viver de novo. Amar de novo. A esperança sĂł morre quando fechamos os olhos pela Ășltima vez.
â Se acaso sentir saudades, busca-me em ti,
No eco das alegrias, no riso que hĂĄ de ecoar,
Mas se a busca for vĂŁ, aceita, assim como eu,
O fim que nos coube, e deixa o passado adormecer.
â E da mesma forma que me desejares, desejar-te-ei. Da mesma forma que me amares, amar-te-ei em dobro.
â Eu odeio tudo em vocĂȘ. Odeio seus beijos que sempre me fazem querer mais e mais. Odeio seus abraços que me fazem ir ao cĂ©u e voltar. Odeio seu sorriso bobo que ao mesmo tempo me faz sorrir tambĂ©m. Odeio seu modo de ser que sempre me faz rir.
Odeio suas palhaçadas que sempre me fazem gargalhar. Odeio quando vocĂȘ tira um sorriso involuntĂĄrio meu. Odeio quando vocĂȘ diz que me ama. Odeio receber todo esse carinho de vocĂȘ. Mas sabe? Tudo isso que eu disse Ă© a mais pura verdade, sĂł que totalmente ao contrĂĄrio.
â Nunca mais verei teu rosto, teus olhos brilhantes,
A vida nos levou por caminhos distantes,
E nesta solidĂŁo meu peito chora e lamenta,
Pois sei que Ă© para sempre o adeus que me atormenta.
â Ăramos dois barcos, um sĂł destino, e a imensidĂŁo do oceano parecia pequena diante da grandeza do nosso amor.
â Tu serĂĄs daquele que te amar... E eu, daquele que plantar, nos campos do meu coração, o que um dia semeei em ti.
â E as folhas do outono, que tanto amamos, agora sĂł me lembram da cor dos seus cabelos que nunca mais verei.
â Ăs-me adorno para os dedos que se lançam sobre tua pele desejosos do sabor que tens ao leve toque. Meus dedos desconhecem perfume mais inebriante que o teu. Matam e morrem por descansar o tato sobre teu rosto.
â O que procuro tem nome, sobrenome, endereço e telefone. Provavelmente alguma conta em banco e em redes sociais tambĂ©m. O problema Ă© que todas essas informaçÔes eu ainda desconheço.
â A maior loucura que jĂĄ fiz na vida foi regar flores de plĂĄstico.
E esta frase nĂŁo Ă© sobre flores.
â Despedi-me de ti, mas nĂŁo de mim. Despedi-me do que fomos, mas nĂŁo do que sou. Despedi-me do teu abraço, mas nĂŁo do meu calor. Despedi-me do teu olhar, mas nĂŁo da minha luz. Despedi-me do teu sorriso, mas nĂŁo da minha alegria.
Despedi-me de ti, mas nĂŁo da vida. Despedi-me do que passou, mas nĂŁo do que virĂĄ. Despedi-me do teu beijo, mas nĂŁo do meu desejo. Despedi-me do teu corpo, mas nĂŁo da minha pele. Despedi-me do teu amor, mas nĂŁo do meu amor-prĂłprio.
â Sou agora uma flor esquecida, maltratada pelo destino,
Prometeste-me o mundo, mas entregaste-me apenas o desatino.
Tua alma vagueia em outras paragens,
Enquanto a minha se afunda em tristes naufrĂĄgios.
â E tudo voltou a ser como era. A tempestade cessou, o rio se acalmou. E o que sobrou? Nada sobrou. Nada antes havia. Nada depois ficou.
â Se um dia vocĂȘ sentir minha falta,
se ouvir meu nome em algum lugar,
lembre-se:
eu estive lĂĄ,
mais perto de vocĂȘ do que vocĂȘ jamais estarĂĄ de mim.
E, mesmo assim,
vocĂȘ escolheu partir.
â NĂŁo se ache, tenha certeza! Seja vocĂȘ, se garanta. Seja a primeira a se admirar, se amar, valorizar e querer bem. Caso contrĂĄrio ninguĂ©m o farĂĄ.
Para uma mĂŁe nĂŁo existe um filho(a) â preferido(a), e sim momentos evolutivos diferentes para ambos. E esses momentos conduzem todos a novos ciclos, tanto distanciam como aproximam uns dos outros.
