Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

⁠Toda essa dor, saudade, paixĂ”es nĂŁo correspondidas, infelicidades, tristezas e ausĂȘncia de vida.
Talvez eu mereça...

Inserida por Pedro_Santos_2004

Lembre-se! Preservar nĂŁo Ă© uma obrigação. E sim, nosso dever. De olhar e ver quĂŁo belo Ă© a criação. Se respiramos Ă© sinal de que alguĂ©m cultivou lĂĄ no passado. Para que hoje pudĂ©ssemos sentir o ar que entranha em nosso ser. Preservar nĂŁo Ă© uma obrigação. E sim a mais bela atitude de amar. É notar que nĂŁo seremos eternos no mundo. E que outros virĂŁo e precisarĂŁo tambĂ©m respirar. Assim como nĂłs, que um dia tambĂ©m precisamos. Plantai arvores! Para que um dia possam se lembrar, ao comer do fruto, que a existĂȘncia dessa ĂĄrvore foi fruto do amor, que alguĂ©m plantou e outro colheu. E saciou sua fome.
Preserve! Pois vidas dependem da sua atitude!

Inserida por PH1425

Ame ! E seja amado, só não seja condenado .Por não ter amado, na mesma maneira ,que um dia alguém o amou.

Inserida por PH1425

Dizer que esta sendo amado ⁠não significa que esta sendo correspondido.

Inserida por PH1425

⁠E eu olhei pra mim, enfim
Me descobri, me despertei
O tempo passou, o tempo cicatrizou
Eu vi alguma coisa que me mudou
E mudou vocĂȘ em mim
EntĂŁo eu continuei e persisti em mim, apenas em mim

Inserida por evlin_garmatz_1

Naveguei demais...

Sei de uma pessoa
E essa pessoa sou eu,
Que em mares de lĂĄgrimas, vezes demais se perdeu.
Foram demais os desembarcadouros e cais
Onde pouco me dei e amei
E nos quais
Morri vezes demais!
E antes que morra de vez
A matar a sede em ĂĄgua salgada,
Queria um mar de rosas, nĂŁo de estupidez!

Eu sou o mar, marujo de vocação e sem medos tais,
Que embarquei em começos e finais
Demais...
Cheirei maresias, mĂĄgoas e horas incertas,
Estive sempre aos meios-dias em praias opostas e mĂșltiplas costas,
Sempre vazias...
Vacilei demais, remei demais, subtraĂ­-me.
Fui, da minha conta, de menos e demais.
Naveguei muito além dela...
Perdoei tempestades e temporais,
Ignorei faróis, piratas, intuiçÔes e punhais,
Sempre demais...
Naveguei mares, rios, riachos e até lagunas.
Algumas foram liçÔes, outras alunas
Demais...
Porque o mar nĂŁo tĂȘm terra, sĂł imensidĂŁo e gaivotas no ar,
Porque o rio lĂĄ vai como a lua, devagar
E o mar...
O mar Ă© revolto, tem um cabo bojador e frio
E margens do rio
SĂŁo fĂĄceis de ancorar...

Acreditei
Que nĂŁo havia peso no verbo acreditar
E que podia haver terra no mar!
Deve ser esta a minha sina,
Carregar coisas pesadas e lamber ĂĄguas salgadas...
Tantas gotas no oceano e nenhuma Ă© doce!
Ó mar salgado, porque não vieste adoçado?
SĂł que ĂĄgua doce
NĂŁo Ă© o mar que a traz...

Em que luares voam passarinhos?
Em que rios estĂŁo ninhos a crescer?
Em qual das luas acreditar?
Na do céu ou na do mar?

Por isso te peço amor:
Não me vås além mar, equivocada, tentar encontrar!
E se mesmo assim, teimosa, me achares,
Devolve-me...

Porque me havia de calhar
TĂŁo grande mar pra navegar?
E salgado ainda por cima...

Inserida por luismateus

⁠Morrer em vida...

Tu e eu tĂ­nhamos um sonho!
Encontrar um lugar
Onde nos pudéssemos esconder e amar
Porque fomos feitos um para o outro
Como a noite para o escorpiĂŁo!
Mas dizem astros que nĂŁo!
Que nĂŁo haverĂĄ aqui ou acolĂĄ
Nem um qualquer lugar...

Morrer castigado em vida ou viver errado,
Qual o maior fardo?
Palavras tuas que apedrejei e devolvi ao vento,
Maltratei borboletas que nasceram de nĂłs,
Fiz da flor dada, uma lembrança e da recebida, uma bola de trapos...
Estou cansado de me cansar,
Do pesar da consciĂȘncia pesada,
Dos porquĂȘs de um dia teres sido a mais incompreendida e a mais amada!
Cansado...
De ser floresta vazia de raízes e oxigénio,
De te procurar, porque estĂĄs em toda a parte e em parte nenhuma!
De não ouvir um sopro teu, nem ventos de mudança...
Pudesse eu voltar atrĂĄs
E nĂŁo me poria na prateleira das coisas mortas e obsoletas...
Perdoa-me o que nĂŁo disse, fiz ou nĂŁo dei e o pouco que amei
Como eu te perdĂŽo o mal que me fazes...
Vertem-se-me lĂĄgrimas que nĂŁo caem ao chĂŁo,
Ficam todas presas nos porquĂȘs de nĂŁo te poder ter
Porque também em vida se pode morrer!
Sonhava um casamento de almas em que nos imaginava
num equilĂ­brio que selava ambas as polaridades...
...a tua e a minha!
E tu estĂĄs tĂŁo linda...
Ainda te amo...
Ainda te choro e de vez em quando, ainda te soluço...
E sempre te amarei...
Ainda, tanta coisa...
Ainda tanto por doer e dizer...
Ainda me dĂłis onde a dor mais dĂłi...
Ainda me perco nos teus olhos castanhos...
SĂŁo relativos e estranhos!
Quando me olham, sérios e perguntadores, não dizem nada!
Convidam-me apenas a pedalar no lodo, sem pedais
E obrigam-me a fumar cada vez mais!
Oxalå me chamassem às fogueiras dos lençóis da tua cama,
Onde farĂ­amos amor todos os dias...
Queria amar-te de mil maneiras e mais algumas que nĂŁo esperasses,
Queria que tivéssemos sido liberdade, glória e cumplicidade...

Tenho saudades...
Do teu sorriso, do teu olhar inclinado a namorar o meu,
Das prosas de Julieta e Romeu
Que me deixaram refém
De “amo-tes” que diziamos e dos nĂŁo ditos tambĂ©m...
Saudades...
De andar de mĂŁo dada
Numa qualquer rua, esquina ou calçada...
Dos nossos rebentos...
Os que tivemos e ainda vejo
A precisar de um beijo e tantos lhe demos!

O amor,
Se ele me sorrisse,
Eu lĂĄ estaria para o receber e matar
O que o matou um dia...
Morrer em vida são pés no chão a cair por um telhado
Que estava certo de amor,
Mas errado, sem alicerces...

A morte,
A que me foi redigida
Por um defensor dado Ă  sorte,
Nem proferida foi ou acusação teve,
Nem fraca, nem forte!
Seria hoje morto em vida
Se me dissesses um “amo-te” aqui e agora, daqueles intemporais e sentidos.
Depois nada. LĂĄgrimas falariam por mim.
Talvez o corpo tremesse por dentro e eu sorrisse por fora
Antes de morrer...

Estå escrito nas linhas das mãos, nos coraçÔes
Que serĂĄ noutro amanhĂŁ, noutro lugar
Quem sabe em Marte, num qualquer ano
Porque o meu amor Ă© marciano,
Talvez verde e com antenas,
Como eu, maturado...
Apenas...

Se um dia te vir por aĂ­ de mĂŁos dadas,
Que seja ao menos o teu conto de fadas,
Porque o lugar que deixastes era o meu.
Até depois...
Uma flor com um “Amo-te” lá dentro...
Toma. É para ti.

Inserida por luismateus

⁠Assustas-me!

É estranho...
O mel das tuas teias,
Abrir-me no peito este lanho....
E corres-me nas veias
Porque és do tamanho
Do que me semeias!
NĂŁo sabia que era assim!
O bom também é ruim!
E padeço baixinho
E Ă s vezes desalinho
Porque cheiras a rubi,
Nirvana, amor e um ninho...
Porque a tua alma sorri
E tem um pedacinho
De tudo o que eu pedi...
E Ă© por o meu santinho
Gostar assim do teu...
Que me assustas...

Inserida por luismateus

⁠Amo-te assim!

Amo-te assim, como o fogo ama arder
E arremessar calor e luz do seu ninho;
Quero assim como ele, amar-te e morrer
Contigo e assim arder devagarinho.

Amo-te assim meu amor, e lĂĄ mais adiante
Quando formos pĂł, poeira e coisa nenhuma,
Debaixo da terra, serei teu amigo e amante,
Serei teu mundo, até que ele nos consuma.

Amo-te assim, tĂŁo-sĂł e simplesmente,
Que tão certo é Deus ser fé e piedade
Como a minha boca que nĂŁo te mente

Ou estrelas e astros terem gravidade!
Perca eu a voz, o chĂŁo e tu e de repente,
Se este soneto nĂŁo Ă©, todo ele verdade.

Inserida por luismateus

⁠O céu, o inferno e uma história

Antigamente
Éramos unha e carne;
BebĂ­amos tudo do mesmo copo,
Suores, lĂĄgrimas e um afĂĄvel vinho;
Eras a totalidade de todas as coisas,
Eu era o teu universo
E todas as gravidades
Nos puxavam Ă  nossa cama;
Palavras eram plumas que voavam,
Quando nĂŁo se estavam a beijar;
Éramos provação e teoremas
E tu lias os meus poemas
Que eram todos para ti;
RezĂĄvamos a Deus, que nos deu
O infinito, um lar e asas, e assim
Íamos em parelha à mercearia
Flutuando como passarinhos;
Era no tempo
Em que Deus respondia a oraçÔes
E prometia o céu e uma história.

Anos escarpados depois

Somos garras que ferem carne;
Cada um tem o seu copo
Por onde bebe a retaliação do outro;
A totalidade de tudo o que éramos,
Esfumou-se no universo
E todas as gravidades
Nos afastam dos nossos centros;
Palavras sĂŁo agora
De arremesso ou caladas;
Desaprendemos o perdĂŁo,
A paciĂȘncia, a cumplicidade e a beijar;
Somos pétalas caídas de uma flor
De um poema que cheira a bafio;
JĂĄ nĂŁo hĂĄ mercearias nem passarinhos,
SĂł corvos, a depenarem-se uns aos outros,
Como nĂłs.
Ainda rezamos, mas em vĂŁo!
Deus desistiu, como nĂłs, de ambos.

Inserida por luismateus

⁠“Casas comigo?”
És um oceano salgado e proibido;
Um cabo bojador de contradiçÔes;
Um grito vĂŁo, um choro reprimido,
Que me leva a um mar de emoçÔes!
Se bravura fosse condição minha
E dela não ficasse sempre aquém,
Dar-te-ia o mundo numa caixinha,
O céu, o sol, a lua e mais além.
“Casas comigo?” era o que eu então
Diria, pra que percebesses que tu
És a fonte da minha inspiração!
E deste modo encabulado e cru,
Eis-me aqui entre caneta e papel
A oferecer-te um improvĂĄvel anel.

Inserida por luismateus

⁠Tenebrosos segredos
SĂŁo noites cĂĄlidas, escolhidas a dedo
Em que a lua curiosa, depois floresce,
Porque enxerga o tenebroso segredo
Nosso, e que o mundo desconhece!
Somos tal avidez e vontade cobiçada,
Como culpados que imploram perdÔes,
Enquanto carne fraca é entrelaçada,
Comungando sigilo e firmes ereçÔes!
Ó tempo, reduz à noite a velocidade,
Pra que entre o pĂŽr e nascer do sol,
Todas as ganas e sedes da saudade,
Sejam acolhidas por baixo do lençol.
Ó tempo, sĂȘ nosso amigo e amante
Até c'o dia brote e luz se levante!

Inserida por luismateus

⁠Borboleta iludida

Os teus olhos escondem diamantes
Nas retinas com olhares mortais
Que arremessam flechas ofuscantes
Como se fossem notas musicais!

A lua cheia, num mar de euforia
E eufórica rotação constante
Faz uma escura noite ser dia
E o amoriscado, coisa ofegante.

O coração, de cego, então insiste
No timbre perfeito, que nĂŁo existe,
Como se o amor lhe desse a mĂŁo.

Mas tal como a borboleta iludida,
Que tĂŁo curto Ă© seu ciclo de vida
Como o fado duma breve paixĂŁo!

Inserida por luismateus

⁠O mal que ao outro um dia fizer,
Independente do tempo de quando for,
No presente do futuro o mal do passado a ti revelar-se-ĂĄ.
O mal que ao outro um dia fizer,
Na volta da ida da contramĂŁo, o tempo nĂŁo se atrasarĂĄ,
Pois, sob o mal, na medida da precisĂŁo, o mal te abrigarĂĄ.

Inserida por ManolloFerreira

⁠não se julgue por não amar seus irmãos, alguns não merecem ser amados

Inserida por theus-1

⁠Enquanto vocĂȘ precisar do outro para se sentir completo, estarĂĄ sempre vulnerĂĄvel Ă  perda.

Inserida por NoemiBadiali

⁠Atraímos pessoas que refletem a forma como nos tratamos.

Inserida por NoemiBadiali

Se nĂŁo estamos na nossa vulnerabilidade, estamos nos jogos de recompensa da mente e do ego. Damos algo porque queremos algo, e isso nĂŁo Ă© amor.

Inserida por NoemiBadiali

⁠Relacionamentos baseados na carĂȘncia acabam se tornando prisĂ”es emocionais.

Inserida por NoemiBadiali

Eu queria ser vocĂȘ para me ver com seus olhos sĂł assim eu saberia quem eu sou de verdade...

Inserida por Tiagosneider