Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Quando o cavalheiro chegar, diga a ele que a dama Ă© evoluĂda. Sua armadura pode encobrir suas emoçÔes, mas jamais irĂĄ esconder o controle de sua pupila. Ela tambĂ©m entende, seu universo cheio de batalhas, mas jamais irĂĄ dispensar o seu olhar. Mesmo que por este momento, esteja em processo, de constante sincronia em querer sentir o meu perfume. Chegue sempre antes que o dia amanheça e o sol testemunhe.
â Andarilha
Toco suave seus cabelos...
Na imagem transparente do passado.
TĂŁo sutil, mas real foi o desvelo...
Em meus sentidos atravessado.
TĂŁo suave teus cabelos castanhos...
Que hoje nĂŁo existe mais
Teve morada no tempo, hoje estranhos...
Num tempo perdido que nĂŁo volta jamais.
Posso entĂŁo em outra dimensĂŁo...
A frĂĄgil linha que nos liga
Fazendo bater forte o coração...
Por um amor sincero em cantiga.
Passa o tempo que se perde na estrada...
E a saudade nela caminha
Até onde os olhos podem enxergar...
Levando a lembrança à ficar sozinha.
Sou andarilha da vida
Cada canto neste encanto jĂĄ vivi
Partilhei desse amor e fui querida...
Amei intensamente, entĂŁo parti.
O que passou a ser saudade...
Sentimento novo descobri.
Olhando bem longe adiante...
TĂŁo transparente que esqueci.
Lå vem então a lembrança...
Que da saudade nĂŁo se assemelha.
Parte depressa e deixa a esperança...
Do encontro ao rastro de nova centelha.
Sou andarilha da vida
Sou andarilha do amor
Pela longa estrada vivida...
Sem deixar rastro de dor!
â Precisamos entender o caos do mundo e acolher nosso dilĂșvio.
Antes, eu era sĂł silĂȘncio, mas nĂŁo me ouvia.
Hoje sou um grito constante por mim mesmo.
Me olho, me enxergo e me abraço; me perco.
Vejo que sou um oceano lindo na gota da minha ruĂna.
Sou caverna que abriga o ilhado, sou moinho que às vezes erra a direção, mas sempre procuro uma rota que faça a volta e me leve a soprar teus cabelos.
Eu sou o sonho de alguém realizada em mim mesmo.
Sou areia que desliza entre os teus dedos, o lençol de ågua que refresca o teu corpo.
Me desmancho
Desmorono
Na tua teia.
Quanto mais eu bebo da tua ĂĄgua
- Mais me incendeia.
Carla Ramires
â Nossas vidas sĂŁo como estar em Las Vegas...
Tudo Ă© um jogo...
VocĂȘ... E...
O sentido das coisas sĂŁo as fichas...
E no caminho... De apostas... VocĂȘ as fichas... SĂŁo indivisĂveis...
VocĂȘ aposta e sente... Vive uma fração de euforia... Ganhar ou perder...
Em quanto tem fichas vocĂȘ aposta...
De rua em rua, de estabelecimento em estabelecimento...
Só muda o endereço...
Cada um mais convidativo que o outro...
Alguns as experiĂȘncia sĂŁo magnĂficas... Abrilhantam os olhos...
Entorpece-te... E vocĂȘ deposita mais fichas do que realmente quer apostar, ou se quer tem...
VocĂȘ nem sabe as vazes como Ă© jogar Poker...
Mas aprende a blefar...
Quando vocĂȘ ganha... VocĂȘ se pergunta... SĂ© Ă© sorte? Mero acaso? Ou era para ser como estĂĄ sendo?
Mas... Quando vocĂȘ perde tudo...
E o que restou for sĂł vocĂȘ...
Quanto vocĂȘ vale? Em fichas?
