Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Eu chorei a morte dele, com ele ainda vivo... Ă que o "Ele" de hoje, nĂŁo Ă© o mesmo que eu conheci hĂĄ anos atrĂĄs... Mas sinto falta dele, como se ele fosse um pedaço de mim, dentro de mim, ele ainda vive, mas quando olho para minha vida hoje, nĂŁo vejo ele, apenas uma pessoa fisicamente muito parecida.
â E o meu caminho começa
nessa franja solitĂĄria
no limite sem vestĂgio,
na translĂșcida muralha
que opÔe o sonho vivido
e a vida apenas sonhada.
â O crescente interesse pela histĂłria da ciĂȘncia e da tĂ©cnica tem profundas motivaçÔes sociais e reflete claramente as necessidades de uma Ă©poca como a nossa, na qual ciĂȘncia e tĂ©cnica assumem um papel muito importante no domĂnio das forças da natureza e da histĂłria em benefĂcio de toda humanidade; uma Ă©poca em que a participação cada vez mais ampla das massas na direção do trabalho produtivo e na vida social exige a formação de um conceito cientĂfico do mundo.
â O homem contemporĂąneo nĂŁo apenas vive no mundo da natureza e no mundo social, mas igualmente, no mundo das invençÔes tĂ©cnicas. A ideia de que as invençÔes tĂ©cnicas sĂŁo uma parte do mundo da natureza pareceu justificar-se durante todo o tempo em que foram um elemento bastante modesto da realidade.
â Ao perguntarmos se a escola atual garante aos seus alunos conhecimentos suficientes do ponto de vista cientĂfico, estamos nos referindo a outros aspectos pedagĂłgicos. Ă que a caracterĂstica mais clara de nossa Ă©poca nĂŁo reside exclusivamente no progresso cada vez mais acelerado da ciĂȘncia, mas igualmente, em suas aplicaçÔes cada vez mais generalizadas na existĂȘncia profissional e social dos indivĂduos.
â A beleza nĂŁo Ă© definida pelas roupas que vocĂȘ veste ou pela maquiagem no seu rosto, MAS pela forma como vocĂȘ carrega suas lutas com sorrisos, trabalho duro e amor.
â NĂŁo importa quem vocĂȘ Ă©, de onde vocĂȘ veio ou como vocĂȘ se parece. VocĂȘ Ă© linda e importante, entĂŁo continue espalhando o amor.
Por que estimamos tanto estar com nossos amigos? Porque com eles celebramos a vida, aquecemos a alma e alimentamos de amor nosso coração.
â Se podemos amar, por que odiar? Se os homens sĂŁo capazes de destilar peçonhas, tambĂ©m devem ser capazes de derramar e transbordar liçÔes de amor.
â Ă preciso sempre estar aberto
Pra eterna novidade que o mundo tem
Bom Ă© pensar bonito e fazer o certo
Plantando e colhendo o bem
Pra ensinar o amor Ă© preciso amar
Pois sĂł quem ama pode entender
Onde o amor se encontra e onde buscar
RazÔes que fazem o amor florescer
â â NĂŁo importa o que o mundo Ă©, nĂŁo importam as circunstĂąncias horrendas que o mundo te envolva, porĂ©m se houver apenas uma pessoa que te ame, apenas uma vocĂȘ terĂĄ uma oportunidade de viver e perceberĂĄ que o horrendo a sua volta nĂŁo irĂĄ lhe afetar tĂŁo severamente. Pois o amor tem uma força inabalĂĄvel.
â AĂ, Catarina
Cat cativa que desencadeia
Cativando a todos a eterna beleza
Com o sumo de gentileza
Do seu ser que exala
Serviço que escupiria de todo amor
Em todas suas oblĂquas silhueta
Rimaria belo ar-dor de Janeiro a
Rio de Janeiro
Em cada volta volĂșpia acobreada
Da sua pele ĂĄrduosa, incandescente
Bronzeia mente de paixĂŁo ardente
Cultivando o amor harmonioso
TĂŁo pura chama, castiga-me a mente
Consumação consumida, de tudo reduzindo-me ao inĂcio.
Catalisa meu amor
Em pleno esplendor
De palavra simples
Amo-te
A dor que sinto com ardor
Se acalma com o seu fator
Reto simples de amar
Visto que vocĂȘ Ă© vocĂȘ, e
Fim.
Att. Aurora N. Serra de Mendonça
â Autismo
Seu olhar parecia perdido.
Vagando no vazio.
O vazio era meu.
NĂŁo, seu.
Porém, enquanto te observava
O vazio se transformava
Em um universo infinito de amor,
E a sua risada, que aparecia do nada, me trazia cor.
Seus olhos, verde mar,
Me lembravam, como Ă© bom amar.
Me sentia o ser mais grato do planeta,
Deus me destinou uma estrela.
O autista sĂł poderia ser obra do senhor.
JĂĄ que como dizem...
Realmente, Deus Ă© puro amor.
Ă bĂblico, a traição sĂł pode vir daquele que frequenta tua casa e te beija, mas uma casa construĂda sobre rochas, aguenta as enchentes.
Francisco Pontes
