Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Que a força dos bons ventos te conduza sempre ao melhor da vida. Que a mĂĄgoa cesse, que o trabalho flua, que os dias sejam com mais sorrisos e que as noites sejam tranquilas. Que o mal se converta em bem, que as aventuras sejam cada vez mais completas e que nunca te falte forças para viver tudo o que a vida te oferece. Que vocĂȘ consiga se formar naquela faculdade que era o seu sonho de infĂąncia, que vocĂȘ deseje ter filhos, famĂlia, e que ela cresça com todo o amor. Que vocĂȘ tenha discernimento, saĂșde, sucesso, vontade, prazer... Alegrias, impulso. Enfim, que vocĂȘ saiba viver! Que saiba como Ă©s importante mesmo para aqueles que te admiram de verdade, pois esses sim tal admiração vale a pena. O mundo Ă© como uma longa escada. Quando nĂŁo se sobe, ou vocĂȘ esta parado ou estĂĄ descendo. AVANTE!
A gente nunca sabe se vai durar uma noite ou um mĂȘs, se vai durar um ano ou a vida inteira. A vida Ă© curta, o futuro Ă© incerto, o destino muda, os caminhos se transformam. Na mesma hora que estĂĄ tudo bem, jĂĄ nĂŁo estĂĄ mais. Na mesma hora que estĂĄ tudo caminhando certo, alguma coisa desanda. A vida Ă© incerta, o tempo Ă© incerto, o destino Ă© incerto, o amor Ă© incerto. Bate o medo, a indecisĂŁo, o receio. DĂĄ um friozinho na barriga sĂł de imaginar o novo, o recomeço, sĂł de imaginar nĂŁo saber o que vĂȘm pela frente. DĂĄ um medo de ter que começar tudo do zero, replanejar, refazer, recomeçar. DĂĄ um medo tentar novamente e se decepcionar. Tudo bem ficar com medo, eu sei que nĂŁo Ă© fĂĄcil, faz parte, Ă© por instinto, Ă© por proteção que a gente fica com um pĂ© atrĂĄs quando se trata em ter uma nova chance ou dar uma nova chance. A gente fica com medo da frustração, com medo de mergulhar de cabeça, de dar o mĂĄximo, de se entregar de corpo e alma e nĂŁo ser correspondido da mesma forma. Eu sei que dĂĄ medo de nĂŁo dar certo, de ser em vĂŁo, mas a gente tem que arriscar, aproveitar os segundos, viver os momentos, usufruir dos sentimentos. A gente tem que valorizar o agora, a presença, a companhia. Tem que valorizar o abraço, os gestos, o olhar. A gente tem que tentar e retentar enquanto temos a chance, afinal a gente nunca sabe se vai durar uma noite ou um mĂȘs, se vai durar um ano ou a vida inteira.
Triste...Querendo o que nĂŁo posso ter,chegamos tarde demais na vida um do outro.
VocĂȘ com sua histĂłria,eu querendo começar uma.
TrĂȘs vidas, duas histĂłrias,um amado.
E o final eu sigo sĂł...
Amar é coisa séria.
Estou por aĂ, aguardando um novo rostinho com um belo sorriso.
O olhar me seduz e induz ao errado, Ă confusĂŁo e a ilusĂŁo.
Sempre penso que tudo vai dar certo, e isso sempre falha.
A solidĂŁo dĂłi mais do que pensei...
A carĂȘncia em si parece desnecessĂĄria e cheia de "nove horas", mas nĂŁo. Posso confirmar - nĂŁo.
Nas pontas dos meus dedos em cima do teclado, escorrem dor e martĂrio. EstĂĄ bem, um tanto quanto sem valor, mas cheia de verdades. As minhas verdades.
Depois de um amor nĂŁo correspondido, nĂŁo me comporto mais como antes...
Estou estranho, ansioso e cheios de esperanças despedaças.
Choro em qualquer canto de cĂŽmoda... Oh, que coisa mais melancĂłlica e depressiva. Nem parece o desbravador da famĂlia portuguesa machista!
Chega de prosa, vou dormir e refletir. Depois acordo para um novo começo sem fim. Aquela mesma tortura diåria cheia de "homendådes" que acabam com minha rotina. Ora, que belo saco de vida.
â VocĂȘ nĂŁo Ă© tĂŁo chata.
â Sou, sim, Dex. Juro por Deus, eu mesma me acho chata.
â Bom, eu nĂŁo acho vocĂȘ chata. â Pegou a mĂŁo dela. â VocĂȘ nunca vai ser chata pra mim. VocĂȘ Ă© uma em um milhĂŁo, Em.
..
E se eu te mandasse um sms de boa noite,
serĂĄ que colocaria por ĂĄgua abaixo todo esse tempo que me fiz de forte, ou seria corajoso da minha parte arriscar no pensamento de que vocĂȘ estaria lendo com um sorriso?!?
(Gatos no Telhado)
As noites seguem sendo noite,
a vida pulsa no interior desta cidade
estou me prendendo a céu aberto, como gatos no telhado
Não sei se por medo da solidão ou insegurança de andar sozinho...
Tenho convulsÔes dentro de mim.
A alma grita: VIVE !!!!
O tédio tem sido meu companheiro, e eu jå deitei sobre o comodismo
Conhecemos somente esta vida...
E, então, o que faço com esse gato preso no telhado, dentro de mim ?
Me de mais uma bebida, bem forte por favor, pra decidir se me iludo mais um pouco
ou se chuto o gato pra além das estrelas, perto do que se chama esperança
onde se possa ouvir o sussurro da liberdade, sem sofrimento, sem mĂĄgoas, sem dor...
Eu ainda prefiro apreciar o meu silĂȘncio. Nele eu consigo escutar a voz da minha alma, a Ășnica que devo obedecer.
Um "OlĂĄ" que surgiu assim do nada, sem forma oportuna, apenas o efeito sonoro do desconexo.
Uma certa arredoma de formalidades triviais do desconhecido.
E aos poucos o espaço, ainda que silencioso foi cedendo ante ao barulho da curiosidade.
Insigne e pragmĂĄtico, quase indolente, com o cheiro caracteristico de encrenca.
Ah! O divino arĂŽma da encrenca!
Claro que hĂĄ os que abominam, enjoam, ou fogem, talvez esta seja a parte sĂĄbia deste mundo.
Mas hĂĄ aquela classe de loucos desprovidos de sanidade, aqueles que se movem por anseios, pela fome e tudo que vicia e consome, sĂŁo os abusados, ousados, intrigantes e abusivamente inteligentes.Tudo bem que nem sempre possuem um senso apurado de etiqueta, sĂŁo aquelas criaturas esquisitas que falam demais, se mexem demais, mal sabem passar uma lombada, ou distinguir as cores secundĂĄrias, mas que no fim das contas por onde passam deixam o cheiro da encrenca e tal a inquietude da saudade.
RĂȘ Pinheiro
A ARTE DE CATIVAR... O PEQUENO PRĂNCIPE E A RAPOSA
"O Pequeno PrĂncipe" de Antoine Saint-ExupĂ©ry
Releitura
"Era uma vez uma raposa que vivia sozinha em uma floresta. Bonita, de pelo lustroso e castanho, a raposa era caçada por inĂșmeros homens que tentavam sempre se aproximar dela. Muitos a queriam, e ingĂȘnua, muitas vezes ela caiu em suas armadilhas, porĂ©m, esperta, sempre conseguiu fugir a tempo, saindo apenas com pequenos arranhĂ”es. Que, estranhamente, nĂŁo cicatrizavam rĂĄpido, mas que, de fato, nĂŁo eram tĂŁo profundos. A raposa entĂŁo tornou-se arisca e passou a evitar os humanos, atĂ© que um dia, um pequeno prĂncipe chegou em sua floresta.
- Quem Ă© vocĂȘ? Perguntou, apreensiva, a raposa.
E ele respondeu seu nome de prĂncipe, mas a raposa insistiu:
- VocĂȘ Ă© um caçador?
Ele respondeu com um sorriso: - NĂŁo! Sou um prĂncipe.
A raposa desconfiou, farejou o ar, mantendo-se sempre a distĂąncia.
- PrĂncipe? Pois vocĂȘ tem cheiro de caçador.
O prĂncipe sorriu e tentou se aproximar, mas a raposa rosnou e se afastou. Mas ele nĂŁo temeu e se aproximou mesmo assim e facilmente dobrou os joelhos e colocou a raposa em seu colo, que tremia, mas ele colocando seus dedos por entre o pelo castanho a fez se acalmar. E a raposa, com seus olhos negros, que brilhavam somente conseguiu falar:
- Por favor, me cativa?
- O que quer dizer "cativar"? Perguntou o prĂncipe, com os olhos fixos na raposa deitada em seu colo.
- Ă algo hĂĄ muito tempo esquecido - disse a raposa - Significa "criar laços". Significa que vocĂȘ Ă© para mim diferente de todos os prĂncipes e caçadores que encontrei por aĂ. Que para ti nĂŁo sou uma raposa igual a cem mil outras raposas. Se vocĂȘ resolve me cativar e eu tambĂ©m te cativo, nĂłs teremos necessidade um do outro. E eu serei Ășnico para ti, e vocĂȘ serĂĄ Ășnico para mim...
- Entendo! - disse o prĂncipe - Um dia, uma flor me cativou. Ela era Ășnica para mim...
- Nada Ă© perfeito! - suspirou a raposa, logo em seguida retomando seu raciocĂnio - Minha vida tĂȘm sido muito monĂłtona, eu caçava galinhas, os homens me caçavam. Todas as galinhas se pareciam, todos os homens tambĂ©m. E isso realmente me incomodava, sabe? Mas se vocĂȘ, meu prĂncipe, resolver me cativar minha vida serĂĄ cheia de sol.
EntĂŁo a raposa calou-se e observou por muito tempo o prĂncipe, que somente a acariciava por entre os pelos castanhos:
- Por favor... cativa-me! Disse a raposa.
- Sim - disse ele - o que Ă© preciso fazer? Diga-me que farei.
- Ă preciso ser paciente - respondeu a raposa - temos que nos encontrar todos os dias, e conversar, primeiro a distĂąncia, mas aos poucos vocĂȘ chegarĂĄ cada vez mais perto. E todo dia tem que voltar.
E assim o pequeno prĂncipe fez, e todo dia ele voltou, e assim cativou a raposa. Todos os dias um pouquinho mais".
Cativar?
O que de fato desejas?
Permanecer entre as vĂrgulas?
Quem dera se esta sua abstrata sensibilidade, fosse guiada por novos rumos, e nĂŁo se privasse do desconforto da duvida quando diante de teus prĂłprios anseios.
Sua observação... "indefinida", me dispersa, me irrita, e a ausĂȘncia de uma ação causou a reação de uma entrega que nĂŁo aconteceu, seria este um ato singular?
Escrever fascina... mas esclarecer supera o ĂȘxtase.
Gosto de quem olha nos olhos e fala! Nada de linhas e entrelinhas. Eu quero ouvir o som, o som daquilo que não estarå transcrito em livros ou manuais de instruçÔes.
Seja claro, para nĂŁo ser esquecido.
Porque nĂŁo estou propensa a te esquecer!
Mas lhe digo, meu coração nĂŁo tem uma cadĂȘncia definida, Ă© imprevisĂvel, e subliminar!
Descompensado e descompassado, e em muitos momentos chega a ser débil, mas possui um senso pråtico de escolhas e se basta quando farto de amores assimétricos e sentimentos imprecisos.
à eminente que me enxerga como louca, confirmo de fato sou, as paixÔes me movem...
Mas como nĂŁo se alterar? Abster-se de escolhas? Preferir o caminho avesso as sinuosidades?
O nĂŁo escolher, por si jĂĄ Ă© uma escolha.
EntĂŁo que seja o afeto explicito o principio, desta desordem, que seja a causa e efeito o perfazer desta amizade visceral.
Não tenha muita pressa, mas tente não se ater, pois se não houver em ti desejo suficiente para apreciar a curiosidade, a inércia lhe consumirå.
Não sou feita de meros toques, ou retoques, sou apenas uma versão absolutamente mutåvel, governada por valores, instintos, crenças e intuição.
As vezes me observo e bem lĂĄ fundo e me assusto!
HĂĄ ainda tantos anseios, vontades certamente insanas para olhares que guardam sua obsoleta lucidez na gavetinha de cabeceira, mas nĂŁo me privo de tĂȘ-las e desejĂĄ-las, e querer realizar cada uma delas a meu momento. Tudo bem eu sinto que a qualquer instante tudo vai se tornar numa grande tragĂ©dia emocional de carĂĄter generalizado onde certamente irĂĄ atingir alvos nĂŁo previamente estabelecidos. Mas fazer o que se nunca tive uma cabeceira, nem tĂŁo pouco a gavetinha?
Sei que hĂĄ por ai um certo ditado que diz: "Quem muito quer nada tem"
Eu particularmente o considero de péssimo gosto, pois isso tem cara daqueles tipinhos que são dados ao comodismo.
Como nĂŁo desejar muito?
Fico aqui imaginando aqueles que realmente fizeram História, os grandes inventores, criadores, pesquisadores, artistas, personagens fantåsticos que pisaram aqui na Terra e mudaram o mundo, ali sentados contemplando o infinito e se permitindo a tal condição de pensamento?
E vocĂȘ ai deste seu observatĂłrio, analisando as fontes de energias, gerando emoçÔes, retardando reaçÔes e comprimindo coraçÔes, farĂĄ o que para sair da caixa ?
Consulte seu terapeuta, pois certamente ouvirĂĄ que minha presença Ă© prejudicial a sua saĂșde.
Mas se mesmo assim, desejar correr riscos, então pare de pesquisas no Google, nada que encontrar chegarå perto de uma definição coerente. Lembre-se não sou nenhum ratinho de laboratório, não estou a espera de analises.
Sou apenas a raposa.
RĂȘ Pinheiro.
A VIDA chegou a um impasse.
Viver a sua existĂȘncia remota ou aceitar a desistĂȘncia de tĂȘ-lo?
EntĂŁo... ela optou por viver, apenas viver e nĂŁo se prender a algo que realmente nĂŁo a deseja e nĂŁo se manifesta.
Isso a tornou diferente no seu inerente processo seletivo.
Porque ela Ă© vida, Ă© a VIDA, e vocĂȘ a trĂĄgica sensação de inĂ©rcia e incoerĂȘncia.
Ela soprou a teus ouvidos a acida indecĂȘncia de uma delicada mulher que ousou te amar.
Lembre-se que vocĂȘ se apaixonou, apenas porque ela te escolheu como amor.
Ela te escolheu e permitiu que a paixão dominasse e descobrisse o véu que cobria e entupia suas veias.
Ela te deu o melhor, ela te via no topo, no mais alto degrau de uma escada que poucos ousaram subir.
Mas, num ato sem ato.
O tempo se confundiu, e num pequeno espaço vocĂȘ a perdeu.
Perdeu para seu orgulho, seus traumas e sua capacidade de nĂŁo saber agir quando realmente se deveria ter feito.
Como pode alguém simplesmente viajar, sumir e deixar a Vida?
A Vida nĂŁo se deixa, Ela se leva.
Sempre e para todo o sempre.
Porque Ela Ă© amor e amores nĂŁo se abandonam.
Amores devem ser protegidos, zelados e muito bem guardados.
E hoje mesmo sem vocĂȘ saber.
Mesmo sem vocĂȘ querer, terĂĄs que carregĂĄ-la para todo o resto desta sua vida sem sal que terĂĄs.
TerĂĄs que conviver com o fracasso de nĂŁo conseguir prendĂȘ-la entre seus braços.
E olharas no espelho a cada amanhecer e sentira a estranha sensação de ter sonhado com a Vida e ter acordado sem ela.
Ira olhar e revirar fotos, vasculhar em seus anseios a sua presença e neste momento sua boca secarå.
Se lembrarĂĄ dos beijos e daquele doce sorriso.
E quando fechar teus olhos, poderĂĄ sentir a Vida ali diante de ti, tocando sua face.
Esta Ă© Ela.
Esta Ă© a parte de ti que foi embora.
Parte de ti que ela carregou.
Culpa sua.
Erro seu.
Seu maior pecado Ă© nĂŁo conseguir senti-la de verdade.
E perdĂȘ-la para vocĂȘ mesmo.
Para sua indecisĂŁo e sua teimosia.
Saiba que, a vida nĂŁo voltou atrĂĄs a sua decisĂŁo, ela honrou sua palavra, mas foi vocĂȘ foi que nĂŁo credito a ela.
Apenas lembrĂȘ-se.
TerĂĄs uma saudade sem fim que andara contigo como companhia.
NĂŁo porque ela Ă© melhor.
Mas porque ela simplesmente te amou com toda a força a VIDA..
RĂ PINHEIRO
Mas entĂŁo o mundo mudou, tudo foi ficando mais rĂĄpido, fĂĄcil, dinĂąmico, moderno, fugaz. E no lugar daquela cĂąmera com rolo 24 poses e flash acoplado, temos celulares que fotografam e imediatamente postam fotos cheias de filtros e efeitos nas redes sociais. Tudo muito luxuoso, prĂĄtico e indolor. E nĂŁo percebemos o quanto mudamos tambĂ©m. Porque esquecemos o tempo em que tĂnhamos que esperar as 36 poses serem gastas _ com dignidade, parcimĂŽnia e comedimento_ para depois saber se saĂmos bem ou nĂŁo na foto. Esquecemos como tudo era mais lento, simples, arcaico e atĂ© romĂąntico...
EntĂŁo Ă© de se esperar que a gente acredite que a vida tenha adquirido esse molejo tambĂ©m. E passamos a exigir da vida _ coitada!_ o swing das cĂąmeras digitais. E começamos a cobrar do amor_ esse culpado!_ a eficĂĄcia dos flashes embutidos. E ficamos indignados com a vida e emburrados com o amor quando eles nĂŁo tĂȘm essa rapidez, categoria, design e evolução. Como se tudo fosse descartĂĄvel, substituĂvel, soft e clean. Esquecemos que os tempos mudaram, mas aqui dentro continuamos precĂĄrios. Muito precĂĄrios...
Romantismo nĂŁo Ă© sĂł dar flores, presentes e bombons, nĂŁo Ă© sĂł tratar bem e surpreender em datas especiais, o romance estĂĄ nos detalhes, na simplicidade. Romantismo Ă© nĂŁo ter vergonha de demonstrar amor na frente dos outros, Ă© gostar de agradar o outro, Ă© ter coragem de se sacrificar pelo outro. Ă tentar sempre fazer o possĂvel para agradar, para entender, para compreender. Ă amar a pessoa como ela Ă©, Ă© conhecer os seus defeitos e mesmo assim querer a pessoa do seu lado. Ă fazer de simples momentos, momentos inesquecĂveis. Ă mandar uma mensagem inesperada, um abraço surpresa, Ă© ser acima de namorado, um companheiro, um amigo. Romantismo Ă© saber o valor que a pessoa tem em sua vida e demonstrar isso para ela, Ă© reconhecer a importĂąncia da pessoa e cuidar para nĂŁo perde-la. Romantismo estĂĄ nas pequenas atitudes, entĂŁo procure sempre lembrar-se disso, pois na pressa do dia-a-dia vĂĄrias vezes nos esquecemos dos detalhes mais importantes e passamos a vida vivendo somente o superficial e crendo que o resto sĂŁo "mĂseros" detalhes. E muitas vezes nĂŁo nos damos conta de que sĂŁo nesses "mĂseros" detalhes estĂĄ nossa felicidade.
Te quis errado. Quis te ter, te pertencer. Quis ser o teu pensar e te provocar esses risos bobos estampados no meu rosto quando a mente insiste em relembrar os bons momentos. Quis te sentir mais perto do que jĂĄ tive, quis que vocĂȘ sentisse o que sĂł pertencia a mim.
Do silĂȘncio e do tato
Meus olhos olham os teus olhos
NĂŁo vejo boca, nem resto
Vejo o profundo de uma pupila acastanhada
Vejo medos e delicadeza em sofreguidĂŁo fulminante
Vejo amor.
E depois dessa visĂŁo infinita
Me perco vendo-me dentro de ti
Agora nĂŁo sou eu nem tu
Somos nĂłs que misturados refletimos a imensidĂŁo minĂșscula de um silencio observado.
