Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Amar e ser amado Ă© como mergulhar no oceano, vocĂȘ sabe que ali vai ter uma imensidĂŁo de ĂĄgua para amortecer a sua queda! Amar sozinho Ă© mergulhar e da de cara no chĂŁo... vocĂȘ sĂł vai se machucar.
Alma fria
O Ser registra-se em foto, nĂŁo mais em fatos. Pena em um tinteiro ressecado. MĂșltiplas faces e folhas rasuradas. Vida em continua ilusĂŁo...
Noite calada e fria,
tempo em paz
fina sintonia...
me conecto a mim
sĂł a mim
deixo o que ficou para trĂĄs.
Aqui jaz minha agonia.
A noite sombreou a saudade
e eu alma transparente, adormeci ilusĂłria realidade.
Em ti ficou eternizada a minha lealdade.
O corpo curva-se na velhice por agradecimento, mas só devemos baixar a cabeça para Deus. Viver é enxergar o horizonte....
CĂLIOS
âQuando me achares por ai.
Diga que me perdi,
eu ainda me procuro em ti.
Nem meu avesso... conheço.
Roubaram-me de mim,
algemado de ilusÔes
por desalmados coraçÔes.
Tudo deserto.
O sol foi embora,
nas sombras me cobri.
AtrĂĄs das cortinas dos teus olhos me vi!â.
DiagnĂłstico da Vida
No plano de Deus...
tenho em minhas mĂŁos o que fiz e o que farei.
Nesse constante exercĂcio de viver,
parte é estratégico, outra, permito que me leve.
NĂŁo Ă© possĂvel viver o tempo
tracejado e rabiscado em uma prancheta.
Para quem sĂł se importa consigo
vivesse em uma gaveta.
NĂŁo corre risco, nisso nĂŁo me entediarei.
Espera! Vou a buscas, de leve me lava e me leva.
Improviso! Deixo a vida me levar.
Atitude Ă© virtude!
Montes e montanhas... vou escalar.
Sou impreciso! Alvo mĂłvel.
Me arrisco! NĂŁo me escondo.
Desafio o viver como missionĂĄrio.
Não sou feito de pedaços.
Primeiro! Sou integro. Sou inteiro.
NĂŁo vivo para sobreviver!
Viver Ă© ir de encontro com a morte.
Fugir dela serei eu um embriĂŁo?
Como entenderei a vida?
Ignorar ou conhecer?
Parceiros dependentes!
NĂŁo hĂĄ cerca.
HĂĄ razĂŁo, sentimento.
Hå arrojo e coração.
Gentilmente peço; não duvides!
