Indecisões
Não entendo as suas indecisões amorosas que se mostram que a solidão enfraquecem seus dias, mas não acredita que um sentimento sincero é capaz de mudar seu caminho;
Só te quero um dia ou por uma hora que seja, provar que realmente tenho tamanhas atitudes de roubar o teu coração;
Colherei tua beleza em um jardim especial e te cultivar para toda a eternidade;
Te exalto e te contemplo para apascentar seus dias e acalentar suas esperanças;
A vida é o tempo que gera indecisões e com tantos tempos perdidos é onde se encontra o que nunca se deu importância e acaba a se arrepender;
Nossas vontades e as nossas indecisões se aliam ao tempo. Impor o que não está dentro de um contexto, é deixar de lado a verdade sobre a inverdade do instante.
Vivemos diante de tantas ilusões e indecisões. Só não tomamos as rédeas das situações, por falta de persistência.
Estamos sempre com as nossas mãos estendidas; apenas o tempo dirá o que fazer diante das indecisões.
O tempo é o baú que guarda todas as nossas indecisões, nossos sonhos e as nossas ansiedades, para que na hora certa as coisas aconteçam.
Somos um caminho cheio de indecisões, pormenores e loucuras. Somos feitos de mistérios e moramos nas entrelinhas do destino. Buscamos e criamos nossos sonhos dentro do silêncio de cada intervalo. Alcançamos sempre o nosso objetivo e a magia dele está no exato momento da pausa.
Temos um tempo reservado para a resolução das nossas dúvidas e das nossas indecisões. Só a coragem poderá diluir essa massa compacta que interfere nas nossas decisões.
Crônica: inserto é o tempo ou a vida?
A vida é definitivamente recheada de indecisões. Escolher não é uma tarefa para principiantes. Tal afirmativa corrobora o cuidado que se tem com bebês adolescentes e as crianças. Como saber se já é hora de partir? Pode-se antecipar o tempo e conflitar com os princípios divinos? O ideal seria uma vida independente, que pudesssemos regozijar da liberdade em sua plenitude. Sabe- se que a vida é uma metáfora. E verdadeiramente de fato é. Precisa- se apegar ao abstrato, ao invisível, porque aquilo que está ao alcance dos olhos, não transmite mais confiabilidade. Eh,! A promessa deixará de ser promessa, muitos serão surpreendidos, a premissa não será meros devaneios , ela será cumprida. A vida seria melhor se olhassemos uns para os outros como se fosse a última despedida? E ao reencontramos, tivéssemos que recorrer novamente a arte da conquista. Cativar e imputar naquele que vos escuta a sobriedade, a serenidade e confiança. Ficar ou partir, não se sabe se é bom ou ruim. É bom para quem? E ruim? Definitivamente é algo incerto. "Quando o desejo pela vida falece, não existe mais dono, nem existe mais vida"(Teixeira, José Evangelista 2026).
Quebrar o paradigma das pelejas da velhice, não é fácil. De fato só não conhecerás a terceira idade, aquele que ausentar-se mais cedo. Mas o medo da partida jamais deverá existir. É clichê afirmar, o tempo não para, só se eterniza nas obras, nas artes, como em uma fotografia alocada num porta- retrato.
020126
Não sei se devo ir ou ficar
Será que devo me aconselhar lendo a um livro ou a palavras de um sábio escutar
Sempre é melhor escutar do que falar
Mas se eu não tomar uma atitude nada vai mudar
Dar ouvidos a ansiedade ou esperar
Que decisão devo tomar?
Jovem indecisão
Não sou poeta, mas posso ser,
não sou jornalista ainda,
não curto rock, nem mpb.
Um jovem sem rumo de ida,
estou na rua, nada pra comer,
mas há uma garrafa de bebida.
Antes sóbrio,
hoje desregrado.
Tudo podia ser diferente,
Mas escolhi o caminho errado.
Antes sonhava em ser gerente,
hoje o máximo durmo sentado.
Me econtro animado
na maioria do tempo.
Já estou bem acostumado,
nada mais é contratempo.
De olhos fechados aqui parado,
sinto a frieza do vento.
As vezes penso em viajar,
mas não tenho dinheiro
nem para me sustentar.
Viver sozinha em primeiro,
o que eu queria alcançar.
hoje só quero um isqueiro,
para um cigarro tragar.
Posso ser o que eu quiser,
não tenho limitações.
Não vou mentir que se der,
um dia vou cuidar das pulsações,
ser um cardiologista de fé
jamais de emoções.
Como gosto de beber,
Talvez eu vire um barman.
Que todos possam me conhecer,
quem sabe serei um super man;
exagerei no super,
vou ser apenas um man.
Gosto de quem olha nos olhos, de quem se interessa pelo o que não lhe diz respeito, de quem se preocupa pelo o que não é de seu direito. Em tempos em que quase ninguém é empático, só mesmo agradecendo àqueles que sem muito esforço percebem nossas descrenças, indecisões, suspeitas, tudo o que nos imobiliza, e apesar da urgência do dia a dia conseguem nos dedicar um pouco de tempo, e que sem desculpas de alguma maneira, sempre insistem conosco.
Esvaziando
Não foram
poucas as gavetas,
que fui esvaziando...
Eram sonhos não realizados.
Torturas de um amor
não correspondido.
Incertezas.
Indecisões.
Medos.
Enfim!
Tudo aquilo...
que me deixava pequena!
Em meio a dualidades, me entreguei para a neutralidade, e no fundo de um poço cheio de perguntas e decisões eu decidi estar certo.
"Talvez alguns sentimentos mal resolvidos, alguns laços mal arrebentados, talvez algumas preces tardiamente atendidas, talvez no tempo certo, talvez algumas dúvidas, talvez eu não tenha culpa, talvez tenha, e eu não possa saber. Talvez algumas lágrimas, talvez algumas dores, talvez algumas mágoas, talvez não tantas flores. É a dor que afoga o peito e beira à ironia, quem diria, eu aqui no seu lugar. Teria que tomar decisões duras, teria que ouvir duras palavras, teria que crescer... Talvez as nossas mãos já não se prendam tão firmes assim, talvez a gente não saiba bem no que se apoiar, talvez estejamos perto do início, talvez seja o início do próximo fim..."
