Ilusão Imbecil

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"Ser constante no mundo volátil é afundar com honra — ou teimar na ilusão da firmeza."

“Quem pede tempo já decidiu: o tempo não é para pensar, é para se livrar. A ilusão é sua, a decisão é dela.”

“A sociedade não quer que você seja diferente. Quer que você seja igual, mas com a ilusão de ser único.”

"Não se pode amar o próximo sobre o terreno movediço da ilusão."

"Quando Deus vira conceito, a fé vira ilusão."

"Ainda que tudo ao meu redor seja uma ilusão, o fato de eu ser capaz de me sentir iludido confirma minha existência."

ATRÁS DO POSSÍVEL!!!
Eu não estou em busca de perfeição,
pois não quero viver de ilusão
nos caminhos do impossível!
Vou no ritmo de ação,
que possam memorizar
minha passagem nesse mundo,
num lance tão imediato
que não dá pra olhar pra trás!
Que se danem os que julgam,
pois estão na beira do abismo,
escrotos e sinistros,
escorando na lama
de sua própria podridão.!
Vou juntar lenha no quintal,
para aquecer minha alma
e saciar com meu alimento,
esquentando minha liberdade
no ato original e tão simples
das coisas mais possíveis...
não vou atras da loucura
das coisas mais distantes
daquilo que não posso sonhar pra mim!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

ILUSAO !

Ilusão ... palavra traiçoeira
Mas de uma certa maneira
Quem não tentou se iludir
Sem pensar ou confundir?
Quem nesta vida o coração
De certa forma ou emoção
Se deixou levar pela ilusão?
Pode parecer uma tolice
Mas elas nos tira da mesmice
Nos braços da imaginação
Mesmo que sofra decepção.
Diga pra mim quem nunca se iludiu?
Quem negar a certeza que mentiu
Todos em vários pensamentos
Confrontamos nossos sentimentos
E por vezes é dura a realidade
Que mesmo em qualquer idade
Seja ate mesmo enganar a razão
Que viajamos no trem da ilusão!

JOAO BATISTA BARBOSA
Poesias
Mimoso do Sul ES

"Nenhuma ilusão se mantém sozinha; sempre encontra quem a alimente, acreditando defendê-la."

TEMPO, ILUSÃO E VERDADE: A FALSA SENSAÇÃO DE ATRASO NA ERA DA EXPOSIÇÃO.
A sensação de estar atrasado tornou-se um dos sofrimentos silenciosos mais característicos da vida contemporânea. Ela não nasce do tempo em si, mas da percepção deformada que se constrói a partir dele. O indivíduo olha ao redor e acredita que todos avançam enquanto ele permanece imóvel. Contudo, essa percepção não é um reflexo fiel da realidade, mas o resultado de um sistema de exibição cuidadosamente editado.
O ponto central dessa reflexão reside na natureza daquilo que se observa. A vida alheia, tal como se apresenta nas redes, não é uma totalidade, mas um recorte. Exibem-se conquistas, ocultam-se fracassos. Publicam-se celebrações, silenciam-se crises. O que se oferece ao olhar externo é uma sequência contínua de êxitos, como se a existência fosse linear, ascendente e isenta de rupturas.
Esse fenômeno produz um efeito psicológico profundo. O indivíduo passa a comparar a sua experiência integral, com dores, dúvidas e hesitações, com a versão editada da vida dos outros. Trata-se de uma comparação estruturalmente injusta. É o confronto entre a realidade vivida e a aparência construída. Dessa discrepância nasce a angústia.
Outro aspecto expressivo é a construção social do chamado tempo ideal. Estabelecem-se marcos invisíveis. Espera-se que se atinja estabilidade em determinada idade. Que se conquiste reconhecimento em certo período. Que se cumpra um roteiro implícito de realizações. Esses parâmetros não possuem fundamento universal. São convenções culturais, mutáveis e frequentemente arbitrárias. Ainda assim, exercem pressão como se fossem leis naturais.
Há, nesse contexto, uma transformação do próprio sentido da existência. Muitos deixam de viver para experienciar e passam a viver para demonstrar. A vida converte-se em espetáculo. Cada conquista não é apenas um fato, mas um elemento de validação pública. Surge, então, uma ética da aparência, na qual o valor do indivíduo parece depender daquilo que ele consegue exibir.
Essa lógica produz um ciclo contínuo de ilusão. Quem observa sente-se insuficiente. Quem exibe sente-se compelido a manter a imagem. Ambos participam de uma engrenagem que se alimenta da comparação e da validação externa. A autenticidade torna-se rara, e a interioridade, negligenciada.
Do ponto de vista filosófico, esse cenário reatualiza uma distinção antiga. A diferença entre ser e parecer. O que se apresenta ao olhar coletivo não corresponde, necessariamente, ao que se vive na intimidade. A era digital não criou essa dissociação, mas a amplificou em escala inédita, tornando-a quase onipresente.
É necessário compreender, com rigor, que não existe uma linha universal de progresso humano. Cada trajetória é marcada por contingências, escolhas, limites e circunstâncias irrepetíveis. O tempo não é uma régua uniforme. Ele se manifesta de modo singular em cada existência.
Dizer que alguém está atrasado pressupõe a existência de um padrão absoluto. Esse padrão não existe. O que existe são expectativas socialmente construídas, frequentemente incompatíveis com a complexidade da vida real.
Há, portanto, uma inversão que precisa ser reconhecida. Não é o indivíduo que está atrasado. É a percepção que está distorcida. O olhar, ao invés de captar a realidade, captura uma encenação.
A superação dessa ilusão exige um movimento interior. Recolher-se parcialmente do fluxo incessante de comparação. Reorientar a atenção para a própria experiência concreta. Reconhecer o valor do percurso íntimo, ainda que invisível aos olhos externos.
A verdadeira medida de uma vida não se encontra na sucessão de marcos exibidos, mas na coerência entre aquilo que se vive e aquilo que se é. E é nesse silêncio, longe das vitrines e das narrativas fabricadas, que o tempo finalmente recupera sua dignidade, deixando de ser um juiz implacável para tornar-se apenas o campo onde a existência se desdobra com verdade.

"O amor não une dois seres ele revela que eles já eram um só, separados apenas pela ilusão da individualidade."

O objetivo de um estoico é agir contra a ilusão e sobreviver ao final à própria esperança.

É uma ilusão usar artes marciais de punhos vazios em um combate armado.
🚨 Mensagem de conscientização.


Quem promete amparo sem compromisso não estende a mão; estende o tapete para a ilusão desfilar.


A Crueldade do Fingido “Conte Comigo”


Pouquíssimas atitudes conseguem ser tão medonhas e adversas quanto as dos que oferecem ajuda sem a real intenção de fazê-lo.


Há gestos que ferem mais do que a recusa explícita.


A ajuda oferecida sem a real intenção de ser cumprida carrega um peso extremamente silencioso, quase cruel.


Ela acende uma esperança frágil em quem já está cansado de lutar sozinho, apenas para deixá-la apagar no abandono seguinte.


Esse mau exemplo de atitude a não ser seguido não nasce da generosidade, mas da necessidade de parecer bom, útil ou moralmente elevado.


É um afago no próprio ego travestido de solidariedade.


Quem promete amparo sem compromisso não estende a mão — estende o tapete para a ilusão desfilar.


E ilusão também machuca tanto quanto a desilusão.


Para quem recebe, o dano é duplo: além da dificuldade original, soma-se a frustração de ter acreditado.


A decepção não está só na ajuda que não veio, mas no tempo, na confiança e na dignidade que foram colocados à espera.


Talvez por isso a honestidade curta e grossa — àquela sem rodeios e desculpas esfarrapadas — de um “não posso” seja infinitamente mais humana do que a encenação de um “conte comigo” vazio.


Porque a verdadeira ajuda não se anuncia; ela se concretiza.


E quando não pode ser feita, ao menos não fere fingindo existência.

O bem,
O amor,
E o perdão,
São as três pérolas que se devem dar em vida. O resto é ilusão.

No topo de sua torre de ilusão,o soberbo dita a sua lei: A Deus pertence todo o perdão.Dos homens nada esperarei.
Isola a graça num altar distante, para esquecer o chão que pisa,
E segue nos degraus da arrogância, rumo a perdição, sem ver a dor que o munda avisa, mas no vale onde a vida brota pura, o humilde dobra o seu joelho ao chão.
O humilde sabe que Deus e a criatura se encontram de mãos dadas diante do perdão. Não há caminho que ao céu conduza se o laço com o irmão está rompido; A alma que ao abraço se recusa não acha o rumo do amor divino.
A salvação não vive no isolamento,
Nem em palavras de um trono vão.
Ela é o fruto e o complemento de quem acolhe e estende a mão.
Perdão do Alto, perdão da terra, unidos num só ato de amor:
Só quando a alma desfaz a guerra, se cura o homem e se alegra o Criador.

Parte 1: A Panela de Pressão e a Ilusão Tecnológica
​O derretimento das calotas polares e o desequilíbrio na crosta terrestre não são coincidências. A atmosfera degrada-se e o planeta transforma-se numa panela de pressão: a extração contínua de petróleo, o uso massivo do carvão e as queimadas criminosas para a expansão de pastagens aceleram um ciclo devastador. A remoção desenfreada de água subterrânea já altera a própria distribuição de massa da Terra. Não há mais palco para o negacionismo.
​Enquanto o planeta adoece, a sociedade anestesia-se diante das telas. Acreditamos que a tecnologia nos salvará, mas a inteligência artificial apenas observa e reflete as nossas contradições. Criamos máquinas avançadas, mas continuamos sem compreender a nossa própria identidade.
​O homem nada cria; apenas transforma o que existe — e, neste momento, está a transformar o único lar que possui num cenário inabitável.
​Continua no próximo post: Alienação Conectiva e a Elite da Terra Arrasada.

⁠Uma obra sincera é a que está dotada de bastante força para dar realidade a uma ilusão.
sfj,a arte de escrever

Quanto mais conhecemos a Deus pela Palavra e pela oração, mais aprendemos a abandonar a ilusão do controle e a descansar em sua sábia e perfeita providência.

Nada é mais nojento que um homem casado em estado de caça por uma ilusão diversa. É patético a deslealdade. O fruto dos insensatos.