Iluminar
A palavra de hoje é: Iluminar!
Iluminar é tornar tudo claro, visível, compreensível!
Iluminar-se é compreender a si mesmo! Aceitar-te! Perdoar-te! Amar-te!
Permitir-te a encontrar e viver o verdadeiro sentido e significado da Felicidade!
Talvez eu seja o ultimo romântico tentando iluminar a vida que procede os sentimentos;
Eu ainda quero muito tudo o que sinto, por isso não irei me esconder da vida, deixando minhas oportunidades passarem despercebidas;
Eu não nasci para perder entre as circunstâncias inventadas, mas sim um vitorioso pelas minhas lutas;
Quero a luz para iluminar os meus entendimentos e compreender quem realmente merece ler o meu coração;
Sou amor, paixão e querer reconhecendo o meu pesar buscando encontrar a virtude oferecida por alguém quem nem sempre soube amar;
Nunca me perca para acreditar que as honras e verdades são para quem se alimenta da felicidade alheia;
Quero todo entendimento para trazer-me o bem e iluminar as minhas escolhas para que compreenda o que valha a pena;
As minhas palavras são reflexos do meu amor, graças e paz é o que o meu coração gesticula para que os sentidos do mesmo possam transmitir com verdade e lealdade para quem precisa;
Sou um nobre apaixonado
A caminhar pelas estrelas
Colhendo o brilho extraordinário
Para iluminar a quem mereça;
Vou até o infinito encontrar a tal paixão
Volto pelo atalho da estratosfera
Para surpreender o seu coração
Não é só missão de alguns mostrar ou iluminar o caminho a todos aqueles que ainda não o enxergaram....é missão de todos nós! Ao seguirmos os ensinamentos de Jesus, veremos que foi essa a sua maior lição! Sermos luz para nós e dar a mão a quem está na escuridão! Não precisamos de pertencer a nenhuma religião para sermos cristãos em liberdade como Jesus.
Mesmo nas situações mais obscuras, nossos sonhos têm o poder de nos guiar e iluminar o caminho adiante, oferecendo uma luz de esperança e direção para seguir em frente.
Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se...
Há na humanidade uma espécie peculiar de fragilidade disfarçada de força, indivíduos que, em sua incapacidade de criar, buscam parasitar o que outros constroem. Como aves de rapina desprovidas de garras ou presas, não enfrentam, não lutam, não se lançam ao risco de conquistar por mérito próprio. Em vez disso, rondam incansavelmente aqueles que brilham, aguardando o momento oportuno para se alimentar das migalhas de sua queda. São almas que não possuem voo próprio, mas que se movem em círculos, orbitando o talento alheio, como satélites de uma luz que não lhes pertence.
Essas pessoas habitam uma existência marcada por um vazio silencioso, um abismo interno que as impede de enxergar sua própria essência. A inveja as consome, mas não a inveja do ódio estridente; é uma inveja sutil, quase patética, que se expressa na bajulação, na falsidade, no sorriso forçado que tenta disfarçar a vergonha de sua própria insuficiência. Vivem da energia dos outros, como parasitas emocionais, e suas vidas se tornam uma farsa contínua, uma peça teatral onde o ego é o protagonista e a autenticidade, o grande ausente.
No fundo, são dignas de compaixão, mas não de piedade. A compaixão verdadeira exige distância, exige a força de compreender que o vazio que carregam é um reflexo de suas escolhas e de sua recusa em enfrentar a si mesmas. Como bem dizem as escrituras, devemos amar até mesmo aqueles que nos desejam o mal, pois o amor é o único antídoto contra as trevas que habitam o coração humano. Contudo, amar não significa compactuar. É necessário manter-se firme, ser luz sem permitir que essa luz seja sugada por quem não sabe, ou não quer, resplandecer por conta própria.
Essas pessoas são movidas por um ego frágil e inflado, uma máscara que esconde a profunda insatisfação consigo mesmas. Elas gritam para serem ouvidas, não porque têm algo a dizer, mas porque têm medo do silêncio que revelaria sua insignificância. São frágeis, não no sentido de merecerem cuidado, mas no sentido de que sua fragilidade as torna perigosas. Não sabem construir, mas sabem destruir; não sabem criar, mas sabem roubar; não sabem brilhar, mas sabem apagar.
E, ainda assim, o que fazer além de seguir no caminho do bem? Não é nossa tarefa julgá-las, tampouco é nossa obrigação salvá-las. Devemos manter o foco em nossa própria jornada, protegendo nossa luz, fortalecendo nossas raízes, e permitindo que a verdade, como um rio, flua de forma natural. Pois a verdade é implacável: aqueles que vivem da farsa cedo ou tarde serão engolidos por ela. E quando isso acontecer, não haverá nada, nem ninguém, para sustentar o castelo de cartas que construíram. Restará apenas o vazio que sempre esteve lá, esperando para consumi-los.
No fim, a queda dessas pessoas é inevitável, não porque alguém a deseje, mas porque é a consequência natural de uma vida construída sobre ilusão e sombra. Que elas encontrem, nesse momento, a coragem que lhes faltou para olhar para dentro. Que o vazio, ao invés de as destruir, as ensine. E que, enquanto isso, nós sigamos sendo luz, não para elas, mas para o mundo. Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se.
Para hoje...
Que venham até você
alegrias novinhas.
Para iluminar o seu sorriso
e delicadezas bordadasde amor.
Para encantaro seu coração.
SEGUNDA EDIÇÃO
Acordando sem brilho talvez,
venho sonhando iluminar-me de vez,
deixando para trás o escurecer,
e contemplando o sútil do amanhecer!
Vou forçando mudar a página,
que já está perpetuada na minha rotina.
Exigindo de mim o amadurecer,
e não o querer te esquecer!
Quase sem forças para relutar,
vou teimando e tentando me amar,
na esperança do amor chamar,
e apagar o escrito que me veio a deixar.
Nesse livro não tem final feliz,
isso é o que o coração diz.
As vezes quem sabe uma segunda edição,
Para confortar esse nobre coração.
Luz é algo que, quando carregamos nas mãos, além de iluminar aqueles nos cruzam, ilumina a nós também. Todo amor que damos às pessoas recebemos de volta como uma recompensa natural.
O sol se vai e a noite vem, o sereno cai, escuridão tem, mas a lua ainda vem, iluminar meu coração para encontrar meu bem.
