Igreja
Amar o próximo implica amar todo o seu "pecado". Então está explicado por que as igrejas estão infestadas de fanáticos e psicopatas. O cristianismo é o lixão da humanidade porque reúne os piores humanos.
Para estes cantores Gospel e pregadores de igreja que usam o Evangelho para enriquecerem deixo uma Palavra:
Mateus 10:8 "Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai."
Igreja deveria ser igreja, sem holofotes, sem paredes pretas, sem luzes apagadas durante o culto, sem o show, e o principal, pregar a renúncia, pregar a santificação.
Acho que a igreja cristã não entendeu, o cristão mesmo não deveria estar ali trabalhando armado e nem ter armas, no Getsemani Jesus ensinou à não usar armas. Mas, o mundo moderno dá fardas e armas para cristãos.
A igreja Batista tradicional estava certa quando tocava apenas o piano nos cultos, os pastores antigos estavam certos quando proibiam baterias e guitarras dentro da igreja. Hoje, os músicos querem salário, tocam no culto como se fosse uma apresentação, querem fama profissional.
Rezar pela comunidade cristã em Gaza que está abrigada na Igreja da Sagrada Família também oro, não oro só por eles, eu oro por todos, porque Cristo não foi seletivo na Cruz quando ofereceu a sua vida pela Humanidade.
O mundo em preto e branco
não é capaz de me capturar.
Tem gente que até vai à Igreja —
e não aprendeu a rezar.
E se um poderoso falar
que vai jogar uma bomba atômica,
há quem tenha a capacidade de
amenizar.
Eu, como sou poesia,
não posso me calar.
Vou até a multidão
ao coração falar.
Romperam o silêncio o galo cantando,
os passarinhos no meio da mata,
e o sino da Igreja Matriz São Francisco,
com a sua forte e contagiante badalada,
chamando a nossa vontade indomada.
A neblina repousando com o seu véu
de fada bem no meio da madrugada,
acordando lenta neste silêncio em Rodeio
dos jogos de poder e dos circos de horrores,
dos ruídos e das cortinas de fumaça.
Não se esqueça jamais de que aberrações
são criadas para rotular negativamente:
fraturar as sociedades, justificar tutelas
para desviar o foco do que realmente importa,
secar oceanos e acabar com florestas.
O que é de poesia e da sinuosidade
do Médio Vale do Itajaí dialoga por mim,
e, de certa forma, também por ti;
não podemos falar demais,
nós podemos dialogar com sonhos,
e ler silenciosamente lábios e olhos.
A Igreja é tão corrupta quanto a política secular. A grande diferença é que, na religião, a divisão é sempre em família: Pai, Filho e Espírito Santo. Na política, é sempre: o meu, o teu e o nosso.
Ir a igreja todos os finais de semana para ouvir falar de Deus, é fácil
Orar, jejuar, louvar, é fácil
Falar para alguém versículo bíblico, é fácil
Difícil mesmo é passar nos testes e provas da vida. Isso é para poucos.
Hipocrisia e demagogia rimam na boca.
Diferença entre religião e comportamento moral.
Uma pessoa pode frequentar uma igreja todos os dias e continuar sendo cruel.
Pode conhecer centenas de versículos e tratar mal a própria família.
Pode falar sobre amor ao próximo e maltratar animais.
Pode levantar as mãos durante o culto e humilhar alguém na segunda-feira.
Pode falar sobre perdão e viver alimentando rancor.
E isso não é uma crítica exclusiva ao cristianismo. É um problema humano.
Porque pertencer a uma instituição não transforma automaticamente o caráter de ninguém.
Conhecer uma doutrina não significa incorporá-la.
Saber falar sobre bondade não torna alguém bondoso.
E frequentar um templo não impede ninguém de ser um péssimo ser humano quando sai dele.
Talvez por isso exista uma pergunta muito mais interessante do que:
“Qual religião você segue?”
Eu perguntaria:
“Como você trata aqueles que não podem lhe oferecer absolutamente nada em troca?”
Como você trata um animal indefeso?
Como trata alguém mais pobre?
Como trata alguém que discorda de você?
Como trata uma pessoa que não pode lhe beneficiar?
Como trata seu companheiro quando ninguém está olhando?
Como reage quando possui poder sobre alguém mais vulnerável?
Essas perguntas revelam muito mais sobre caráter do que uma fotografia dentro de um templo.
Existe uma diferença gigantesca entre dizer:
“Para mim, frequentar a igreja é fundamental para minha relação com Deus.”
e dizer:
“Quem não frequenta igreja não tem Deus.”
Você pode pensar:
“Eu não quero frequentar uma igreja.”
Isso é uma escolha.
Outra pessoa pode pensar:
“Eu encontro minha espiritualidade justamente na comunidade da igreja.”
Também é uma escolha.
Você ter se afastado de uma igreja porque se sentiu julgado e excluído não significa que você tenha se afastado necessariamente de Deus.
Uma instituição religiosa pode decepcionar você.
Um líder religioso pode agir mal.
Uma comunidade pode ser hipócrita.
Uma pessoa pode usar a religião para controlar, humilhar ou excluir.
Nada disso prova que Deus não exista.
Da mesma forma, uma pessoa pode encontrar acolhimento, amizade e crescimento em uma comunidade religiosa. Isso também não prova automaticamente que aquela comunidade esteja certa em todas as suas doutrinas.
Deus e instituição religiosa não são sinônimos.
Se alguém diz:
“Vocês não têm Deus porque não vão à igreja”
você não precisa entrar numa guerra teológica.
Pode simplesmente pensar:
“Você não conhece minha relação com Deus o suficiente para fazer essa afirmação.”
Pronto.
Não precisa apresentar relatório espiritual, comprovante de oração, frequência celestial ou certificado de batismo atualizado.
Sua fé não precisa ser aprovada por ninguém.
Você pode questionar a religião.
Pode não gostar de igreja.
Pode não se identificar com nenhuma denominação.
Pode acreditar em Deus.
Pode ter dúvidas.
Pode mudar de opinião.
Pode ler a Bíblia e discordar de interpretações humanas.
Tudo isso pode fazer parte de uma busca espiritual honesta.
E talvez sua maior liberdade seja esta:
não precisar fingir uma fé institucional para convencer alguém de que você possui fé.
No final, se existe um Deus onisciente, ele não precisa que alguém faça uma inspeção religiosa na sua vida em nome dele.
Ele já saberia.
