Igreja
Conselhos de irmãos experientes no Evangelho e na obra da igreja, dados à líderes ociosos, acomodados e oportunistas, cumprem o propósito de formar uma liderança ativa, ousada e corajosa.
Em reuniões de irmãos espirituais e dedicados aos trabalhos da igreja, onde se discutem os problemas da liderança, há o desejo da família ser edificada com ministérios.
Se um Bispo ou pastor se enquadra no jogo do tabuleiro restante da igreja, aceitando tradições religiosas e regras humanas, então fica fácil fazer um xeque-mate sábio com o manual do Cavaleiro de Apocalipse.
Se um membro da igreja, com fortes distúrbios psicossomáticos por uma mulher, traz bastante desequilíbrios sociais aos irmãos, está faltando discernimento e coragem nos pastores para a correção do mesmo.
Pode se reconhecer uma igreja forte, produtiva e envolvida por diversos ministérios pela sua liderança eficaz, respeitável e responsável.
A igreja do século XXI conserva apenas o rótulo de cristãs e continua negando sete vezes por semana a sua plenitude no Espírito Santo, servindo o mundo de César.
Voltando Jesus Cristo para tomar a Sua igreja e julgar o mundo, podem as almas fugirem de Sua presença e da sentença da Palavra de Deus?
A igreja que santifica os seus propósitos no Senhor está próxima de ganhar mais almas, abrir mais ministérios, formar famílias fortes e ser conhecida pela sua comunidade.
Havendo vozes de línguas estranhas sem sentido na igreja é como falar em língua estrangeiro sem nenhum intérprete que a ninguém edifica.
Uma igreja que adota réplicas da Arca da Aliança, chifres, candelabro, incenso e utensílios do templo de Salomão nos átrios da igreja de hoje, só está faltando um ritual para obedecer aos rituais do Antigo Testamento: derramar sangue de bodes, touros e ovelhas no altar, porque todos os sacerdotes e o povo continuam pecando.
As milícias da artilharia espiritual propensa para o mal caem por terra quando a igreja mantém suas orações confiantes no poder de Deus.
Seguirão anos de decadência eclesiástica os líderes da igreja que se ocupam dos púlpitos, esperando que seus membros façam os trabalhos evangelísticos e de visitação.
Vivem atualmente os membros da igreja uma total infidelidade às Escrituras devido ao apego da matéria, que os aprisiona às fascinações do mundo, tornando-se impotentes na fé por falta de obras.
