Ignoram
O Senhor se Aborrece diante daqueles que ignoram as bênçãos derramadas em suas vidas e escolhem o caminho da ingratidão. Um coração ingrato se afasta da Presença Divina, enquanto a gratidão eleva a alma e aproxima o homem do Amor de Deus.
É difícil entender os sentimentos,pois aqueles que você ama te ignoram,e os que você ignora no fundo são os que mais te amam.
A cada dia que passa é uma realidade a mostrar uma evidência que muitos ignoram, a de que o dia e a noite são apenas meros instrumentos que o tempo sinaliza para o óbvio, que as ilusões do cotidiano não são o caminho para a felicidade.
Mais nas reflexões da vida jamais se analisa o tempo que passa na velocidade da luz, e sim a razão pautada nos acontecimentos diários…
Alguns dizem que “não têm sorte”, mas ignoram o esforço mínimo. Sorte é probabilidade; probabilidade aumenta com ação. Quem cruza os braços diminui as chances. Quem se move cria oportunidades.
Todas as vezes que os homens ignoram os decretos e as leis de Deus, por misericórdia, Deus ainda lhes envia um profeta, e se, ainda assim, não derem ouvidos, por justiça, Deus lhes enviará um juízo.
Nem todo vazio é ausência, às vezes é convite. Convite para habitar lugares internos que ignoramos por medo. Mas quando os habitamos, descobrimos tesouros enterrados sob camadas de silêncio. E então entendemos que estar só é, às vezes, estar pleno.
Os que confundem alegria com euforia e comemoração com rojão, quase sempre ignoram qualquer coisa…
Inclusive os gemidos dos corredores de um hospital.
Há quem acredite que a alegria só se prova no estrondo, que a celebração precisa ferir o silêncio ensurdecedor do outro para existir.
Confundem euforia com plenitude, barulho com sentido, rojão com gratidão.
E, nessa mesma confusão ruidosa, seguem cegos para quase tudo — inclusive para os gemidos baixos que ecoam nos corredores de um hospital.
Ali, onde o tempo anda quase sempre mais devagar e a esperança aprende a respirar em doses mínimas — quase a conta-gotas — não se pede festa, mas introspecção e respeito.
O problema não é atravessar o réveillon entre leitos, soros e orações sussurradas.
O que dói é saber que, do lado de fora, há quem precise assustar para se sentir vivo, incomodar para acreditar que está celebrando, ignorar para não ter de sentir.
Enquanto alguns estouram fogos, outros lutam para não estourar por dentro.
Enquanto uns anseiam pelo ano novo, outros tentam apenas continuar no ano que ainda não acabou.
E talvez a maior das misérias não seja a ausência de festa, mas a ausência de sensibilidade.
Porque a alegria que precisa ferir o outro para existir, já nasceu vazia.
E toda comemoração que não cabe no silêncio respeitoso diante da dor alheia não passa de barulho — alto, breve e profundamente oco.
Aos que respeitam o outro — especialmente os enfermos, autistas, bebês, idosos e os animais — Feliz Ano Novo!
O amor é o detalhe que muitos ignoram.
É a presença que permanece quando tudo falha.
Amor é ser, quando nada mais consegue ser.
É insubstituível, mas também é sensível.
Amor precisa de atenção, de cuidado diário.
Porque, quando deixado de lado, ele silencia.
E às vezes, quem mais faz para mostrar que está contigo
é quem primeiro sente a ausência.
"Certas pessoas são assim... Quando são amadas rejeitam, quando recebem declarações ignoram, quando são procuradas fogem, quando são notadas riem, quando são esquecidas choram e/ou zangam e quando são rejeitadas passam a te notar"
Hoje vocês me ignoram, amanhã eu vou ignorar todos vocês.
E vão se arrepender de ter me descartado .
Tem aqueles que ignoram as mazelas humanas porque estão centrados em si mesmos. Tem os nobres de coração que estendem as mãos pelo simples prazer de fazer o bem.
O problema das pessoas é pensar somente em como elas próprias se sentem, enquanto ignoram completamente o sentir dos outros e como fazem com que os outros se sintam...
Grande é a sabedoria daqueles que ouvem a todos. Porém maior é a tolice dos que ignoram a voz da própria consciência!
Todo ser humano nasceu com o dom de raciocinar, mas tem muitos que ignoram esse dom e acabam fazendo coisas sem pensar e quebram a cara por isso.
