Homenagem para meu Irmao de Sangue

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O que mais faço de errado é fingir para mim mesmo que meu coração não sente o que ele sente por você.

Meu objetivo é irritar quem gosta de testar minha paciência.

⁠"Em meio aos vastos cosmos, procuro por vestígios de inteligência que possam iluminar meu caminho e conectar nossas existências."

⁠"Flop, meu cachorro, era minha alegria."

⁠"Eu, Ivo, sinto que há dias na vida em que meu coração está pesado."

⁠o som da ribalta comoveu o meu coração boémio.

Plantei flores em solo seco e colhi apenas o esquecimento, mas entendi que a bondade é sobre o meu caráter, não sobre o reconhecimento alheio. Onde deixei amor e recebi o vazio, sigo em frente com a paz de quem deu o seu melhor, pois a ingratidão do outro é uma corrente que ele carrega, enquanto o meu desapego é o que me liberta.

⁠A Sentença
Este não é um poema.
É o meu último relato antes de atravessar a porta do júri.
Antes de entrar em uma audiência, eu acreditava que tudo ali dentro era quase uma “mil maravilhas”. Eu imaginava técnica, ordem, respostas. Mas a realidade surpreende — e assusta. Logo nas primeiras audiências, sentado em silêncio, ouvindo relatos que não cabem em atas, percebi a quantidade de crimes, de histórias quebradas, de vidas atravessadas pela dor que passam por aquele espaço. E nenhuma delas sai ilesa.
O ser humano não é algo simples. Eu aprendi isso ali, observando pessoas que, fora daquele ambiente, poderiam estar numa fila de mercado ou sentadas à mesa de casa. Ele não foi feito para existir sozinho, mas como um conjunto, uma união que, em teoria, jamais deveria se separar. Ainda assim, é justamente nessa fragilidade — nessa dependência do outro — que surgem os conflitos mais profundos.
Um crime, quando acontece, é imprevisível. Nem sempre nasce de grandes planos ou intenções claras. Às vezes, começa pequeno demais para ser percebido: uma mensagem lida fora de hora, uma palavra atravessada, um silêncio mal interpretado. Para alguém, aquilo já é suficiente para acionar o ódio, a violência, o crime. O que parece insignificante para quem observa de fora pode ser insuportável para quem vive por dentro.
O ser humano tem o dom da discórdia. Fala o que vem, sem medir consequências. E quando percebe o efeito da própria palavra, muitas vezes já é tarde. O que para uns é irrelevante, para outros atinge em cheio. É nesse choque de percepções que nasce a brecha — uma brecha concreta, real — que rompe o indivíduo e o coloca em conflito direto com a sociedade.
Agora, diante do júri, tudo se reduz ao essencial. Já não importam discursos longos nem teorias distantes. O ser humano carrega em si uma fratura permanente: o desejo de pertencer e a incapacidade de suportar o outro. Dentro dessa fissura nascem o medo, a raiva e o impulso que antecede o ato. Não é o crime que chega primeiro, é o colapso interno — silencioso, gradual, muitas vezes invisível.
Cada consciência que entra naquele plenário trava uma guerra silenciosa entre aquilo que sabe ser justo e aquilo que não consegue controlar. Cruzo essa porta consciente de que a justiça verdadeira não começa no veredito. Ela começa no instante em que o ser humano tem coragem de encarar as próprias sombras — e admitir que, sem esse confronto íntimo, toda sentença é incompleta.

A música é meu segundo idioma.

A música é uma viagem no tempo.

Lembranças do passado.

Emoções no presente.

E Sonhos do futuro.

Música: Brasil, meu Brasil
Verso 1
Do norte ao sul, um só pulsar,
rio, sertão, cidade a brilhar.
Na luta diária, fé que não diminuí,
o povo sonha alto e sempre reluz.
Refrão (2x)
Brasil, meu Brasil, teu nome é esperança,
na batida do coração, o futuro avança.
Verso 2
Tem dor, tem riso, tem sol e suor,
tem mão calejada plantando o melhor.
Entre dificuldades e vitórias, seguimos em pé,
Brasil é coragem, trabalho e fé.
Refrão
Brasil, meu Brasil, teu nome é esperança,
na batida do coração, o futuro avança.

O silêncio tem sido meu remédio.
Foi com ele que aprendi a me ouvir e reconhecer.
Silenciar a mente é um bem que não se mede. Precisa praticar!
#bysissym

O medo ainda late; abro o portão e sigo,o passo é meu.

Hoje nasceu um novo sol no meu peito,pois os sentimentos de ontem não são mais os mesmos de hoje,hoje são mais elevantes e iluminados,hoje me sinto segura para expressar meus sentimentos,hoje não tenho mais medo de ser eu mesma.

Eu quero lhe contar um segredo: não sou quem pensa que sou, meu disfarce, é tão sutil, que eu não sou, como você viu. Sou o garoto dos seus sonhos, mas disfarçado como seu melhor amigo. Às vezes quero arrancar está mascara, que fiz no baile de primavera, mas não posso, porque você teria medo, fugiria de novo, então resolvi que é melhor manter no anonimato, do que viver com a verdade. Minha mãe disse, que a dois tipos de garotos: aquele que você esquece e aquele que te cativa. Eu espero ser o último. Eu posso não ser seu amado hoje, mas te libero agora, esperando que um dia, volte pra mim, porque acho que vai vale a pena, esperar por este sonho, que um dia pode se tornar realidade, nada melhor do que o tempo, para nos mostrar.

Qual meu limite?


Diante do descontentamento, qual meu limite? Talvez — meus problemas — as coisas inexplicáveis não ditam uma prioridade em si; difícil reconhecer que muitos têm azar, dificuldades e angústias, mas fácil um convencimento de que os problemas meus são mais importantes do restante do mundo.
Diante da vergonha, qual meu limite? Qual seria a vergonha? Saber que posso mais e sempre com um porém, de ser fraco; serei fraco ao depositar minhas esperanças em palavras e contudo ironicamente possível elas “realizarem” algo em meu favor.
Diante da verdade, qual SERIA meu limite? Diante de toda verdade que repito, meu limite nunca chega? Talvez... seria eu ilimitado, arrogante ou maluco? Sou o que sou, fraco, arrogante, soberbo, inteligente, modesto, corajoso e covarde? não parece, mas acho que sim, sou limitadamente covarde, é o meu limite.


Escrito por: Renato Minair Júnior – em grande angústia e desgaste mental ao som das músicas de Scott Stapp

Meu livro, eu não aprendi a escrever,
Eu escrevi vivendo.

Vem ser o meu amor!
Eu escolho você!
Te achei amor!
Agora é meu
E
Sou tua

Meu coração julgou com carinho. O seu arquivou sem análise.

Meu coração não aceita recurso.

@*Menos te querer*

Podias ser, o fruto mais doce do meu pomar
Ostentando eu, o manjar da ilusão
Soltando risadas nutridas de paixão
Sem se importar...
Aonde orbita minha razão

Tolos, são meus desejos
Umbigo d 'minha perdição
Deixam escorrer paixão,
até em gracejos
Orquestrando assim, minha destruição

Mocinha, não é que, eu não queira...
Esbaganhar sua edeia,
Nectarizar minha boca; enquanto sua saboreia…
Ou chupar-te como se fosses o fruto duma ameixeira
Só não posso ter essa idéia!

Tenta, dizia ela sem dizer
Estava escrito no seu olhar, pude ler!

Quando se aproxima, muda completamente o clima
Um olhar, basta, para me perder
Eleva os meus desejos, toda, inconsequente
Rumo a perdição eu caminho
E encontra -me a razão, próximo d'seu beicinho
Respondo então somente...
Posso tudo, menos te querer!