Homenagem para meu Irmao de Sangue
Solitário Conhecido
Visitam-me os olhares que me reconhecem na rua, os acenos que cruzam meu caminho, os nomes que me chamam como se me soubessem. Visitam-me as vozes que me cercam em diálogos breves, as presenças que dividem espaço, mas não profundidade.
Sou um solitário conhecido. Caminho entre muitos, mas pertenço a poucos. Estou onde me veem, mas nem sempre onde me encontram.
Visitam-me, mas quantos realmente ficam?
A Segurança do Meu Olhar - Conectando o Passado ao Presente
Quando olho para o que venho criando, vejo mais que palavras ou imagens. Vejo uma jornada, um caminho cheio de altos e baixos, mas que, no final, sempre foi guiado pela verdade de quem sou. A cada texto, a cada foto, sou capaz de me reconhecer e de me sentir segura. Porque sei que o que compartilho é meu, é autêntico, e é minha forma de mostrar ao mundo que, mesmo nas incertezas e nos momentos de dúvida, existe uma certeza que é inabalável: a minha essência.
Às vezes, me sinto vulnerável ao expor tudo isso, mas é essa vulnerabilidade que me fortalece. Sei que cada palavra que escrevo, cada imagem que capturo, tem um propósito – não só para mim, mas para quem se dispõe a ver, a sentir, a se conectar.
Essa é a segurança que encontro: na entrega sem máscaras, na verdade que me habita, e na confiança de que o que compartilho tem o poder de tocar, de curar e de conectar de forma profunda. Não há erro em ser quem sou, não há erro em me expressar como sou. Cada pedaço de mim que se revela é uma forma de celebrar a vida, de celebrar meu olhar, minha sensibilidade, minha jornada.
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Entre Tambores e Risos
Vem ver meu povo dançar,
De gorro na cabeça, espada a empunhar,
Riso solto, corpo a girar,
Tinta na pele, brilho no olhar.
No chão, passos firmes e o som de espadas a tocar,
No som do tambor, o tempo a ecoar.
Boneca que gira, cesto a equilibrar,
Princesa caminha no meio da festa.
O rio nos chama, a água nos resta,
Nosso canto ressoa, o corpo a vibrar,
E a história resiste, firme, sem pressa,
Na memória vai ficar.
Coração em Espera
Hoje, meu coração anseia por um abraço que me envolva, por um olhar que me veja além das aparências. Desejo repousar minha cabeça em um peito que me acolha, sentir o carinho de dedos que percorrem meus cabelos com ternura.
Anseio por momentos onde o tempo parece suspenso, onde a realidade se dissolve e restamos apenas nós, conectados em um universo criado pelo afeto mútuo. Momentos que apertam o coração não por medo, mas pela intensidade do sentimento, pela beleza do instante que desejamos eterno.
Ser mulher é carregar em si a força e a delicadeza, é desejar ser amada com profundidade, ser vista com verdade, ser tocada com alma. É querer viver um amor que não exige máscaras, que acolhe as vulnerabilidades e celebra as essências.
E assim, sigo com o coração em espera, aberta ao amor que chega com respeito, que se manifesta em gestos simples, mas carregados de significado. Porque, no fim, tudo o que desejo é ser amada de forma inteira, em um amor que me faça sentir em casa.
Gratidão Pelo Invisível
Te agradeço, meu Deus, não apenas pelo que já vi, mas pelo que ainda está por vir. Pelas bênçãos que meus olhos não alcançaram, pelos caminhos que ainda não trilhei, pelas respostas que nem sei que preciso.
Agradeço porque sei que há promessas sendo preparadas, portas sendo abertas, milagres em movimento—mesmo que agora tudo pareça silencioso. Confio que, no tempo certo, tudo chegará.
E enquanto espero, meu coração repousa na certeza de que Tu sempre cuidas de mim, mesmo quando eu não vejo, mesmo quando eu não entendo.
Desejo de Ser Só de Alguém
Às vezes, me sinto como um pedaço de carne exposto, como se o meu corpo fosse só um detalhe a ser desejado por qualquer um. O toque de quem não me conhece, o olhar de quem não vê além da superfície… Isso me irrita, me desagrada. Eu não sou isso. Não sou só um desejo momentâneo, não sou algo que se pode possuir e depois deixar para trás, como uma peça descartável.
O que eu busco é algo mais. Quero ser desejada, sim, mas por alguém que me veja, que me compreenda em toda a minha complexidade. Quero ser a única, o centro do desejo de alguém que se entrega da mesma forma, sem querer dividir ou repartir o que é só meu. Meu corpo, minha alma, tudo que sou… Eu quero ser isso para uma única pessoa. Quero ser amada por quem sabe o valor de cada pedaço meu, quem não tem pressa de arrancar, mas que sabe, com paciência, como tocar cada parte do meu ser.
Eu não sou carne, eu sou vida. E quem me deseja, deve me desejar por inteira.
O Corpo Como um Livro que Nem Todos Sabem Ler
Meu corpo não é um livro de páginas fáceis. Ele não se abre para qualquer olhar, não se entrega a mãos que não sabem segurar sua história. O desejo existe, pulsa, grita em silêncio. Mas não pode ser saciado por qualquer toque sem alma, sem intenção. Eu espero por quem leia cada linha com paciência, que entenda a profundidade antes de querer folhear apressado. Porque para mim, desejo não é pressa. É construção.
O Corpo Como um Instrumento que Só Toca na Sintonia Certa
Meu corpo não é uma melodia qualquer, não toca para qualquer ouvido. Ele precisa da sintonia certa, do toque que sabe a nota exata para fazê-lo vibrar. Há desejo em mim, mas ele não dança ao som de qualquer presença. E eu espero. Porque sei que, quando a música certa tocar, eu não terei dúvidas – será entrega, será arrepio, será um acorde perfeito.
O Gosto do Tempo Sem Pressa
Te vejo me devorar primeiro com os olhos, como se cada detalhe meu fosse uma fome antiga. E quando tua boca me encontra, não há espaço para pressa—só o ritmo certo de quem sabe exatamente o gosto que procura. É como se o tempo fosse outro, mais lento, mais profundo. Cada toque é uma descoberta, cada beijo uma lembrança de algo que nunca se esqueceu. No abraço, sinto o mundo sumir e restar só nós, sem pressa de acabar, sem pressa de fugir do que é real. Só o agora, só o momento, só o desejo que se faz carne.
O Olhar que Me Define
Meu olhar não se limita ao que os olhos veem, mas ao que a alma reconhece. Eu fotografo para eternizar, escrevo para ecoar memórias. Meu olhar recua no tempo, buscando o que merece ser lembrado, e avança com a sensibilidade de quem entende que cada imagem e cada palavra são pontes para o outro.
Vejo beleza nos detalhes, valorizo as marcas do tempo e busco o que é essencial. Em tudo que crio, há um instante de entrega: um pudim feito com afeto, uma lembrança registrada com carinho, um verso que toca quem lê. Cada foto, cada palavra, é uma forma de me conectar e trazer à tona histórias que, de alguma forma, pertencem a todos nós.
Não me contento com a superfície. Quero o encontro genuíno, a troca verdadeira, a lembrança que resiste ao tempo. Meu olhar é minha identidade, meu povo, minha cultura, minha história. E ao compartilhá-lo, convido outros a enxergarem não apenas o que está diante deles, mas o que pulsa dentro.
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— Somos namorados oficialmente? Existe algum ritual de Caçadores de Sombras? Devo mudar meu status do Facebook de “em um relacionamento complicado” para “em um relacionamento sério”?
Isabelle franziu o nariz de um jeito adorável.
— Humm, mudar status do Facebook? Facebook...? Você tem um livro que também é um rosto?
Meu coração é vagabundo
Samba na ponta do pé
Se envolve com todo mundo
Fica fora só quem quer
Mas você benzin
É o meu denguin
E quando chega a noite
Eu só quero te ver
Mesmo não tendo forças e enxergando a verdade que me separa do meu verdadeiro amor, eu continuo a lutar mesmo sem armas.
É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia
Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas...
Lágrimas desperdiçadas...
Tentando aliviar meu martírio
E eu odeio tudo isso
Odeio sentir essa tortura
Ser seguida por essa amargura
Até já tentei suicídio
Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma
Minha eterna fúria
Lágrimas...
Lágrimas de dor
Lágrimas sem amor
Mágoas...
Tentei me afogar
Nessa lamentação inútil
Nesse lamento fútil
Na bruma que disfarça o mar
Mas isso não me protegeu
Só me trouxe mais aflição
Só trouxe minha crucificação
Mas isso não me abateu
Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu...
Nessa imortal depressão...
E quando não estou com você, meu peito fica vazio, como se meu coração se recusasse a bater até que a encontre novamente.
Vou te falar, mas acho que você já sabe
Você apaixonou, alucinou, descompassou
Meu coração, meu coração
Eu só queria ter
mais tempo
Para sentir a quietude
do vento
Para voar no vão do
meu pensamento
Para lembrar que ainda
tenho tempo
De sentir a vida pulsar em
cada momento .
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