Homenagem aos Pais
Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para pessoas que já têm renda e independência financeira. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Diga aos filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.
Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para quem já têm renda, independência financeira ou para pessoas ricas. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Se forem de média baixa ou média alta, falem aos seus filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.
O Brasil é um país muito grande, rico em nióbio e ouro e pedras preciosas. As belezas naturais são fascinantes. Mas as desigualdades sociais precisam diminuir e crimes como o tráfico humano não podem permanecer impunes. Não há no mundo inteiro um lugar tão lindo e com poucas catástrofes naturais e com clima tropical agradável como o nosso país.
A Saudade que Mora no Quarto dos Pais
Quando um filho parte definitivo para o plano espiritual, uma parte do mundo desaba. Mas, enquanto o restante da sociedade chora no velório e na semana seguinte volta a rir e a viver suas vidas, na casa dos pais o relógio parece parar. Passam-se meses, passam-se anos, e aquela mãe ainda olha para a cadeira vazia na mesa com o peito apertado. Aquele pai ainda guarda na memória o tom da voz e o cheiro do abraço. O amor de pai e mãe é o único laço na Terra que não se desgasta com o passar do tempo e nem se apaga com a ausência física. É um amor que acompanha o filho além do túmulo, que reza em silêncio todas as noites e mantém viva a chama daquele que já partiu. Diante da finitude de tudo, percebemos que o único porto verdadeiramente seguro na matéria era aquele colo que nos recebeu quando chegamos ao mundo.
O tempo esquece quem partiu, mas o amor dos pais e de Deus permanece. Não perca a vida tentando agradar a um mundo que amanhã não se lembrará de você. ✨🕊️
A divisão política pode separar opiniões, mas quando divide pessoas, famílias e valores, o país inteiro perde, porque nenhuma ideologia vale mais do que a humanidade.
Brasil: país da impunidade.
Não é de graça a dificuldade
de si pensar em clemência
para os envolvidos do 8 de
janeiro, por parte da mídia.
O País Não Precisa de um Mito
O Brasil tem uma doença política curiosa: transforma fracassos em símbolos e homens comuns em salvadores. Troca projeto por personagem, programa por slogan, pensamento por torcida. E, quando percebe o estrago, já está discutindo novamente o mesmo personagem como se a história lhe devesse uma segunda temporada.
O bolsonarismo não foi apenas uma candidatura. Foi a industrialização política do ressentimento.
Durante anos, ensinou-se ao brasileiro que pensar era suspeito, que ciência era conspiração, que imprensa era inimiga, que cultura era ameaça e que instituições só eram legítimas quando obedeciam ao lado certo. A política deixou de ser disputa sobre o futuro e passou a ser campeonato de indignações.
Agora, em 2026, o sobrenome continua em campo. Mudou o candidato, mudaram algumas frases, mas permanece a velha arquitetura: transformar medo em voto, conflito em identidade e adversário em inimigo. A política brasileira ainda é convocada a escolher entre o “nós” e o “eles”, como se um país de mais de duzentos milhões de pessoas pudesse caber numa guerra de grupos.
Não pode.
E aqui está o erro que parte da esquerda também comete: imaginar que basta chamar alguém de fascista para vencê-lo. Não basta. A democracia não se defende apenas denunciando a extrema direita; defende-se oferecendo ao cidadão uma razão concreta para acreditar nela.
O Brasil precisa de escola que ensine a pensar, não apenas a repetir. De saúde que funcione antes que a doença vire estatística. De segurança pública que não seja espetáculo. De emprego que não seja favor. De ciência que não precise pedir desculpas por existir. De Estado que proteja sem tutelar.
E precisa, sobretudo, abandonar a infantilização política.
Nenhum presidente é messias. Nenhum partido é dono da verdade. Nenhum eleitor precisa entregar a própria consciência na porta de uma convenção partidária.
O bolsonarismo prosperou justamente onde a razão recuou.
Por isso, enfrentá-lo não significa apenas derrotar Bolsonaro, Flávio Bolsonaro ou qualquer herdeiro eleitoral do sobrenome. Significa derrotar a ideia de que o Brasil precisa de um homem providencial para funcionar.
Não precisa.
Um país sério não procura um salvador.
Procura cidadãos.
E talvez essa seja a coisa mais perigosa que se possa dizer numa eleição: o Brasil não precisa acreditar em ninguém. Precisa aprender a pensar por si mesmo.
William Contraponto
Por que os pais sempre se perguntam por que a filha ou o filho é tão agressivo?
Eles realmente acham que o casamento deles é saudável?
Acham que a criança fechava os olhos quando eles gritavam um com o outro?
Por que, no futuro, a culpa sempre cai sobre aquela criança que observou tudo, mas não tinha escolha e muito menos culpa?
Uma criança não deveria ter que carregar o peso dos problemas que nunca foram responsabilidade dela.
Porque no nosso país os corruptos que roubam milhões não vão para prisão?
No máximo ficam com tornozeleiras eletrônicas, pagas com nosso dinheiro, num triplex de 800 metros quadrados, mas quem é pobre, fica mofando na cadeia até seus últimos dias.
Crescemos a chamar as nossas mães de heroínas e os nossos pais de vilões. Hoje, adultos, percebemos que talvez tenhamos aplaudido quem entregava o presente e ignorado quem se sacrificava para o comprar!
Os apóstolos testemunharam o Evangelho da salvação pela fé em Jesus Cristo; os Pais da Igreja sistematizaram e defenderam a fé cristã por meio da teologia.
A inteligência é construída por relacionamentos: Deus e o homem; o homem e a mulher; pais e filhos; professor e alunos; leitor e escritor.
"Os pais não morrerão pelos filhos, nem os filhos pelos pais; cada qual morrerá pelo seu próprio pecado."
Deuteronômio 24:16
Amor não se embrulha
Neste final de ano,
muitos pais abriram caixas,
laços bem feitos,
sorrisos ensaiados.
Ganharam o que brilha,
o que se compra,
o que se exibe,
o que termina no uso.
Mas o que muitos desejam
não vem com etiqueta...
querem ternura sem data,
abraço que não tenha pressa.
Querem cuidado cotidiano,
presença que não negocia,
escuta que não se ausenta,
amor que não pede ocasião.
Um dia, quem hoje presenteia
também sentirá o peso do tempo,
e aprenderá, tarde ou cedo...
Que carinho verdadeiro não se embrulha.
Quando jovem, reclamava dos meus pais. Saí de casa. Na faculdade, reclamava do curso de Psicologia. Mudei para Filosofia.
Aprendi que culpar os outros ou a situação não leva a nada. Só nos deixa parados. A verdadeira mudança começa quando paramos de reclamar e agimos.
Cada reclamação é um sinal para tomar uma atitude. É uma chance de sair do lugar e construir algo novo. Use esse incômodo como força para dar o próximo passo, por você mesmo.
A vida não acontece para você. Ela responde às suas escolhas e à sua coragem de mudar.
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