Homenagem a Alguém que Amamos e Morreu
"Ontem, vi uma escultura de mulher que repousava abandonada na areia da praia.
Alguém a moldou num momento de amor ou solidão, e o mar respeitou!"
Haredita Angel
10.06.17
"Iludir alguém, não te deixa nem mais fraco nem mais forte, só mais IDIOTA!"
Haredita Angel
14.07.13
"Nunca mais vou encontrar alguém como você.
E todos os dias agradeço a Deus por isso!
Haredita Angel
14.07.18
"Criatura de Deus, te entrega prô amor, te doa pra alguém, sente a felicidade; acorda pra vida, tenta existir de alguma maneira, faz acontecer alguma coisa antes que chegue o fim...
o teu fim!"
Haredita Angel
25.02.14
Haverá um momento na sua vida em que você deixará de debater com as pessoas. Se alguém afirmar que um elefante consegue voar, você concordará e dirá que sim. Posso garantir que já cheguei nesta fase, pois no nosso Brasil o certo e errado é relativo!
"Tudo que eu falei, alguém já falou.
Tudo que eu escrevi, alguém já escreveu.
Tudo que eu cantei, alguém já cantou.
Mas, tudo que eu amei, vivi e senti,
ninguém amou, viveu ou sentiu.
Ninguém...só eu! "
♫ Agora Sofre, sofre...
Todo mal que cê me fez, você bem cedo irá pagar...♫
☆ Haredita Angel
"Sou alguém alinhada aos meus valores.
Portanto, não adianta querer atropelar minhas convicções.
Já aprendi a me observar com carinho e respeito."
✫Haredita Angel
"Amar alguém é um dom de Deus.
Pena que poucas pessoas sabem disso.
-Ame muito! - Principalmente, quem lhe ama.
Perdoe quantas vezes for necessário.
Recomece sempre que precisar.
Amar é preciso, viver não é preciso!"
...e feliz ano!
☆Haredita Angel
"É sempre assim...
Sou de alguém por uns dias...
Ao fim, me mando flores e uma garrafa de vinho...
Me saúdo...
Tim Tim...
Estou de volta prá mim!"
☆ Haredita Angel
"Sempre que recebo algo de alguém, seja o que seja, dou algo em troca também; seja o que seja."
☆Haredita Angel
"Eu lhe pedi uma estrela e você me negou.
Daí, veio alguém que me deu a via láctea."
☆Haredita Angel
As melhores conversas não acontecem porque alguém deseja convencer o outro.
Acontecem porque duas pessoas
aceitam caminhar juntas por uma ideia.
... principalmente à beira de um fogão à lenha,
sob uma grande janela aberta
para o silêncio do mundo...
Talvez doa deixar ir
Às vezes,
amar alguém é entender que nem todo amor nasceu para ficar. É olhar nos olhos de quem se ama e, mesmo sentindo o coração despedaçar, escolher não prender aquilo que um dia fez você sorrir. Porque o amor verdadeiro não é posse, é liberdade;
não segura pela força aquilo que deseja partir, apenas agradece por tudo que viveu.
Talvez doa deixar ir,
talvez cada passo para longe pareça levar junto uma parte de nós. Mas existem despedidas que não significam falta de amor — significam amor demais para transformar carinho em prisão. E quando percebemos que a felicidade daquela pessoa pode estar em outro caminho, aprendemos que amar também é desejar que ela seja feliz, mesmo que essa felicidade já não tenha o nosso nome.
A maior prova de amor é deixá-la ir.
Não porque deixamos de amar,
mas porque entendemos que quem realmente ama não precisa possuir para sentir. E se um dia nossos caminhos se encontrarem novamente, que seja por escolha, não por obrigação; que ela volte porque quis ficar, e não porque foi impedida de partir. Porque, no fim, amar é ter coragem de abrir a mão… mesmo quando tudo dentro do peito implora para segurá-la.
Amor x solidão.
Amar alguém exige confiança, adaptações, equilíbrio e sinceridade.
A solidão traz liberdade, conforto, sabedoria e críticas.
A distância em que o amor é saudade e o desejo constância.
O ponto fraco da solidão é o fim de quem ama e o fim de quem ama é a solidão. Como diria Espinosa, seria a mesma coisa inversamente.
Encontrar alguém perfeitamente, ou milimetricamente calculado é bem difícil, quase impossível.
Eu gosto da solidão até o limite de eu desejar uma companhia como uma linha tênue para meu sufrágio.
A genialidade é o que conta.
Você sente a maravilha de ter alguém por perto, é mágico e te liberta de uma corrente invisível chamada solidão.
Essa bolha que se vive explode a partir do momento que se enxerga a energia e a força de dois lados.
A solidão não é ausência de presença. A solidão é um estado ideal onde a pessoa vive satisfeita com aquele determinado meio.
A solidão não é suficientemente ideal para o ser humano.
Nunca vi alguém feliz na solidão. Nunca vi bexigas no velório. Existem orações mais sinceras em hospitais do que na igreja.
Você deixa a solidão quando sente algo complementar. É como se fosse dois imãs se atraindo fisicamente, ou se unindo quimicamente.
Uma solidão inerte não te leva a resultados diferentes. Uma solidão com atritos te leva a uma fusão.
Uma solidão com elevado grau de soluto te leva a uma solução saturada. Tal como acontece no amor.
De que vale uma vida sem desejos e paixões?
Quando o amor colide com a solidão, este morre afogado pelos sentimentos. Os sentimentos de amor é a maior virtude que um homem pode ter. A sabedoria em administrar o seu "eu" e ceder um espaço para o outro, sem dúvidas, algo genuíno.
O amor inebria o ser da solidão e toma conta do ente (imaterial).
A confiança, repito, é a chave disso. Ultimamente não se tem mais confiança em nada, são tempos difíceis de encontrar amor.
A esperança é o que move essa engrenagem.
Quando a pessoa se permite ser amada, ela não enxerga, à princípio, mas quanto vê isso já tomou conta dela.
O amor pode ser cego, mas as atitudes não. A solidão pode ser calada, mas a essência é perceptível.
Em relacionamento, a grande maioria quer uma namorada, legal, bonita, inteligente e, especialmente, super fofa / romântica igual aos filmes.
Bem raro encontrar, mas, às vezes, até a pessoa morre e nem encontra isso. O problema disso chama-se "estar" e não "ser".
Estar é passageiro e é momentâneo.
Ser é o que a pessoa naturalmente é, espontâneo e contínuo.
Eu gosto da solidão, ao mesmo tempo, não gosto de ficar olhando no tempo e vendo a minha vida passar sem uma risada, alguém para sair, conversar, dialogar e poder sentir o prazer da vida.
Qualquer pessoa pode amar alguém. Mas o que lhe garante que àquela pessoa vai aceitar esse amor, se não for o que ela quer?
A lua brilha na escuridão e o sol clareia na iluminação.
Uma vida sem amor é como um mundo sem vida, sem racionalidade.
A fábula da recomposição
Havia alguém que acreditava no amor como recomposição, mas não como acréscimo.
Dizia: “que você seja o que eu não consegui ser”,
porque existir sabendo que tinha aquele amor
era algo mágico —
e o sorriso dele era o único lugar onde queria estar.
Nunca lhe fez mal.
Nunca quis ferir.
Mas, de repente, ele sumiu.
Foi como um porto que se fecha sem aviso:
nada mais seguro,
o cais distante,
e nenhum sinal de volta.
Disseram: “quando você é jovem, você não sabe de nada.”
Mas aquela pessoa sabia o que sentia.
Porque uma das melhores sensações da vida
é amar.
E entendeu também que a maior felicidade
é fazer sentido na vida de alguém
e ser amado de volta.
Aprendeu que amar é doação,
é se dar ao outro.
Mas percebeu que o amor, às vezes,
fala uma língua parecida com a paixão —
e por isso confunde,
e por isso precisa ser pensado
sem se perder na emoção.
Um dia, descendo as estradas do Sul,
veio uma ligação…
e, enfim, a confirmação:
ele se foi.
E então ficou a dúvida:
de que adianta conseguir o que se quer,
se não é o que se precisa?
Porque há um tipo de dor silenciosa:
amar alguém
e ainda assim ser desperdiçado.
E há também aquela insistência do sentimento,
quando se está apaixonado demais para esquecer.
Mas, no fim, ficou um aprendizado:
se nunca tentar seguir,
nunca saberá o próprio valor.
Moral da história:
Amar não é apenas tentar recompor o que existiu, mas reconhecer quando é preciso ir além, para não se perder de si mesmo.
Alguém que não se contenta com respostas superficiais. A necessidade de compreender a si mesmo e de ser compreendido pelos outros revela que sua maior busca não é por aprovação, mas por um significado que dê sentido às próprias escolhas. É dessa inquietação que nascem tanto a criatividade quanto os conflitos mais profundos.
-Jouberth Toffoli
Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.
É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.
Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.
É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.
O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.
A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.
Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.
Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.
Por André Luiz Santiago Eleuterio.
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