Homenagem a Alguém que Amamos e Morreu
Jamais desejei ser um fardo para alguém, mas a existência me escapa, ela se impõe para além daquilo que consigo escolher.
Se alguém ousasse mergulhar na minha mente, seria imediatamente entorpecido pelo caos, aqui não existe repouso, apenas um conflito eterno entre passado e uma sucessão de pensamentos perturbadores que fazem da desordem o meu único lar.
O errado é errado mesmo, ainda que alguém tente passar a mão na sua cabeça. Lembre-se Sinal Verde é Sinal Verde Sinal Vermelho é Sinal vermelho, Lei é Lei. Regra é Regra.
Existe alguém que sempre foi cobrado por não se abrir. Dizem que é fechado, frio, distante. Mas quando resolve deixar escapar um pouco do que carrega por dentro, o resultado não é acolhimento — é confusão. Palavras atravessadas, julgamentos rápidos, olhares que pesam mais do que deveriam. Aprende, da forma mais dura, que o silêncio incomoda… mas a verdade incomoda ainda mais.
Também fica claro que não é permitido ser quem se é. Não pode gostar do que gosta, nem escolher o que escolhe, nem sentir do jeito que sente. Tudo vira motivo para comentários, apontamentos, distorções. Cada passo fora do esperado parece um erro, cada tentativa de liberdade soa como afronta. Com o tempo, a vontade de explicar vai se perdendo, porque explicar nunca foi suficiente.
Hoje, resta um conceito simples, quase vazio, mas pesado: estar na terra para servir. Não para ser entendido, nem celebrado, nem feliz — apenas para cumprir expectativas, não atrapalhar, não causar ruído. Serve em silêncio, porque o silêncio cansa menos do que lutar contra interpretações que já nascem prontas.
Viver, agora, não faz questão. Não carrega planos nem promessas. É apenas existir no modo automático, respirar enquanto ainda houver fôlego, acordar porque o corpo acorda, seguir porque o tempo segue. Não há desespero explícito, apenas um cansaço constante, desses que não gritam, mas também não passam.
E assim continua: respirando. Não porque a vida seja leve, mas porque ainda não acabou. Não porque exista esperança clara, mas porque o ar insiste em entrar e sair do peito. Está ali — não inteiro, não pleno — apenas presente, enquanto houver fôlego.
Entre o que foi e o que é
Eu tô com alguém bom, alguém que me faz bem.
Mas ainda carrego ecos de quem me feriu.
Não porque eu queira voltar,
mas porque certas lembranças não sabem ir embora.
Meu corpo já entende o novo toque,
mas minha alma, às vezes, ainda procura o antigo.
E isso me confunde — me parte.
Ele me fez mal, eu sei.
Mas há pedaços de mim presos nas memórias que ele deixou.
E o amor, mesmo quando dói,
tem um jeito cruel de se fazer presente.
Talvez um dia eu acorde e o passado não pese mais.
Talvez um dia o novo amor ocupe todo o espaço.
Mas, por enquanto,
vivo nesse meio-termo —
entre o que me destruiu
e o que tenta me reconstruir.
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Quanto mais odiarmos alguém, mais chance teremos de ser o parente mais próximo do mesmo em uma próxima encarnação, sob a lei de associação...
E as vezes, parecemos bobos...
Quando nos encantamos por alguém, mesmo sabendo que não há possibilidades de viver um determinado sentimento...
Na nossa teimosia demasiada, insistimos em deixá-lo vivo dentro de nós, nos conformando com aquilo que sentimos, acreditando que é esse "sentir"que faz nosso coração bater muito forte, é uma carga positiva de ânimo para nossos dias.
É assim a vida...Um tanto complicada, mas...maravilhosa.
Acuda o próximo dentro de suas condições, pois um dia sempre aparecerá alguém ao seu encontro também quando mais precisar.
Cristão sábio não precisa abrir a boca quando alguém lhe acusa, porque já sabe que Deus é o seu Defensor.
E de repente alguém consegue te arrancar um sorriso.Não um sorriso qualquer,aquele sorriso único e verdadeiro,sabe?
Mas aí você começa a desconfiar de tudo.E já nem quer mais acreditar nesse clichê.Será Que depois de tantas tempestades,vem mesmo irradiavelmente o sol? ou vai ficar
chuviscando?
E apesar de todos os prejuízos sentimentais,eu tenho que admitir
que estou sim,contente,radiante,feliz,enfim.Sorrindo à toa.Mas uma vez.
Peço desculpas por te incomodar mais uma vez, mas vim aqui te falar uma coisa: amar alguém de verdade é deixá-la ser feliz. Às vezes, a gente pensa que amar é viver com a pessoa para sempre, mas não é assim. Amar é seguir em frente e deixá-la viver. O amor, quando é puro e verdadeiro, nunca morre e nem o tempo o apaga. As coisas boas ficam nas nossas memórias e no nosso coração. Ninguém esquece um grande amor.
Antes de mais nada, eu evitei te procurar por medo de me machucar mais ainda. É melhor e mais saudável sofrer por um grande amor em silêncio; não tenho vergonha de falar isso. Mas você sempre será o meu grande amor.
Desculpe-me mais uma vez por te incomodar, mas eu tinha que desabafar. Essas são palavras que eu guardo há vários anos para te falar.
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