Homem e o Câncer de Próstata
Uma mulher forte não precisa de um homem para dominá-la.
Precisa apenas de alguém especial que a compreenda.
Uma mulher forte não quer ser confrontada,
quer desafiar a fazê-la mudar de ideia.
Uma mulher forte não quer ser forte a todo tempo, porque cansa.
Ela quer confiar o suficiente para descansar, sem precisar tomar as rédeas da situação.
Uma mulher forte é humana, impulsiva, intensidade pura.
Ela explode, ela xinga, ela diz o que vem na mente,
mas ama como ninguém.
É um poço de verdade e um mar de empoderamento.
Nem sempre é fácil lidar com uma mulher forte, mas fogueira não assusta faísca.
Eu me recuso a permitir que quaisquer diferenças provocadas pelo homem me separem de quaisquer outros seres humanos.
O homem livre é senhor da sua vontade e escravo somente da sua consciência.
Agradar a um homem pode ser excitante, mas tentar ser de um modo especial para ele, tentar nos RECRIAR em vez de nos REVELAR, é chegar a tal falta de auto-estima que, de certa forma, seria muito difícil manter esse homem interessado. (Marianne Williamson)
Dizer simplesmente que te amo é pouco, que você é o homem mais lindo e mais maravilhoso do mundo!
Te amo!
É digno um homem reconhecer seus erros.
É divino perdoar
Recomeçar juntos.
Que a luz traga brilho para nossas vidas juntos
O homem, quando jovem, é só, apesar de suas múltiplas experiências. Ele pretende, nessa época, conformar a realidade com suas mãos, servindo-se dela, pois acredita que, ganhando o mundo, conseguirá ganhar-se a si próprio.
Acontece, entretanto, que nascemos para o encontro com o outro, e não o seu domínio. Encontrá-lo é perdê-lo, é contemplá-lo na sua libérrima existência, é respeitá-lo e amá-lo na sua total e gratuita inutilidade. O começo da sabedoria consiste em perceber que temos e teremos as mãos vazias, na medida em que tenhamos ganho ou pretendamos ganhar o mundo. Neste momento, a solidão nos atravessa como um dardo. É meio-dia em nossa vida, e a face do outro nos contempla como um enigma.
Feliz daquele que, ao meio-dia, se percebe em plena treva, pobre e nu. Este é o preço do encontro, do possível encontro com o outro. A construção de tal possibilidade passa a ser, desde então, o trabalho do homem que merece o seu nome.
O homem capitalista, via de regra, é do tamanho de seus sonhos: pequeno e insignificante. Por isso vale pouco, e quase sempre dele sobra troco.
