Homem Pobre
Aurora e o Silêncio....
O homem sábio sabe usar o silêncio
Como um escudo contra o barulho do
mundo.
Ele se refugia no silêncio
E encontra a paz, o equilíbrio, o profundo.
No silêncio, ele encontra a clareza
A sabedoria, a intuição, a visão,
Ele ouve a voz do coração,
E sabe distinguir o certo do errado, sem
confusão.
_Suedson Corey
O sábio e o Silêncio..
O homem sábio sabe usar o silêncio
Como um escudo contra o barulho do
mundo.
Ele se refugia no silêncio
E encontra a paz, o equilforio, o profundo.
Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris. (Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó voltarás.)
“Dizemos que a metafísica consiste em o homem buscar uma orientação radical em sua situação. Mas isso supõe que a situação do homem — isto é, sua vida — consiste numa radical desorientação. Não dizemos, pois, que o homem, dentro de sua vida, se encontre desorientado parcialmente nesta ou noutra ordem, em seus negócios ou em seu caminhar por uma paisagem, ou na política. Aquele que se desorienta no campo busca um mapa ou uma bússola, ou pergunta a um transeunte, e isso lhe basta para se orientar. Mas nossa definição pressupõe uma desorientação total, radical; ou seja, não que aconteça ao homem de se desorientar, de se perder em sua vida, mas sim que a situação do homem, a vida, é desorientação, é estar perdido — e por isso existe a metafísica”.
Aurora e o Silêncio....
O homem sábio sabe usar o silêncio
Como um escudo contra o barulho do
mundo.
Não conheço nenhum fato mais animador do que a incontestável capacidade do homem de elevar sua vida pelo esforço consciente.
O homem que por sua covardia desperta o amor de uma mulher e não tem a força de ama-lá nunca obterá o seu maior valor, por mais que sejas bem sucedido em outras coisas.
Qualquer pessoa pode fazer história. Mas apenas um grande homem pode escrevê-la.
O homem vendido por outro pode não ser escravo; o que se vendeu a si mesmo, esse é o escravo absoluto.
Se um homem de negócios comete um erro, ele sofre as consequências. (...) Se um burocrata comete um erro, você sofre as consequências.
O homem sensato saboreia com simplicidade o sabor de suas vitórias; e degusta com resignação e paciência o amargor de suas derrotas, pois sabe que tudo é passageiro.
Um homem só se conhece em duas situações: quando está sob a ameaça de uma arma ou quando quer conquistar uma mulher.
Você pode argumentar que ambas são situações de descontrole emocional.
Errado: o descontrolo é o homem. O controle é um disfarce.
Você deve se julgar pelo seu comportamento quando enfrentou
a possibilidade de morte ou quando estava a fim da (o nome é hipotético)
Gesileide. Aquela vez que você se escondeu atrás de um poste para ver se
ela chegava em casa com alguém.
Meia-noite e você atrás do poste,
sob o olhar curioso de cachorros e porteiros,
fingindo que lia a lista do bicho no escuro.
Aquele imbecil - e não esse cidadão adulto, respeitável,
razoável, comedido, talvez até com títulos - é você.
Tudo o mais é a capa do imbecil essencial.
Tudo o mais é fingimento.
Você nunca foi tão você atrás daquele poste.
Pense em tudo o que você já fez para conquistar uma mulher.
Os falsos encontros casuais, cuidadosamente arquitetado.
Os falsos telefonemas errados, só para ouvir a voz dela.
As bobagens que você disse, tentando impressioná-la.
Pior, as bobagens que você ensaiou em casa e disse como se
tivesse pensado na hora.
O que você escreveu, sem revisão ou autocrítica.
Aquele ridículo era você.
Os dias e dias que você passou só pensando nela.
O país desse jeito, e você só pensando nela.
Sem dormir, pensando nela.
Tanta coisa pra fazer, e você escrevendo o nome dela sem parar.
E as mentiras?
E aquela vez que você inventou que era meio-primo do Julio Iglesias?
E o que você sofreu quando parecia que não ia dar certo?
Como um adolescente. Aquele adolescente era você.
Isso que você é agora é o disfarce, é o imbecil essencial em recesso provisório.
Só o vexame é autêntico num homem.
