Homem Pobre
A razão pela qual há tanto pecado no mundo hoje é que o homem perdeu o medo de que existe o inferno.
A evolução do homem costuma ser degradante.
Se tornam modernos, perdem a magia, perdem o interesse nas coisas que realmente tem valor, se tornam péssimos amantes tanto na cama como espiritual, concentram-se apenas em dinheiro, carros e futilidades, seus argumentos e aprendizados são instruídos pela mídia e acabam perdendo seu ''algo a mais''´,
com o modo automático ativado mais parecem robôs que pessoas.
O homem deve ser livre...
O amor é que não se detém ante
Nenhum obstáculo, e pode mesmo
existir até quando não se é livre.
E no entanto ele é em si mesmo
a expressão mais elevada do que
houver de mais livre em todas as
gamas do sentimento humano.
É preciso não ter medo,
É preciso ter a coragem de dizer.
Será que merece ser chamado de Homem, o
Covarde, cafajeste que te pega, não se apega,
Que socialmente sempre te nega, que carrega
Coração de pedra, que se faz de homem gentil,
Mas que no fundo é só um imbecil, que sempre
Que pode vem, te come, não te assume e some?
Guria da Poesia Gaúcha
O homem detesta os parentes de sua mulher pela mesma razão de que não gosta de seus próprios, ou seja, porque eles lhe parecem grotescas caricaturas daquela por quem ele tem respeito e afeição, ou seja, sua mulher. De todos eles, a sogra é obviamente a mais repugnante, porque ela não apenas macaqueia sua mulher, mas também porque antecipa o que sua mulher provavelmente se tornará.
H. L. Mencken, sobre contra-parente
"Um homem pode ter de morrer por nosso país, mas ninguém deve, em qualquer sentido exclusivo, viver para seu país. Quem se entrega sem reservas às exigências temporais de uma nação, ou de um partido, ou de uma classe, está dando a César aquilo que de todas as coisas mais enfaticamente pertence a Deus: ele próprio."
o céu e a terra se transformam,ficando novos,o homem se torna imortal.o mal e a vulgaridade são definitivamente extintos nele, a própria morte morrerá
Eu sempre falei: Por homem eu não choro!E muito menos por amor! (...)
... E tantas foram às vezes que eu chorei por eles.
